Poema quero te Conhecer

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“Nenhuma sociedade é verdadeiramente livre quando seus cidadãos precisam conhecer o Direito para descobrir aquilo que lhes é permitido fazer.”

Conhecer a si mesmo é descobrir quantas vozes dentro de nós nunca foram realmente nossas.

Quando o cidadão precisa conhecer alguém para obter aquilo a que tem direito, o Direito já começou a falhar.

Nenhum algoritmo deveria conhecer o destino de uma pessoa melhor do que a própria pessoa pode contestá-lo.

A inteligência artificial poderá conhecer milhões de decisões; ainda assim, cada decisão justa continuará sendo singular.

“O Direito não precisa conhecer o sentido último da existência para proteger a existência de quem pergunta por ele.”

Conhecer a verdade é difícil; reconhecer que podemos estar errados é ainda mais raro.

Conhecer a natureza humana não elimina a necessidade de construir instituições melhores.

Conhecer as causas de um comportamento não significa necessariamente justificá-lo.

A liberdade de imprensa protege não apenas jornalistas, mas o direito coletivo de conhecer e questionar.

Conhecer a vulnerabilidade de alguém produz poder; transformar essa vulnerabilidade em instrumento de exploração produz responsabilidade.

Uma máquina pode conhecer nossas preferências sem conhecer o significado que elas possuem para nós.

O homem deseja conhecer o absoluto, mas carrega dentro de si uma razão construída para navegar apenas pelas margens do possível.

Conhecer a si mesmo é descobrir que o mais íntimo de nós também é território de mudança.

Talvez a maturidade intelectual consista em sustentar simultaneamente duas ideias: podemos conhecer muito e, ainda assim, ignorar o essencial.

O preconceito é o julgamento que nasce antes da experiência e condena antes de conhecer.

Conhecer a si mesmo é descobrir, dentro da própria consciência, tanto os fundamentos da verdade quanto os limites da própria arrogância.

Conhecer os limites do próprio conhecimento talvez seja a primeira forma de honestidade intelectual.

Conhecer o bem sem praticá-lo é possuir uma verdade que ainda não adquiriu força suficiente para transformar o caráter.

Onde existe uma realidade, a razão procura também compreender por que ela existe; conhecer o fato sem investigar sua razão é interromper a investigação antes de seu fundamento.