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Poema sem Amor Madre Teresa

Cerca de 201611 frases e pensamentos: Poema sem Amor Madre Teresa

⁠o sentimento é um pássaro
que tem um ninho flutuante
num céu azul, límpido e eterno

a Poesia é uma Mulher, uma Flor de Lótus Lírica..

Inserida por arremedos_poeticos

⁠se o ódio tenta petrificar a alma
ela, a Poesia distribui asas
se palavras raivosas tentam
enraizar no coração
ela, a Poesia sopra sonhos
nos versos do verbo voar..

Inserida por arremedos_poeticos

⁠o que almejar
que não te contemplar

cuidar deste sentir
sentir destecuidado

em te sentir, em te cuidar
em mataresta saudade
em saciar este desejo

tão profundo e combatido
de querer-te mesmo
a todo custo impedido..

Inserida por arremedos_poeticos

⁠Não te esqueças que o tempo te ensina, mas este mesmo tempo te mata...
Aprender é necessário, mas viver é indispensável...
Se está querendo acertar, se permita o direito de errar..

Inserida por arremedos_poeticos

⁠"Com palavras se fala com a boca.
Com palavras, comportamentos e atitudes
se fala com coração.."

Inserida por arremedos_poeticos

⁠É no final eu desisti de tudo
A dor foi tão grande e a insegurança maior ainda, não sonho mais em ser rica nem muito menos ter tudo.
Só sonho em não acabar infeliz, como hoje eu sou....
A felicidade é relativa,
Dura apenas quando os meus pensamentos não chegam...
É saber que sou a minha única salvação não me dá nenhum conforto..
A vida não e uma brincadeira ela e apenas um jogo de azar !

Inserida por anna_vieira_silva

⁠Andas desacompanhada, sozinha nesse longo caminho, que se repete...
Cercada, mas só.
Trazes consigo um brilho que nem é seu... És algo imperceptível, mas que se percebe não por causa de si, porém sua existência já é algo fascinante.
Forjas o júbilo daqueles que se deleitam em sua essência.

Inserida por In_finitys

e no dia em que a chuva voltou
deus chegou tarde.
vi, na angustia dos teus olhos em chamas
a vitória do diabo
mais preparado, nestas coisas da morte.
.
entre lágrimas e cinza
deixa-me hoje, nos teus olhos.
porque hoje também morri. hoje.
no dia em que a chuva voltou
deus chegou tarde e não trazia a sorte!
.
mas para os que nada fizeram
ou nada mudaram e pensam
que estou a perder a fé em deus
desenganem-se: é muito pior do que isso
eu estou a perder a fé nos homens
.
e cresce-me uma raiva por dentro
que não sabia, ser capaz de gerar.
sinto-me capaz da insubordinação.
de uma revolução que dê sentido a esta sorte
e a esta vontade que tenho de chorar...

Inserida por mariajoaodumas

⁠Sobre o teu dorso sou homem
sou criança, filho do vento
Luz-me um sorrir por dentro
que meus olhos não escondem...
.

E um dia, que honrar-te eu tenha
Só aceitarei nobre a valentia
Daquele que me não tente a revolta
.

Porque a nobreza não diminui, enobrece
E a liberdade...é valor supremo!

Inserida por mariajoaodumas

⁠A sonata 14 de Beethoven me consola,
Os sentimentos ficam explícitos a cada nota
A tristeza toma conta, a angústia me apavora,
No momento, me sinto a própria derrota...

Eis me aqui a dor
A vida é lastimável,
E não existem remédios que curem, ou melhorem,
Lamentos e sofrimentos incessantes,

Quando tudo começou?
O sofrimento é intermitente:
Eles somem...
Mas sempre voltam de repente.

Não existem mais motivos,
Tudo que era bom dissipou
Ódio e ganância nos destroem
A tristeza é uma doença,
A felicidade é uma substância,
O amor, a possível salvação...

Inserida por OpensadorKau007

⁠Querido alguém

Borboletas são borboletas
Visitam feliz o jardim
Pessoas são sonhadoras
Vivem em busca de ser feliz

Sorria sem ser filmado
Dance junto ou sozinho
Feliz quem enxerga o detalhe
Que vive a vida devagarinho

Nem todo dia é bom
Mas todo dia bem-te-vi
Viver é deixar o coração
Florescer enquanto existir
Poema de autoria #Andrea_Domingues ©️

Todos os direitos autorais reservados 24/03/2021 às 22:00 hrs

Manter créditos de autoria original _Andrea Domingues

Inserida por AndreaDomingues

⁠MINHAS PEDRINHAS DE JOÃO E MARIA


Telhas d’água cobrem casas
copas, vagas, matas.
Dos poucos vãos que restam,
réstias beijam testas.

E, no palheiro da imensidade,
continuo a procura do pássaro perdido.
Perco-me como já perdi o chão tantas vezes.
Mas ouso adiante ir, porque é busca
de uma vida...

As margaridas silvestres da beira da esteira,
semeei-as para marcar o caminho da volta.
Talvez eu retorne pelo cheiro do ouro vivo,
talvez pelo brilho das estrelas rasteiras.

Inserida por janet_zimmermann

⁠A PRIMEIRA

E tudo era nada
e o nada era trevoso
E a treva, num súbito suave
pariu a estrela vertiginosa
E a refulgência foi feita
E era boa E era bela
Recendia primavera
E o verbo chamou, à lux, rosa
Foi a primeira Poesia

Inserida por janet_zimmermann

⁠LÍNGUAS E LAVAS

nos céus
das bocas,
palavras soltas.
meias vozes.
odes! brados!
entre brasas
e águas vivas,
espadas de Eros
radioativas
em batalhas
amuralhadas
por pétalas
carnívoras,
vigias armadas
até os dentes
dos beijos
sem paz.

Inserida por janet_zimmermann

⁠APRESSE-TE!

a manhã noviça
escorre
c’a areia movediça.

aos poucos,
com precisão inglesa,
morre no bojo da tarde.

hoje amanheci com a pá virada
pra lua de saturno:
pise leve nesta seara,
tire os coturnos a pressa os medos os remorsos.
voe revigorado
e pouse em mim pólen desgarrado

& beije-me para sempre!

que a manhã é noviça
e escorre
c’a areia movediça
.
.
.

Inserida por janet_zimmermann

⁠OUTROUTONO

Outro outono entra
sem bater. Entra
para abater.
Para reabastecer
a máquina putrefaciente.
Para dar de comer
à máquina viva
que nos dá de comer.
Para vivermos.
Para morrermos.

[Deus, preciso beber algo
que esteja a salvo!

Dai-me de Vós, Senhor!]

Inserida por janet_zimmermann

⁠Vírgulas

preciso vírgula
com urgência vírgula
desapegar-me das vírgulas vírgula
essas asas inversas vírgula
reguladoras dos voos livres

Inserida por janet_zimmermann

⁠ESQUECIMENTO LENTO

Rutilava coisamentos
que lhe abrandavam a pensamentarada.
De déu em déu
domava o coração da saudade.

Inserida por janet_zimmermann

⁠Quando não escrevo poesia sofro a falta do lápis.
Quando não escrevo poesia sofro a falta.
Quando não escrevo poesia, sofro.
Quando não, escrevo poesia.

Inserida por janet_zimmermann

a dor e as lágrimas
do profundo
do profundo de
minha alma

o homem que
preferiria morrer
a soltar suas mãos

e uma vez que
soltei
acabei por morrer..⁠

Inserida por arremedos_poeticos