Poema seu Rosto Lindo
Ia tomando já cor o dia
Via-se que dentro do meu sonho
Irradiava uma luz negra
Via-se um rosto dorido, sofrido
Com os olhos baixos
Como que ausente.
Ao tocar-lhe tomou brilho
Com a luz do meu amor.
Logo o reconheci
Levantou o rosto e olhou-me
Perguntou, à quanto tempo ali eu estava
Eu respondi, que ali estivera sempre
Esperando por ele,
Mas a escuridão da vaidade
O tinha cegado.
Ia tomando já cor o dia
Via-se dentro do meu sonho
Uma sombra,
Um rosto dorido, sofrido
Com os olhos baixos
Como que ausente
Ao tocar-lhe tomou brilho
Com a luz do meu amor
Logo o reconheci
Levantou o rosto e olhou-me
Perguntou, à quanto tempo ali eu estava
Respondi, que ali estivera sempre
Esperando por ele
Mas ele vivia na escuridão da vaidade
E os seus olhos não suportavam
O brilho do meu amor...cegavam.
No sonho, beijei teu rosto
Abracei e senti do teu corpo reciprocidade.
Foi tudo tão real
Recordo o teu sorriso
Os teus dedos que suavemente me acariciavam
Do braço que deslizava
E aproximava o meu corpo do teu.
Mais uma vez, tu no meu sonho.
Mesmo que não saiba onde te encontrar
Dentro do meu coração
Eu sou feliz
Foi-me dada a certeza que existes.
Eu sinto-te em mim.
Na lua vejo o reflexo do teu rosto
Essa imagem aquieta meu coração
A alma sorri
Ah! movemos céu e terra!
Vem, mas não tires a minha paz
Ao entrarmos no jardim do amor
Não busques espinhos
Embebeda-te com o perfume das pétalas.
Foi se embora a magia do conto
Levou o sorriso sem explicação
O rosto ficou exposto ao tempo
E o resto no silêncio do vento.
Poema - A Verdade
Passa maquiagem
No rosto, não na realidade
Na mensagem
Passa a verdade
Não tem mentira
Não tem primeiro de abril
Minha poesia
É como um fuzil
Tem alvo
A verdade que falo.
Estou no Instagram
Estou no Face
Mas ei clã
Não tem fake
Homem de palavras
Uso elas
Como uma arma
Da forma correta
A caneta na mão
Tenho muitas munições.
Passa maquiagem
No rosto, não na realidade
Na mensagem
Passa a verdade
Não tem mentira
Não tem primeiro de abril
Minha poesia
É como um fuzil
Tem alvo
A verdade que falo.
Rugas
Essas linhas que aparecem no rosto e em todo o corpo,
Chegam para todas as etnias e classes sociais e,
Têm o nome de rugas.
E não são rugas de chorar, de sentir e sorrir
São da idade, do tempo que passou e não volta
Então, para que mentir?
Se não sentiu, não chorou e não sorriu
Elas iriam estar aí, do mesmo jeito
Com ou sem esmeros.
Pra que mentir?
Dizer que veem junto a experiência
Fazendo história e blá, blá, blá!
Pra que olhar-se tão vulgarmente,
E desculpar-se das próprias rugas
Provando da baixa autoestima.
Se tens a preocupação de justificar as rugas
Através dos ritos de passagem que envenenou o corpo
Conta outra! É resto, é o espírito que já está morto.
Sou paz, sou luz, sou beleza,
Sou a própria natureza
Com um rosto de mulher!
No mundo da poesia,
Cheio de encanto e magia,
Posso ser o que eu quiser.
Paz na alma
Sorriso estampado no rosto
a sua chegada
alegra o meu ser
e me deixa em estado de graça
O Primeiro Ritmo
O coração é o primeiro.
Não a pele que nos defende,
não o rosto que nos denuncia,
não a ideia que nos inventa.
Antes de tudo, um músculo.
Trêmulo.
Errado de tão certo.
Bate.
Sem saber se há alguém ouvindo.
Lá no escuro,
onde o mundo ainda é silêncio,
ele se apressa em existir.
Compasso clandestino,
riscando o nada com vontade.
O coração começa sem ter endereço.
Sem saber se será aceito,
se haverá colo,
ou ao menos tempo.
Ele bate.
No vazio.
Como quem chama por um nome
que ainda não foi escolhido.
Descobri isso tarde.
Como se costuma descobrir o amor.
Antes do pensamento,
há o susto.
Há o sentimento nu,
sem dicionário,
sem licença.
Descartes quis começar pela razão.
Mas a razão já é medo.
Já é contenção.
Já é tarde demais.
Antes de sermos gente,
somos urgência.
Ritmo.
Vergonha de termos vindo sem convite.
Melhor
Melhor é o êxito, do que o óleo no rosto,
o dia da morte, do que o do nascimento.
Melhor é ir à casa onde há luto, pelo morto,
do que ir à casa onde há divertimento.
Porque os vivos o aplicam ao seu coração,
vendo o fim de todas as coisas, nesta vida.
Melhor é chorar do que estando alegre ainda.
Pois com a tristeza do rosto, há mais edificação.
O coração dos sábios, está na casa do luto,
mas o coração dos insensatos na da alegria.
Mas todos pensam o contrário, quem diria?!
Melhor é ouvir a repreensão do sábio culto,
do que ouvir, uma canção do insensato.
