Poema Religião
"Chamar o pecado pelo nome é legalismo,extremismo e hipocrisia,Testemunhar do seu pecado perdoado,é coerência Cristã."
Os mitos do passado religavam através de parábolas a essência do Homem ao Divino. Os do presente são os próprios "monstros" encarnados. O conjunto de narrativas nas tradições culturais antigas é chamado de mitologia. Na atualidade se configura como democídio, preconceito, supremacia de raça, exploração da Terra, morte, intoxicação coletiva e enriquecimento ilícito.. Dominar a própria alma animal dentro de um panorama bandidólotro, da ganância e ignorância, é a dificuldade maior de todos os seres encarnados na região dos paralelos. Observada também entre a linha do equador e o trópico de capricórnio. A humanidade mitológica está muito presa à mente da ilusão. O tempo de mudanças estão chegando. O banimento da dualidade? Parte dessa narrativa é verdadeira. Outra parte apenas uma lembrança recente do passado. A terceira ilusória. Anunnakis, que, de acordo com a mitologia suméria, teria criado a raça humana para trabalhar como seus escravos na extração de "ouro" do planeta Terra. É claro, não há provas concretas, além do que foi encontrado nos estudos da mitologia suméria, sobre a existência desses seres. Autorização em sincronia com o Cosmos. Save the planet. Baixar as Naves da Luz. #aboliçãomitológicacontemporânea
Ninguém nunca será maior que você se você não se ver pequeno. E ninguém nunca será menor que você se você não se ver grande.
A escória dos atletas é aquela que tenta mudar as regras do esporte para se adequar as suas fraquezas e limitações, em busca de ser chamado de vitorioso e não perdedor!
Todas as religiões apresentam um manual de procedimentos com base na doutrina que um ser humano escolheu. Para evoluir é necessário que você mergulhe dentro de si, meditando e buscando as respostas que deseja, em seu Deus interior. Não confie em religião alguma que não te oriente a buscar sua evolução mergulhando dentro da sua espiritualidade!
O povo não se resume ao pensamento do que discursa, mas quem discursa pode mudar o pensamento de quem ouve!
Quando a ciência interessa aos negacionistas, estes dizem que é obra de Deus. Mas quando essa mesma ciência contraria seus interesses e dogmas, essa ciência passa a ser a conspiração do Mal.
Não adianta conhecermos a história de vida dos santos, se não servir de inspiração para nossos passos.
A crença religiosa dentro de cada uma, diz respeito somente a tal. Se houver ética e moral, não há porque contrariá-la.
Se é exercida com apuro, deveras ser respeitada.
A verdade é que, a partir do caso Vladimir Herzog, ganhei uma projeção na mídia que jamais imaginara ao desembarcar no Brasil. O que, é claro, nunca havia sido meu objetivo: o engajamento obedeceu a um dever de consciência, a convicções religiosas e humanistas. Porém, o fato é que eu me tornara um judeu conhecido nacionalmente.
Não devemos viver na sombra do sofrimento da Cruz de Cristo, mas sim na Luz da Glória de Sua Vitória sobre ela.
Somos todos sepulcros depositários do Cristo aguardando sua ressurreição acionada por nós mesmos e, se ela não ocorrer, estamos apenas velando um Deus que não permitamos que seja vida, logo não existiu ainda a Páscoa em nós.
A questão não é ser evangélico, espírita, judaista, sikhista, budista, hinduísta, islamistas, umbandista ou cristão. A questão é que em todas as religiões sempre houve e vai continuar existindo pelos séculos afora pessoas que usam suas crenças religiosas para explorar a fé, esconder caráter distorcido e até distúrbios mentais graves como a psicopatia.
Não é o que uma pessoa diz, tampouco, as suas vestes que definem quem, de fato, ela seja. Não é e nunca vai ser o rótulo de uma embalagem que vai estabelecer o seu conteúdo. Ele pode até indicar, mas não garante. Portanto, não se engane, não é a aparência de alguém que define o que ela traz dentro de si, são as atitudes e como dizia Lao-Tsé: "A alma não tem segredo que o comportamento não revele."
Não se vive uma Páscoa velando, refletindo e idolatrando um ser morto, mas sim a vida promovida Dele e por Ele. Não basta retirar o crucificado do seu sacrifício de Cruz e depositá-lo num túmulo em bálsamos e encoberto em seda. Faz-se necessário compactuar com seu propósito em comunhão com Ele, em Espírito e em Verdade.
