Poemas sobre a praia onde o mar inspira versos
# Ela só precisava de um pouco de calor, carinho e amor. Ela foi para praia, buscar o que não encontrou nas noites frias da cidade. No litoral, ela sabia que o sol iria aquece-la, os grãos de areia iriam acariciar a sua pele e o mar a beijaria, como se ela fosse única e desejada. O gosto de álcool e todo sofrimento iria embora. E assim, ela se sentiria amada e completa novamente.
Dizem que dinheiro não traz felicidade. Mas veja bem. Como você vai ao cinema? a praia, anda de ônibus, compra roupa,
etc... Para mim ele traz felicidades sim, mas nem todas às felicidades posso comprar com o dinheiro.
amar e lutar desesperadamente no mar das tormentas, enquanto a onda da resignação nos atira a praia do esquecimento
Assim como as tartarugas voltam à mesma praia onde nasceram para reproduzirem, como os salmões voltam ao mesmo rio onde nasceram, como as aves voam para o norte no inverno, assim também é o coração do homem que busca voltar-se para Deus!
Apanha sol, leva a prancha de surf, bebe uma minis, mergulha no mar, mas não morras na praia. Persiste e desfruta.
O sol se escondeu ,o tempo já se foi, assim como areia da praia vai para o mar a vida é uma estrada que tem desejos de andar, mas um dia a vida chega e desembarca no seu lugar e os pensamentos viram apenas neblinas pelo ar.
É algo simples gosto de vc e pronto, queria estar perto, jogar conversa fora, pegar uma praia com vc, estar perto pra quando vc precisar, te conhecer mais, só isso.
Ai rapaziada fica triste não, esse ano não deu pra curtir na praia, não deu pra lançar a moto zero, o carro novo, os kit dahora. É fim do ano e você tá aí sem grana e sem ninguém pra fortalecer, mas não esqueça que vem aí um ano inteiro pra vocês conquistar tudo aquilo que em 2020 não deu, veja bem com quem você vai usufruir suas conquistas em 2021, pois relógio quebrado só atrasa o nosso lado! Forte abraço e ótimo fim de ano a todos 🤟🏻🤞🏻
Saber que tu tá na mesma cidade e não poder te ver e te beijar é como ir ah praia não sentir a água do mar.
Somos muito presunçosos. Achamos que a chuva cai porque queremos ir à praia, e que faz mais frio quando estamos sem agasalho. Não se deve dar sentido pessoal à natureza, muito menos tomar posse dela.
Você já foi em uma praia, e já notou que quando a onda vem e apaga suas pegadas da areia. Ironia a vida é que, a acontece a mesma coisa. As pessoas entram nela e deixam pegadas na gente,seja elas boas ou ruins. Fato que no final não vai passar tudo de uma lembrança...
Você é linda como um dia de sol,como uma paisagem de praia,como uma flor mas não em um jardim comum e sim aquela flor selvagem que se destaca em meio a tantas plantas daninhas.
Quero te amar sobre as ondas do mar, na beira da praia eu sempre vou te amar, quero fazer um castelo só pra te abrigar , minha linda rainha pra sempre vou te amar❤️..
As pessoas amam praia, eu gostaria mesmo era de viajar, conhecer a Holanda, e visitar a casa de ANNE FRANK. Cultura não se faz com água do mar, pareço ser louco, mas para mim é pouco o que sinto diante de tanta loucura.
A abertura central, começada pela claridade uniforme da praia, continuada pelo azul forte do mar esmaltado pelos ricochetes flamejantes do sol, terminada pelas transparências do céu dando as impressões contrárias de fechamento e de ilimitado, era rodeada pelos "décors" mais atormentados e obscuros de uma periferia feita de todos os castanhos da rocha avivados pelos esplendores da manhã, da sombria elegância dos troncos onde o cinzento e o castanho se transformavam por vezes em negro, dos verdes misturados das copas desiguais e esburacadas, cobertura esfarrapada pela dispersão das coníferas. O uniforme e o caos, o quente e o frio, a sombra e o brilho, o opaco e o diáfano, tudo se aliava para constituir a perfeição de uma inestricável paisagem pictórica e natural, uma imbricação infinita de tonalidades que a observação não podia fazer esgotar, e que no entanto oferecia à primeira vista uma composição nítida, cortada pelo efeito simplificador da sua luz crua.
[["O princípio da incerteza" estórias Editorial Teorema. "Le Principe d'Incertitude"; tradutora Magda Bigotte de Figueiredo.`Éditions du Seuil, Septembre 1993; página 9].
