Poema que Descreve o Amor

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Para ela, é azul,
Para ele, cor de mar,
- Para mim, cor de vinho,
Ele, ele não descreve o que vê.
Até o momento, não sei por quê,
E ele também não sabe dizer.
- Oras, é azul!
- Oras, é cor de mar!
- Não, é cor de vinho!
Que costume mais mesquinho, de a tudo nome dar!
Para ela, é azul.
Para ele, cor de mar.
Para você, cor de vinho.
E para ele, bem, para ele tudo pode ser.⁠

Inserida por Histerye

⁠A poesia encanta , faz sorrir e chorar e o principal descreve o coração com um simples olhar.
A alma de um poeta tem muitas faces, basta um pedaço de papel, uma caneta e observar.
A música vira poesia, o toque um belo verso, a beleza é descrita com perfeição e o autor é só inspiração.

Poesia de Islene Souza

Inserida por ISLENESOUZA

⁠Sou poeta

Sou uma poeta que admira
escreve de forma bonita,
e descreve de forma compreensiva e muito bem entendida,

Uso palavras lindas e difíceis, mas
Confesso que se olhar bem e saber interpretar, saberá oq tenho a falar
na minha bela poesia

Na minha poesia escrevo
oque penso
e oque eu sinto
e oque não consigo dizer
por falas minhas

Mas sou uma poeta cheia de
poesia que guarda pra si
as suas belas escritas.

Inserida por Sarinha01

⁠Esses seus olhos verdes,
São Tão profundos como o oceano;
É até impossível descreve-los,
Pois seu brilho é soberano

Eles parecem vorazes e devoradores
Tão intensos e sedutores.
É algo que reluz, que encanta
É como uma chama ardente.
Uma magia e tanta...

As vezes me perco em seu olhar,
Ao vê-los, me fogem os argumentos.
Mesmo que eu queira muito falar

Seu olhos descrevem um ser iluminado
Um Coração apaixonado.
" Uma princesa, que busca ser amada"

Seus olhos são tudo...
Seus olhos são meu mundo
Seus olhos deixam, a minha alma apaixonada.

Inserida por William_Cavalcante

⁠
Saudade, palavra presente em pensamentos.
"Saudade" descreve a mistura dos sentimentos de perda, falta, distância e amor, o que é mais incrível é que a palavra "saudade" vem do latim "solitatem" (solidão), seria essa talvez o real sentindo da palavra?

Inserida por andre_manhaes

⁠Uma carta para alma gêmea.

Dez mil palavras não descreve oque quero dizer.
Em três mil mundos, em 10 mil vidas, não descreve o sentimento do seu rosto os seus olhos sorrindo para mim.
Nunca estou só, pois sempre que fecho meus olhos, você aparece, quando minha mente vagueia, você me agrecia com a sua imagem, permeando minha mente a imaginação, em um sentimento forte que manifesta, flui constantemente e transborda.
Dizer o que eu sinto para o mundo não o suficiente, para isso, vivo a cada vida atrás de você, como uma alma gêmea sempre te procurando para te lembrar de todo meu amor e carinho, nem as areias do tempo que escorre entre os dedos, e nem a eternidade pode apagar.

Inserida por RicardoSouzaGuedes

Provei sensações que não foram
inventadas palavras para descreve-las
mas talvez as palavras já inventadas
poderiam servir como um sentimento
próximo com a real sensação de provar

Inserida por EnideSantos

⁠
ODISSEIA
.
Personagem principal
É um espírito diferente
Pois descreve esta história
Com oratória fluente
Por meio da lógica e razão
Prevalecendo a emoção
Ao usar voz e sua mente!
.
Ulisses é o personagem principal da obra, um herói pouco convencional que tenta solucionar os problemas através da lógica e da retórica, não através da violência. Apesar de todas as dificuldades, revela um espírito resiliente e nunca desiste de reencontrar a sua família."

Inserida por AirtonSoares1952

Em O Banquete, Platão descreve que um de seus amigos ali presentes expõe a seguinte teoria sobre o amor: em outro mundo, tínhamos cada membro do corpo em duplicidade (braços, pernas, cabeça etc.), éramos dois em um só. Como castigo, viemos para este mundo separados e estamos fadados a procurar nossa alma gêmea, nossa outra parte.

E se, por acaso, neste mundo, nossa outra parte não sobreviveu? Ou se em algum momento nós já nos encontramos e nos perdemos? Como alguém neste mundo saberia reconhecer a presença do outro quando finalmente o encontrasse? E como teria certeza disso?

E se, no primeiro mundo, nunca nos demos bem, mas mesmo assim éramos um só, como, neste mundo, eu seria eu sem você (um sem o outro)?

Inserida por naoacredito

⁠*
✍️📲


"O celular 📲 se tornou um acessório
tão necessário,
que, descreve todo o nosso histórico,
e na falta dele nos sentimos paranóico."
***

Inserida por ostra

O verdadeiro poeta descreve seus poemas
sem vaidade, de corpo e alma.
Passa para o leitor, o mais puro sentimento
de atração, sedução, de quem somente já
vivenciou tal emoção, podendo narrar com tamanha dedicação....

Inserida por Boysdontcry

O protagonista descreve
Suas memórias colossais,
Ocorridas com o mesmo
Neste simplório volume.

