Poema sobre Cultura
O Homem Vitruviano ou Homem de Vitrúvio é um desenho de Leonardo da Vinci (1452-1519) que foi produzido em 1490 a partir das proporções ideais. Arquitetado por meio dos conceitos expostos na obra “De Architectura” do arquiteto romano Marcus Vitruvius Pollio, a ilustração representa o ideal de beleza, harmonia e equilíbrio nas proporções mas alguns teóricos gnósticos afirmam que seja uma preposição oculta sobre o mistério histórico, sobre a crucificação, meio de tortura romana que por falta de registros historicamente até hoje pouco se sabe.
Por mais que exista uma farta iconografia artística por diferentes trabalhos sobre o nascimento, vida e crucificação de Jesus de Nazaré, desde os primeiros anos do cristianismo e avançando pela idade media, nenhum artista teve a total liberdade criativa, pois as obras eram fiscalizadas pela inquisição da Igreja ou eram custeadas pelo Clero. Sendo assim, as criações tem mínimas diferenças mas engessadas pelos textos canônicos da liturgia da fé.
Não existem projetos de politica publica de segurança e seguridade social, sem que haja uma reformulação das leis processuais penais das execuções e das penas. Assim como um reaparelhamento privado de todo sistema penitenciário, que por razões trabalhistas, ora publico se tornam muito caro ao estado, severamente corruptível e ineficiente ao proposito de justiça, em pouco tempo.
Na escassez dos princípios civilizatórios, na falta da ética e da moral, a lei deve chegar de forma avassaladora, onde o bom senso, não chega.
A vida é um eterno renascer, a cada arvore que tomba mais uma florzinha desabrocha. Não necessariamente com a mesma idade e intensidade mas que medida assertiva tem a vida para profetizar a importância do que acontece.
O bairro de Copacabana, quando chove de verdade é um paraíso, das ratazanas, ratinhos e baratas mas quando esquenta se torna outro paraíso de menores assaltantes, arrastões no asfalto e pedintes generalizados. Os maus administradores da cidade, ainda acham que morar na zona sul é de graça.
O grande equivoco é pensar que tudo que é publico é do governo, pois não é, pertence a todos e todos por pertencimento comum, devem zelar por eles.
O ativismo cultural politico é a parte mais covarde de plataforma doutrinaria frente a uma população carente de oportunidades.
Em qualquer ocasião e sob qualquer pretexto, sempre serei um de vocês mas de forma alguma e pela inexistência natural, qualquer um de vocês não conseguirá ser um de nós.
A nova geração de adolescentes golpistas pela internet, não tem o menor arrependimento ou controle das vitimas de boa fé, que caem. Geralmente mudam as imagens com muita facilidade, optando por perfis cada vez mais inocentes e frágeis mas as historias são sempre as mesmas. Muitos na sociedade chegam a pensar que estes golpinhos do celular, via "pix", vem de dentro dos presídios mas na verdade não vem. São feitos sim por filhos e filhas da baixa classe media, que como robô consumidores de aditivos e escravos sexuais sem pudor, freqüentam descolados um dos morros e as comunidades de baixa renda, dominadas pelas milícias e o narcotráfico nas periferias dos maiores centros urbanos.
Sou apolítico partidário, as únicas politicas que tenho interesse são as publicas referentes a educação, arte e cultura. No entanto me entristece ver o nosso continente nacional brasileiro tão dividido, polarizado meio a meio, parece me que uma metade do Brasil vive em uma atmosfera e a outra vive na outra, com valores, aspirações e nacionalismo bem diferentes. A unidade histórica sempre nos manteve livres e soberanos, diante do resultado do ultimo pleito eleitoral presidencial, tenho medo.
Envergonho me por viver neste tempo utilitário, sem ética, sem moral, sem princípios familiares, sem honestidade, sem temor a justiça dos homens e a de Deus. Tempo de declino de humanidades, falência da sociedade e lendas marginais, subjugadas impunes passam a mais valer.
O que mais me entristece é saber que a humanidade insegura, cada vez mais nestes novos tempos líquidos, tem por mérito e culpa se omitir calado por medo de ser correlacionado, perante todas as maldades, as injustiças e as não respeitabilidades.
O declínio de uma sociedade imediatista se estabelece, quando a festa da chegada é bem maior, mais freqüentada e mais calorosa, do que da restrita festa de partida.
A vida a dois, é feita de carinhos e encontros mas alimentada prazerosamente por inusitadas leves perversões.
A dias que sei que já cheguei por este mundo como velho e que não nasci como a maioria, menino. Por isto, talvez, que tenham me colocado por nome de batismo, Abdias. O nascimento, a vida e a partida, ocorre bem diferente para certas pessoas.
Palavras brincando em rima, poesia. Pontes de versos, poderes diversos, sonhos, cores, noites e dias.
Sintonias e vibrações espaciais. Pressinto as luzes e as boas energias quando por vida me aproximo delas.
