Poema sem Amor Madre Teresa
Toda mulher é um poema .. suas história estão gravadas nas entrelinhas das suas curvas .... as estrias da sua pele contam histórias... apenas poucos homens nasceram com o dom do braile...Com a sensibilidade de uma boa leitura ...nem todos os homens possuem almas de poeta ...
Sou um poema , uma poesia , uma estrofe , letra ou até uma rima... mas não sou pra qualquer um... apenas os poetas compreendem os livros .. apenas os poetas amam as rimas ...
Senhor Raposo estava em seu melhor poema, desde que Floriano havia sumido da cidadezinha, porém o que não se esperava naquela manhã nublada e opaca, era aquele ipê roxo invadindo a vista da janela de Seu Raposo.
O amanhecer é um poema.. de boas vindas... é um cartão de visita ...é um sorriso iluminado no rosto... dizendo seja bem vindo mais um dia...me surpreenda se possível...
não consigo mais escrever sobre sentimentos cada poema que escrevo corações como o meu se partem de formas diferentes
Ela é anjo , poema , música.. ela é verso e prosa em todas as suas curvas.. ela é o universo de possibilidades, sol que ilumina , lua que brilha , ela é calmaria na tempestade , ela é furacao que passa revirando tudo..
Ela é feito poema .. poesia , música..uma pena que nem todo mundo tem a sensibilidade de ver com os olhos do coração .. nem todo mundo enxerga por dentro... o quanto ela é perfeita ..sim ela é um poema , mas nem todo mundo nasceu com o dom de admirar , de contemplar o que é bom ...
Saber ler o poema que o outro traz no olhar é a capacidade da sensibilidade reflexiva de seres vivos evoluídos.
© Ana Cachide
O bom poema é como descascar uma bergamota subtraindo-lhe a casca muito fina, com a gentileza de não lhe ferir a polpa.
Quando o senhor estava recitando o poema, eu senti que as palavras iam para lá e para cá. Para lá e para cá. Elas se moviam como o mar.
"Construa a sua história, faça uma jogada de mestre, um gol de placa, um poema épico, um romance perfeito. Talvez alguém consiga perpetua sua memória."
Eu sou uma incógnita ... uma caixinha de surpresas... Sou poema, poesia, estrofe, aquela música que não sai da cabeça...aquela saudade bandida que insiste em bater na sua porta e dizer tô aqui ... Eu sou a dona dos teus pensamentos..eu sou aquela lembrança gostosa que insiste em ficar aqui guardadinha a sete chaves...sou aquele segredo no fundo da alma que só você sabe.. o grande amor da sua vida...
poema da dor
Lá fora a chuva cai e as minhas lágrimas caem diretamente no chão, ela se joga sem direção. E eu aqui escavando resposta, minha vida está se resolvendo, a dor batendo na porta, não adquiro viver sorrindo, pois a dor é sombria e amarga que destroi o meu peito, me insulta até a alma. Meu coração acaba para eu viver na escuridão. Não existe mais esmalte no meu interior, a única fulgência está na lua, nunca vejo uma rosa desabrochar, não quero mais ver a rua, sua dor é nua e crua, ela me feriu sem pensar. Sua intenção é me matar, não sei o porquê sinto essa dor, mas não é falta de amor, não lembro qual o meu último amor, pois a dor me triunfou, sei que estou experimentando a dor. A dor está me batendo, um sofrimento que vai na alma, pois a dor me mata na soalheira, a dor me destroi e o sofrimento em mim constroi.
uma vez me disseram: " o poema tem as palavras que o poeta um dia n conseguiu disser a pessoa que ama", nunca me esqueci dessa frase, n sei quem disse nem quando disse, só sei que achei ela linda
Órfão por sua terra, maldito poema sobre o vazio de minhas escritas derrama o sangue da minha alma angústiada que sobre ela carrega as frustrações de uma alma perdida
Eu realmente não sei se já tem um poema ou frase sobre isso, mas, ouvi de um mó daora ele dizia assim o "se a pessoa não ama seus defeitos não merecem seu melhor" ai, parando para pensar né bem que esse mano tava certo
Aila era apaixonada pela arte, tinha o dom de escrever, escrevia poema e poesia, Aila também admirava as cantigas compostas por melodias harmoniosas que os trovadores cantavam nas vielas tocando seus alaúdes, suas flautas e os seus tambores, ela fabricava cerveja, vendia sua cerveja aos comerciantes e aos muitos viajantes que iam até a casa de pedra comprar a cerveja, a moça apreciava e admirava a natureza, ficava horas sentada na beira do riacho contemplando cada detalhe das plantas, das árvores e dos bichos que ali habitavam.