E tudo é na vida um só artefacto!...
Fui até a sacada do meu apartamento e senti um vento frio em meu rosto ao abrir a porta.
Fiquei por alguns minutos olhando para o céu, vendo as estrelas e a lua, com o pensamento bem distante.
É incrível que muitas vezes pedimos tantas coisas para Deus, e muitas delas nós temos no "Agora", isso é sinônimo de muita fé e nos faz lembrar e perceber que muitas coisas que você pediu no passado hoje você realiza.
Nossos sonhos devem ser maiores que nossos medos, pois é Deus quem conduz a nossa caminhada, então deixe Ele escrever a sua história.
Eu saí naquela noite sem guarda-chuva,
sentindo as gotas da chuva deslizar sobre o rosto,
uma dança fria e sincera que me tocava mais
do que as palavras vazias que insistem em rondar.
Naquela noite, antes de dormir, chorei.
Chorei por mentiras que se fantasiam de verdades,
por promessas que nunca tiveram alicerce,
e por mim, que quis acreditar no impossível.
A verdade? Ah, ela é crua e profunda.
Eu não sei viver no raso, não sei me poupar.
Eu me entrego, mergulho, quero sentir o momento,
enquanto tantos apenas buscam o efêmero prazer.
Por isso, não me mande mensagens sem a intenção de ficar.
Não me procure se o seu coração for passageiro.
Deixe-me viver meus momentos de alegria,
mesmo que sozinha, pois prefiro a plenitude do real
ao vazio de uma presença que nunca quis ficar.
Poema : O ancião
As marcas no rosto, as dores no corpo, as mãos calejadas, são símbolos de quem já caminhou uma longa jornada.
Foram muitos momentos vividos, legados construídos, que jamais deverão ser esquecidos.
A estrada da vida até aqui percorrida, são regadas por lagrimas, trabalhos, dores, dissabores
é um caminho onde encontra-se espinhos mas também muitas flores.
Sorrindo, chorando, alegrando,
Entristecendo, ganhando, perdendo.
errando, acertando, correndo, parando
amando, decepcionando, sofrendo.
Idade do apogeu pois tudo que um idoso até aqui viveu, é escola pra ensinar outros que percorrerão caminhos que já percorreu.
Depois dos sessenta, O cansaço é real, as limitações se apresenta,
Mas o majestoso, é olhar para o idoso, e perceber que a riqueza e gloria de uma nação está sobre o ombro de um ancião.
Merecem nosso respeito, proteção, admiração, tudo que lhe é de direito conforme diz nossa constituição.
No dia do idoso.
Desejamos , Um abraço caloroso ,amor , paz e gozo.
*O Beijo da Lua*
Numa noite silenciosa, a lua beijou o rosto da Terra. As estrelas cintilaram de alegria, e o mundo se iluminou com um brilho suave. Nesse momento, tudo parecia perfeito. O amor da lua pela Terra era tão forte que ela decidiu deixar um beijo de prata em seu rosto.
E assim, a noite se tornou mágica, cheia de sonhos e possibilidades. A lua continuou a beijar a Terra, e o mundo se encheu de luz.
Menina de Luz
Menina de luz, sorriso de mar, nos olhos carrega o brilho do luar. Seu rosto, um poema em forma de verão, com traços que tocam o coração.
Cabelos de nuvem, dançando ao vento, cachos que guardam tempo e sentimento. Como uma deusa que pisa no chão, com passos que espalham inspiração.
A pele morena, sol em flor, traz no silêncio um mundo de cor. E quando sorri, tudo ganha sentido até o dia parece mais bonito.
Ela é força, é flor, é melodia, é o que o mundo sonha em poesia. E mesmo sem saber, encanta o lugar, só com o jeito de se expressar.
Com teu rosto de porcelana
Tomo cuidado para não parti
Comparo como cordas de um violino delicado, sendo tocado por mãos macias na leveza como se tivesse flutuando em um mar de notas. Em teus olhos vejo a estrada para completa minha dança final... Escrevi seu nome em uma estrela apagada para sempre me lembra de você, pois teu nome a iluminou, fez ela sentir mais uma vez como é estar viva seu nome é parte de você, mais é você quem o faz especial, faz viver o que não tem vida... Voltando para o passando e olhando o futuro fazendo de seus erros aprendizagem... Seu rosto de porcelana delicado como cordas de violino tem que ser tocado na mais simples delicadeza... Por saber quê sempre será você...
Em meio às sombras virtuais, onde perfis se escondem, User, o covarde, vagueia sem rosto, sem essência. Sem coragem de mostrar sua face, ele se camufla, Um vulto sem conteúdo, um eco sem voz.
Nas entranhas da rede, ele se esconde, Como um fantasma digital, sem substância. Opina, comenta, mas suas palavras são vazias, Sem a sabedoria que brota de experiências vividas.
Ele não é ninguém, apenas um nome sem rosto, Um eco perdido no vasto oceano da internet. Seus comentários, como folhas ao vento, Desvanecem sem deixar rastro, sem impacto.
Mas há esperança: a luz da denúncia brilha forte, Ergue-se contra a escuridão da falsidade. Os verdadeiros, os autênticos, resistem, Enfrentando a maré de perfis vazios.
User, o covarde, será revelado, Seu anonimato desfeito, sua máscara retirada. E na clareza da verdade, ele se desvanecerá, Enquanto os corajosos permanecerão, firmes e reais.
