Poema sobre a Alma

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Alma de mulher...


Tenho alma imensa... gigante
Feita de medo e coragem
De silêncio, amarras e voz
Amarras em laços, não em nós

Colorida, perfumada, bem cuidada
Dessas que sorri por bobagens
Que faz coro até pr'um bom desaforo
Que adora cartões, flores e mensagens

Minha alma caminha, salta, dança
É inquietantemente quieta
Mas só quando a noite parte
De dia, é quente... às vezes fria

É dada aos avessos e aos contras
Mas concorda com o que é certo
Tem hora que sai... vai embora
Mas não passa da porta e corre de volta

Minha alma nada entende
Além de ser só alma
Tá de bom tamanho assim
Porque quando ama, ama em mim

A arte de florir

A menina mulher
com alma de poesia
e delicadeza de flor.
Teve uma vida difícil;
mas nunca desistiu
de ser amor.

Ela é a própria primavera;
com sorriso de verão.
Ela é a toda maluquinha;
que pode muito bem ser
as quatros estações.

É uma menina mulher;
cheia de medos bobos.
Mas leva esperança no peito;
está sempre pronta
pra recomeça de novo.

Já sofreu horrores;
se fez de desentendida;
foi lá e flor.
Assim é essa menina;
tem mania de ser cor.
Poema autoria de #Andrea_Domingues ©

Todos os direitos autorais reservados 26/05/2020 às 00:00 horas

Manter créditos de autoria original _Andrea Domingues

ELA
Amava tanto!

Que mesmo
Tenho à alma partida em mil
Pedaços

Nunca
Desistia do amor em sua
VIDA.

A dor d'alma dilacera em silêncio.
Vem em gotas de frustrações diárias.
Surpreende num surto em pleno ócio.
Veneno lento que esgana várias esperanças. Sem piedade, assiste ao desmoronar interno, tijolo a tijolo. Sufoca com mãos pequenas. Triste ver o corpo murchar, perder o viço, desencantar junto às rugas profundas que marcam a vida. Uma flor esquecida, sem regas. A beleza dessa dor pungente não transparece fácil, é urdida pelas mãos do poeta dormente.

Alquimia
É transformar cores e ervas
em temperos para agradar
a alma, o olfato, o olhar.
Picantes como pimenta,
salgados como o mar.
Misturas que invento,
com cheiro de alecrim, sálvia, coentro, cravo e canela,
na dose certa, sem miséria ou exagero.
Escondem amarguras, tristezas
escritos nas papilas, pelas coisas do tempo…

Menina mulher
faz oq quer !
De alma tao pura ,
que impreciona a todos .
Bela como uma flor ,
tem a leveza de uma brisa .
Me encanta com um sorriso
È tao lindo seu semblante
que me leva ao paraiso ...

“Teu Beijo... Teu Corpo... Tua Alma...”

Olhares Ávidos... Pernas que Tremelicam...
Choro da Alma... Por Medos que ficam...
Medo da Perda... Da Solidão...
Do “Nunca mais”... Dor no Coração...

Saudade do Gosto, da Seiva Lasciva...
Saudade do Cheiro, da Expectativa...
Do Toque, do Abraço... Inflamado... Carente
Também do Amasso... Desvairado... Urgente...

Quisera tua Alma ser Menos Pedante...
Menos Presumida sem tanta Vaidade...
E quando eu Lembrar Disso... Até Nesse Instante...
Ficarei Lembrando... Com Muita Saudade!

Muitas pessoas já passaram pela minha vida,
muitas deixaram marcas eternas, saudade na
alma, alguns apenas passaram, outros fizeram
ninho em meu coração. Foram aconchego e paz
nos momentos que eu era apenas solidão.

