Poema que Fale da Vida
Apoiado Pé Direito
Amor
Essa coisa
Deliciosamente
Ridícula
Que faz
A vida
Valer
A pena
Desafio
À percepção
O amar
Entre dois
Tem complexidades
Semelhantes
À relação
Entre
Lado
E diagonal
Do quadrado
São incomensuráveis
Mas
Um
Não
Existe
Sem
O outro
Morro Pede Passagem
Ao mistério
Da vida
Que dele
Somos parte
Se dele
Entender
Não nós
É dado
Pelo menos
Senti-lo
Em toda
A intensidade
E grandiosidade
Longe dos Olhos Meus
É hoje
Dia de março
Dia dela
Água de março
Em minha vida
Primavera
De eterno verão
Amor de Amanhecer
Movendo
Vida
Permanente
Busca
No discreto
Charme
Lógico
Do
Analógico
Ressoar
Harmônico
Fluindo
indagações
Intuitivas
Instigantes
Vibrações
Buscando
Sabe-se lá
O quê
Melancolia
De banco
De jardim
Abrigando
Solidão
Que precisa
De amor
Amor
Que precisa
De solidão
REAL IDADE
Sua vida
Fantasia
Vivida
Sem quê
Nem
Por quê
Deixar
De ser
Na trilha
Em
Que trilha
Assentado
Na pedra
De assuntar
De real
O presente
De referência
O
Que se foi
O futuro?
Ora
O futuro!
Rebeldia
Na vida
Risco maior
Habituar-se
Com
O
Estabelecido
Rebeldia!
Provocar
O pensar
Não
O que
Pensar
Rebeldia!
Envelhecer
Tentando
Rejuvenescer
Rebeldia!
Ter sempre
Em mente
A vida
Rebeldia!
Mesmice
É
Idiotice
Rebeldia!
Na caverna
Retro tópica
De Platão
Rir
Das sombras
Rebeldia!
O Assinar Flautista
Aquele
Ponto
Da
Existência
Em que
Se apercebe
Da
Beleza
Da vida
Apolo
Nem tão
Apolíneo
Dionísio
Mas
Nem tanto
Mênades
Sátiros
Cantos
E
Danças
Flautas
E
Pandeiros...
Deuses
Do
Olímpo
Tão
Paradoxais
Quanto
Improváveis
Pecado Pascoal
Ao mistério
Da vida
Que dele
Somos parte
Se dele
Entender
Não nós
É dado
Pelo menos
Senti-lo
Em toda
A
Intensidade
E
Grandiosidade
Há vê Unidas
Ruas
Por onde
Passa
Ali
Novamente
Passando
Vivências
De vida
Vivida
Vividas
Boas vidas
Jamais
Esquecidas
Erasmo e a Porta
É necessário que pela primeira vez na vida, diz Hamlet em todos longos os monólogos, que você consiga dizer apenas o que as coisas são, e para isso, Hamlet teve que se fingir de louco. Porque como escreveu Erasmo de Roterdão e, publicado em 1511, Elogio da Loucura, às vezes é necessário ser louco para dizer o óbvio. Às vezes é preciso ser louco para dizer que todos os problemas que nos são mostrados, são problemas falsos, para que nós não vejamos os reais. Que todas as festas, são um barulho alto para impedir que eu expresse a melancolia densa e profunda da minha existência, e quanto eu mais escrever, potássio, potássio, potássio! É sinal que eu estou triste, triste, triste!
Entre Galhos Verdes
O preço de qualquer coisa, é a quantidade de vida que você troca por isso. Quando a dor de não estar vivendo for maior que o medo da mudança, a pessoa muda. Para onde o pensamento vai, quando ele é esquecido?
Coragem é a resistência ao medo, domínio do medo, e não a ausência de medo.Qual seria a sua idade se não soubesse quantos anos tem?
Estou morrendo sem estar doente, estou morrendo de uma existência fria demais para resistir.
O que é a vida?
Como sendo a criação permanente do novo, a vida é o que acontece entre uma respiração e outra, é uma condição de energia que busca mais energia, potência em busca de potência. Intervalo de tempo em que uma energia dura com alguma consciência que acredita ser alguma coisa, dor e sofrimento, afinal de contas não me lembro de ter sofrido antes de nascer e tenho a nítida impressão de que não sofrerei depois de morrer, a vida é o excesso, a surpresa e a fecundidade.
Estradas & Entradas.
A vida
Em frente
Vivendo
De assim
Viver
Mirando
Bem lá
O horizonte
Bem onde
O céu
Encontra
O chão
De dia
Juntando
Nuvens
De noite
Dormindo
Estrelas
Sonhando
Sonho
Bem bão
O avesso das águas
Guardam o segredo da vida
Segundo
Darwin
O homem
Descende
Do macaco
Pelo visto
Humanos
São macacos
Que deram
Errado
Conjugação Cotidiana
A vida como
Um seio exausto
Assim tão reluzente
Sobre a noite e do mar,
Lhe veio a voz
E só então, foi totalmente a sós
Sentiu-se pobre
E triste como Jó
Da carne nos rasgos
Da febre mais quente
Que
Jamais queimasse
Mas nunca como antes
Nem paixão tão alta
Nem febre tão pura
Em noites de insônia
Que Ela Regresse
Andar
caminhar
Sair
Por aí
Sentir
O pulso
Da vida
ir
Ao Encontro
De
Um tempo
Em que
Culpa
Era
Desperdício
De emoções
O Não Fazer Abstrato
Além de cada coisa
É coisando
Que
Se costura a vida
Tem dia
De cozer da vida
Em dia
De coser retalho
Onde não queres
Nada
Nada falta
Tecendo os sonhos
Mais humanos
Capaz de todos os enganos
Que é
Coisa
Do sertão
De veredas
Mais
Que serra
Cordilheira
Travessia
Com
Trenheira
Lá
Bem onde
Tudo fica
Bem alí
Região
Terra
De
Curraleiro
Sempre-viva
Tirijum
Tem
De tudo
Quanto há
Sobe serra
Desce serra
Mora aqui
Mora acolá
Paredão
Grotão
Mora onde
Que Deus
Deu
Mora onde
Que Deus
Dá
De
Gaitada
Espontânea
Molho
Do que
Juntá
É trem
Danado
De bão
E deixa
A vida
Levá
O Arquétipo
É sorrindo
Que se passa a vida
E no caminhar
Que se encontra caminho
É no caminho
Que se encruzilham Rumos
É no destino
Que sou levado
No labirinto da existência
O riso floresce
Qual raio de sol
A cada passo
Uma bifurcação
No palco da vida
A dança se cumpre
Na fenda incerta
A alma persiste
Rumos se cruzam
Destinos se cumprem
No livro do tempo
Cada momento
É
Uma página escrita
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