Poema que Fale da Vida

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⁠Mais um ano de vida se inicia. Que maravilha poder celebrar o seu aniversário! Felicidades em cada detalhe dos seus dias! Que venha bênção e conquistas na perfeita vontade de Deus. Parabéns!

A vida é uma caixa de surpresa na qual, quando se vai abrindo, fica cada vez mais difícil para chegar aos desejos.

"Na vida do cristão duas coisas podem acontecer; ou Jesus usa você pra ganhar o mundo, ou o diabo usa o mundo para ganhar você.

Todos envelhecem com o passar dos anos, mas nem todos amadurecem com o passar da vida. A dor é inevitável; transformá-la em aprendizado é o que faz a diferença.

Como na tua juventude, continue a amar a vida, alegre, doce e bela, jamais perca aquele sorriso feliz e olhar penetrante, cuja alma é atravessada e capturada por eles.

A vida é a passagem mais deliciosa, ondesou acolhido de formalivre e aconchegante, com os mais docesbeijos das flores, osegredo é o dedicado cultivo do meu jardim interior.

No Verão foi o seu Jubileu, algo estranho aconteceu, era Inverno para mim, coisas da vida, enfim. Tudo estava em suas mãos, de longe vi tudo entre os vãos. Buscando uma saída no corredor, para ser envolto no seu amor.

'Amor'
Existe um centro de gravidade na vida, ele se desloca rumo ao outro, o ser não habita só nele, mas também na realidade do ser amado, descentraliza o seu eu, pois o "outro" está nele.

A vida se dobra sobre si mesma como um caminho de pedra enegrecida pela chuva: o que parece silêncio é o murmúrio de todos os erros não confessados, e o que parece vazio é apenas o espaço onde o tempo esqueceu de colocar sentido. Cada gesto é uma sombra de outro gesto, cada palavra é uma lâmina que corta tanto o mundo quanto quem a pronuncia, e o observador que acredita estar fora da cena já é parte dela, moldado pelo eco que se recusa a se calar.

Viver dói — sempre doeu. Quem tenta escapar da dor termina por esquivar-se da própria vida: contorna riscos, suaviza experiências, recusa o impacto que forma e transforma. Ao poupar-se do que fere, priva-se também do que expande. A existência exige exposição; não há plenitude sem atravessamento. E, no fim, descobre-se que o maior sofrimento não foi a dor sentida, mas a vida que deixou de ser vivida.

Dispendem-se dois terços da vida apostando que a felicidade reside em ser bem-sucedido, bem remunerado, bem-visto — como se ela dependesse do olhar alheio. Constrói-se uma existência voltada para fora, calibrada por critérios que não nascem de dentro. E, nesse jogo, quanto mais se tenta parecer feliz, mais se adia a experiência de sê-lo. Porque aquilo que depende de ser visto não sustenta quem, por dentro, ainda não se encontrou.

Quando se mima na infância, a vida adulta revela o preço: forma-se um sujeito egocêntrico, intolerante à frustração e disposto a se priorizar, ainda que isso implique ferir o outro e não pensar nas consequências dessa dor.

É preciso esvaziar nossa mochila da vida, alguns pesos que carregamos, não nos pertence!

⁠Quer ter paz dentro do teu deserto?
Vive uma vida de leitura bíblica, oração e jejum!

⁠A presença de Deus na sua vida, não deixa ninguém roubar a sua paz, e o teu sonho, e quando deitar, e coloca a cabeça sobre o travesseiro, logo pega no sono, e dorme tranquilo, porque a presença de Deus te guarda!!!

Perder um filho é devastador. Sendo único e desistido da própria vida, é enlouquecedor.

⁠Certa estou de que do jeito que está não pode continuar. A vida é feita de escolhas e decisões, não adianta adiar o que é importante.

⁠Eu amei você mais do que a mim. Talvez esse foi meu maior erro. Você era meu tudo. Deixei uma vida pra trás por você. Pena que nunca entendeu.
Eu sempre fui idealista. Se amo é com toda força do meu coração. Se luto por algo vou até às últimas consequências. Se ganhar meu afeto me ganha pra sempre.

⁠Dia 31 de dezembro de 2020. Esse foi o ano do terror. 2019 o ano da maior dor da minha vida. Ambos eu gostaria que nunca tivessem existido.

Na travessia do barco que chamamos vida, nem sempre escolhemos o que carregamos no porão. Algumas lembranças pesam como âncoras, apertam o peito e silenciam a alma; outras, leves como vento manso, empurram-nos adiante e nos lembram quem somos. Ambas existem para nos ensinar: a dor mostra profundidade, a alegria revela sentido. Navegar não é esquecer as tempestades, mas aprender a usar até as cicatrizes como bússola, seguindo em frente com mais consciência do que esperança ingênua — e com mais verdade do que medo.