Poema Quase de Pablo Neruda
Minhas aflições foram quase inconsoláveis ao meu coração, mas nada e ninguém são impossíveis a Deus;
Quando você fica nervosa percebo que quase chora, mas sem tempo de falar o meu nome não me apeteça para fugir das minhas investidas;
Demonstrar a plenitude em partículas de palavras
É um trabalho quase absurdo que muitos não compreendem;
Suas atrações físicas me desatinam e seu trejeito quase inocente me encanta, mas de todos os momentos que me envolvem as suas ousadias são as que mais me intencionam a você;
Mas não quero que minhas intenções tornem-se comuns, portanto as nossas conexões sentimentais são necessárias para que adentremos a felicidade juntos;
Amo Silenciosamente, quase inperceptível, mas que quase nunca é notável... Mesmo transbordando corações;
É quase impossível eu me apegar à alguém. Mas quando eu me apego, a pessoa à quem eu me apeguei, se torna uma parte do meu corpo; com a qual eu não posso viver sem.
É quase impossível controlar a razão e a emoção ao mesmo tempo. Mas se eu não conseguir, o que será de mim?
Quase 16 anos e muitos não querem enxergar. Tornar comum o que DEVERIA incomodar. O mal só é mal enquanto não é estrutural. Passou disso é cultuar ao que é “infernal”.
Facilmente serás enganado, se só olhares para as aparências. Se procuras proveito nos outros, quase sempre terás prejuízo.
O vosso caminho encontra-se no interior de cada um de vós, e quase todos perdem tempo procurando-o fora...a vossa alma é um labirinto com muitos caminhos, com uma única saída! Precisam estar bem atentos para poderem chegar ao fim, a maioria de vós acabam a vida sem encontrar o caminho que vos leva à saída, perdidos! Se não conseguirem manter sempre a Luz acesa, acabam tontos , baralhados, cansados de tropeçar no lixo que acarretam para dentro da vossa alma! É por isso que choram, sentem dor e não percebem porquê!
Quando crianças são-nos impostos muitos limites, quase sempre pensando na nossa proteção e só em adultos a maioria tem coragem de desafiar e testar esses limites!
Alguns vão esbarrando nesses limites e desistem. Outros com persistência e paciência conseguem romper essas barreiras, e só aí começam a saber que têm escolhas e que só a eles cabe fazerem o próprio caminho e encontrarem a verdadeira felicidade, com liberdade.
Nem sempre a inveja é pelo que alguém tem. Mas quase sempre por quem ela é. Eles só queriam ser igual a você.
Quando o nosso comodismo vira aliado da nossa teimosia nos deixamos escravizar por quase nada. Involuntariamente permitimos que nossa independência, motivação e inteligência sejam inutilizadas, consequentemente, a miséria e tristeza passam a ser atributos habituais até sermos destruídos.
A natureza é perfeitamente justa e selvagem. A calma e a quase exatidão só se consegue por aproximação tecnológica mas aos olhos experientes do bom observador que não só olha mas também vê percebe que é muito artificial.
Assim é o tempo e a vida das formas e das cores.Nunca pode se confundir o efeito visual do reflexo na sombra e o efeito visual do reflexo na penumbra, são muito semelhantes mas bem diferentes.
Ser menos. Ter muito menos. Aparentar ser quase nada. Acreditar mais.Sonhar mais.
Fazer mais.Duvidar menos. Compartilhar e perdoar mais e mais.Muito mais.E mergulhar em amor em cada um à frente, sempre e sempre.Afinal só pelo coração apaixonado que caminha se de braços dados, com a verdadeira alma da gente.Não morno mas quente. Muito quente.
Colher o fruto la do alto da arvore, onde eu quase pensei que não alcançaria. E com ele nas mãos retiro a pele. Separo e dou o melhor pedaço da fruta madura para você, saborear. Alegro me com o doce da seiva do fruto e da flor que aviva seu olhar infantil de muitos sonhos frente ao mar.Ouvir baixinho seus suspiros. Orar e rogar aos anjinhos dos caminhos que sempre haja flores silvestres, passarinhos cantadores e borboletas de todas as cores por onde você nesta vida passar.Descobrir que o sentimento mais puro de querer bem vem por doação espontânea e não por qualquer tipo de troca, permuta ou reciprocidade. Afinal tudo acontece do seu próprio modo e no seu tempo e local particular. Amar.
Odeio, quase sem perdão, quem me tira da solidão, promete ilusão e fica com joguinhos infantis dizendo não.