Inserida por michelfm

⁠Eu nunca tinha me reconhecido assim,
com o cheiro que tu me descreve
Do cheiro ao sabor, a textura e o calor
Cacau é pra ser devorado e apreciado
Sinto parte do divino quando me mói

Inserida por eduardopatez

Herdeira do meu coração és bela e ler os meus pensamentos que minha alma descreve com palavras gritantes em um rascunho;
Só o acaso é literalmente a fortaleza dos covardes para dar o medo a quem não acredita no amor;
O meu prosseguimento se dar com os meus passos sóbrios da alegria que não me fazem lembrar das mentiras sinceras;

Inserida por JULIOAUKAY

⁠•⁂☪✯❦Pensei, vivo pensando, sou um pensador✍️
que descreve e não simplesmente escreve
No plural vivo e não apenas existo ࿓༄࿓☜•⁂☪✯❦

Inserida por Starisy2

Eu gosto
de coisas que não se descreve
Prefiro viver diferente
daquele jeito sem graça
Que tanta gente vive
Enquanto pensa
Que comprar e vender fumaça
Me faça crer que elas vivem
Eu gosto
De não precisar limpar
tanta fuligem
A cada dia que amanhece
Eu gosto
do que não se vê no rosto
Posto isso
Eu realmente gosto
Que haja algum compromisso
Mesmo quando dizem
Que não presto
E aposto
Que quando gosto
Existe um motivo divino
Meus olhos cansados
E minha alma de menino
Com o tempo aprenderam
Que quando se gosta
E não se vê no rosto
Pode procurar e ver
Que muito provavelmente
Vou gostar de todo o resto.

Edson Ricardo Paiva.

Inserida por edsonricardopaiva

Aprendi que não posso exigir o amor de ninguém...
Posso apenas dar boas razões para que gostem de mim...
E ter paciência para que a vida faça o resto...

Perguntei a um sábio,
a diferença que havia
entre amor e amizade,
ele me disse essa verdade...
O Amor é mais sensível,
a Amizade mais segura.
O Amor nos dá asas,
a Amizade o chão.
No Amor há mais carinho,
na Amizade compreensão.
O Amor é plantado
e com carinho cultivado,
a Amizade vem faceira,
e com troca de alegria e tristeza,
torna-se uma grande e querida
companheira.
Mas quando o Amor é sincero
ele vem com um grande amigo,
e quando a Amizade é concreta,
ela é cheia de amor e carinho.
Quando se tem um amigo
ou uma grande paixão,
ambos sentimentos coexistem
dentro do seu coração.

Desconhecido

Nota: Muitas vezes atribuído a William Shakespeare, Mário Quintana e Veronica Shoffstall, sem que se confirme nenhuma dessas autorias.

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Há certas horas, em que não precisamos de um amor...
Não precisamos da paixão desmedida...
Não queremos beijo na boca...
E nem corpos a se encontrar na maciez de uma cama...

Há certas horas, que só queremos a mão no ombro, o abraço apertado ou mesmo o estar ali, quietinho, ao lado...
Sem nada dizer...

Há certas horas, quando sentimos que estamos pra chorar, que desejamos uma presença amiga, a nos ouvir paciente, a brincar com a gente, a nos fazer sorrir...

Alguém que ria de nossas piadas sem graça...
Que ache nossas tristezas as maiores do mundo...
Que nos teça elogios sem fim...
E que apesar de todas essas mentiras úteis, nos seja de uma sinceridade
inquestionável...

Que nos mande calar a boca ou nos evite um gesto impensado...
Alguém que nos possa dizer:

Acho que você está errado, mas estou do seu lado...

Ou alguém que apenas diga:

Sou seu amor! E estou aqui!

Desconhecido

Nota: Apesar de muitas vezes atribuído a William Shakespeare, não existe qualquer referência a esse texto em inglês, a língua materna do autor.

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Tenho amigos que não sabem o quanto são meus amigos.

Não percebem o amor que lhes devoto e a absoluta necessidade que tenho deles... Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos! Até mesmo aqueles que não percebem o quanto são meus amigos e o quanto minha vida depende de suas existências…

A alguns deles não procuro, basta-me saber que eles existem. Essa mera condição me encoraja a seguir em frente pela vida. Porque não os procuro com assiduidade, não posso lhes dizer o quanto gosto deles!

Eles não iriam acreditar! Muitos deles estão lendo esta crônica e não sabem que estão incluídos na sagrada relação dos meus amigos, mas é delicioso que eu saiba e sinta que os adoro, embora não o declare e não os procure.

Às vezes, quando os procuro, noto que eles não têm noção de como me são necessários, de como são indispensáveis ao meu equilíbrio vital, porque fazem parte do mundo que eu, tremulamente, construí e se tornaram alicerces do meu encanto pela vida.

Se um deles morrer, eu ficarei torto para um lado. Se todos morrerem, eu desabo! Por isso é que, sem que eles saibam, eu rezo pela vida deles e me envergonho porque essa minha prece é, em síntese, dirigida ao meu bem-estar. Ela é, talvez, fruto do meu egoísmo.

Por vezes, mergulho em pensamento sobre alguns deles. Quando viajo e fico diante de lugares maravilhosos, cai-me alguma lágrima por não estarem junto de mim, compartilhando daquele prazer… Se alguma coisa me consome e me envelhece é que a roda furiosa da vida não me permite ter sempre ao meu lado, morando comigo, andando comigo, falando comigo, vivendo comigo, todos os meus amigos e, principalmente, os que só desconfiam ou talvez nunca vão saber que são meus verdadeiros amigos.

Paulo Sant'Ana

Nota: Crônica intitulada "Meus secretos amigos" publicada por Paulo Sant'Ana no jornal Zero Hora de 15/04/1994 e que faz parte do seu primeiro livro "O Gênio Idiota". Muitas vezes atribuída, de forma errônea, a Vinicius de Moraes, sob o título "Amigos"

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