O que está escrito aqui, meu ou de Ângela, são restos de uma demolição de alma, são cortes laterais de uma realidade que se me foge continuamente. Esses fragmentos de livro querem dizer que eu trabalho em ruínas.
Eu sei que este livro não é fácil, mas é fácil apenas para aqueles que acreditam no mistério. Ao escrevê-lo não me conheço, eu me esqueço de mim. Eu que apareço neste livro não sou eu. Não é autobiográfico, vocês não sabem nada de mim. Nunca te disse e nunca te direi quem sou. Eu
sou vós mesmos. Tirei deste livro apenas o que me interessava – deixei de lado minha história e a história de Ângela. O que me importa são instantâneos fotográficos das sensações – pensadas, e não a pose imóvel dos que esperam que eu diga: olhe o passarinho! Pois não sou fotógrafo de rua.
Já li este livro até o fim e acrescento alguma notícia neste começo. Quer dizer que o fim, que não deve ser lido antes, se emenda num círculo ao começo, cobra que engole o próprio rabo. E, ao ter lido o livro, cortei muito mais que a metade, só deixei o que me provoca e inspira para a vida: estrela acesa ao entardecer.
Não ler o que escrevo como se fosse um leitor. A menos que esse leitor trabalhasse, ele também, nos solilóquios do escuro irracional.
Se este livro vier jamais a sair, que dele se afastem os profanos. Pois escrever é coisa sagrada onde os infiéis não têm entrada. Estar fazendo de propósito um livro bem ruim para afastar os profanos que querem “gostar”. Mas um pequeno grupo verá que esse “gostar” é superficial e entrarão adentro do que verdadeiramente escrevo, e que não é “ruim” nem é “bom”.

Clarice Lispector
Um sopro de vida. Rio de Janeiro: Rocco, 2015.

⁠Com tristeza na alma
Mantenho a calma
E com o coração em dor
Só me consola o amor.

O tempo vai passando
E minha alma continua sedenta
Anseio por sua volta
Imploro por te ver
Pelo menos uma única vez
Não quero esquecer seu rosto
Necessito de sua imagem
Para continuar a viver

Quantas alegrias guardamos na alma por medo de não voltar a senti-las.
Quantas vezes acordamos querendo
trazê-las de volta e vivê-las novamente sem pressa.
É inteligente aproveitar cada segundo.
Cada dia é único,nossa vida é única,
No entanto somos um plural de emoções que vivem na singularidade de um coração que implora por sentir o melhor da vida ainda hoje !

E que nada nos tire o riso desprendido que sempre iluminou nossa face,
Que o amor nos inunde a alma e infle todos os sonhos que Deus nos permitir.
Que você seja abençoado e iluminado pela luz da esperança.
Que a sua alma seja pura e linda como o rostinho de uma criança!
Lanna Borges-

Que os afetos nos adocem a alma,tanto quanto as flores enfeitam a vida.
Que nossos sonhos sejam traçados por Deus,
E as nossas vidas protegidas.
Que a graça de viver nos prendam nas simplicidades do " encantar".

Manhã com alegria na janela...
Uma alma toda bela...
E tomando café cheia de fé.
Que lindo dia, meu Deus... Bom dia!

"ESSÊNCIA DA ESCRITA"

Em minhas poesias tento colocar a essência da minha alma
Em cada verso tento ser o mais sincero e objetivo.
Tento colocar cada frase em seu lugar. Minha inspiração?
Pode ser qualquer objeto, o tempo, um ser, a chuva ou até a lua.
Para mim escrever é como respirar, se tirar a poesia ou esse dom de mim
Seria muito melhor logo me matar,
Pois eu vivo colocando frase por frase, em seu devido lugar.
Mais antes de escreve-las, eu uso toda a essência da minha "VIDA"

Quero uma poesia que penetre em minh’alma,
E me faça por entre lágrimas
Sentir o gosto do riso:
– Nada foi perdido!

Na poética mansidão da madrugada
Sonhos se refugiam na inquietação da alma.
A lua, farol iluminado ao longe
Hoje é quem me faz companhia.

A olhar as estrelas por entre nuvens.
Uma lágrima cai, mas não podem vê-la
Porque é da alma que sai...

Há noites assim,
Em que os corpos não se pedem,
São noites brandas de desejo,
Mãos que repousam em palavras de paz.

A cada noite numa folha branca
Os versos pedem para nascer na
Mansa inquietação com que me cubro
Nos dias em que não estás...

Alma pura,
Brilhante,
Aos olhos cintilantes
Coração que fala a linguagem do amor.

Vida que flui
Na desfassatez
Na leveza
Da cor...

Olhos que enxergam
o belo presente
Que a alma carrega por dentro.
A mais pura face do amor...

Liberdade que brota
Como borboletas

Que chamam teu nome
Voam e purificam o ar
E te dam um codinome.

" Pérola "
Sonho e imaginação
Poesia
Encanto
O perfume do coração.

Queima o sangue um fogo de desejo,
De desejo a alma é ferida,
Dá-me os teus lábios: o teu beijo
É o meu vinho e minha mirra.
Reclina para mim a cabeça
Ternamente, faz que eu durma
Sereno até que sopre um dia alegre
E se dissipe a névoa noturna.