Poemas sobre a praia onde o mar inspira versos

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⁠Sentado, na beira da praia
Olhando para os seus olhos eu posso ver o mar
Pego meu violão, escrevo essa canção
Sobre a sua beleza onde quero me afogar
Menina morena, não é a garota de Ipanema
Mas eu corria até o Rio se fosse só pra te encontrar
Pego na sua mão e sinto a sensação
Sinto essa paixão que faz meu coração acelerar
Menina
Sente essa brisa
Solta esse cabelo e deixa a onda te levar
Pega o meu coração
E leva com você
Porque onde você for eu quero te acompanhar
Menina
Que encanta e fascina
Abre esse sorriso que faz minha vida iluminar
Me dá seu coração
Me deixa te amar
Eu atravesso esse mar se for para te conquistar

⁠Jogados à sorte do sol que procuram,
promovem jornadas de campo e de praia...
Arrancam nos carros, lá vão prá gandaia,
rumo ao desencontro daqueles que aturam.

Alugam-se quartos, parques de campismo,
ocupam-se as casas em tempo de férias...
jogados à sorte, são tantas as lérias
que fazem do povo um hino ao turismo.

Cozem-se mariscos, bebem-se cervejas,
jogados à sorte, durante a viagem...
Param no caminho, vão ver a barragem,
motivo de tantas e tantas invejas.

Nas festas d'aldeia voltam às raízes,
levam as crianças na palma da mão...
Vão ver os velhotes que ainda lá estão,
jogados à sorte e são mais felizes.

⁠PÔR DO SOL MÁGICO

O pôr do sol me põe em mim...
de novo... me (re)compõe...
a praia da Graciosa é meu lugar mágico...
onde me encontro “em estado de poesia”...

Despida de cansaço e angústia...
me visto de pôr do sol outra vez...

o pôr do sol me sintoniza e «entroniza»
o sagrado outra vez... ali me rendo
ao enredo do sol
em magia e estripulia...

Ali alinha o teu e o meu caminho...
pra onde tenha pôr do sol
é pra lá que vamos...
Vamos tecer e ser...
e esquecer o não
ter...Seremos...

⁠AREIA DA PRAIA
(Edson Nelson Soares Botelho)

Areia da praia com sua magia
Quanto mistério no seu silêncio
Esconde tantas aflições
E momentos felizes
Mistério do mar que a beija
Levando consigo todos os segredos
Deixando a saudade
E levando a verdade
Mistério do vento que acaricia
Ditando todos os desejos
Transformando sonhos em realidade
Mistério do sol que aquece
E no infinito desaparece
Dizendo que o amor só acontece uma vez

⁠Haikai da estação

Sol ardente brilha
Praia, sorvete, diversão
Verão é alegria

Férias

⁠Na praia, em casa ou em qualquer lugar você pode aproveitar.
Mas se está dizendo que não tem nada para fazer, aqui vão sugestões para você.
Pode visitar um parque ou museu, também pode aproveitar para ler um bom livro.

Mas se não pode passear, outras coisas vou recomendar.
Que tal desconectar do celular?
Criar um hobby e “brincar”

Aprender um esporte.
Curtir com a família.
Cantar, dançar...

Férias são para relaxar, a mente e o corpo descansar.
E assim, depois de um tempo, muitas coisas relembrar.

⁠Sob o sol de Ipanema, onde a brisa enlaça,
Uma garota de encanto, a praia a enfeitiçar.
Ela passa, grácil e rara como a maré,
Trazendo saudade, uma dança no ar a pairar.

Quando bate aquela saudade profunda,
Notas de nostalgia ecoam na onda.
Memórias dançam, entrelaçam o olhar,
Na melodia do passado, a vida a relembrar.

Calmô é a canção, sereno é o mar,
Sob o céu aberto, a alma quer flutuar.
Ritmo que embala, no compasso da maré,
Nossos corações dançam, se deixam envolver.

E só sei dançar com você, a melodia declara,
No palco da vida, nossa dança rara.
Compassos alinhados, corações a vibrar,
Juntos seguimos, no ritmo de amar e sonhar.

Garota de Ipanema, saudade a abraçar,
Entre danças e versos, a memória a ecoar.
Quando a música toca, nossa história se refaz,
Em cada acorde, um eterno compasso de paz.


Tenho pressa
de admirar
a brisa leve
do litoral tocar
a minha pele.
de sentir
a areia da praia
massagear os
meus pés,
meu bem,
tenho pressa
de não ter pressa.

Hoje acordei com vontade
de pegar o meu barco
e navegar...


Chegando na praia
lembrei que eu só tenho
um barquinho de papel...


Peguei a minha caneta
e começei a remar
no meu batel...


E fui singrando as águas
do que mora em mim
marés de memórias
ventos de saudades
maresia de inspiração
sem fim...


Cada verso
uma onda
cada pausa
um farol
e o sol
se fez verso
no meu
papel batel...


Remando com a caneta
furei as veias do papel
meu barquinho
sangrava versos
mas seguia
( teimoso)
no vendaval
das entranhas...


Não era mar
era voragem
não era água
era o meu
lirismo aflorado...


E mesmo assim
fiz da luta
o leme
das cicatrizes
o casco
e avancei
porque naufragar
também é escrever...


E quando enfim
meu barquinho
afundou
no silêncio
mais profundo
de mim
descobri
não era o fim
era o começo
do poema
que eu suei
para existir...


@MiriamDaCosta

Tragam vozes e resmas, tragam versos e temas, porque meu amor pela praia passeia.
Na orelha carrega uma açucena, emoção é plena.
O coração tá sereno e o olhar tá sereia.

Por isso na orla morena da praia calada e só,
Tenho a alma feita pequena, livre de mágoa e de dó;
Sonho sem quase já ser, perco sem nunca ter tido,
E comecei a morrer muito antes de ter vivido.

ela era mar,
entornando na praia,
só de saia,

era sol,
só minha, era sal,
meu lual

mulher areia,
grudada no corpo,
era sereia

era amanhecer,
final de tarde,
meu bem querer

era Vênus, Hera,
heresia,
era eu
(era mar)

Pequena Praia.

Vem que sou eu e você,
pra navegar nesse mar.
Oceano azul da imensidão,
loira do ensolarar.
pele branca da praia,
onde mora as areias.
Delicada por natureza,
aos passos lentos junta as
marcas do chão.
Guiados pelo criador,
soprando o vento cantou
e a gaivota avisou.
Que ser livre e viver,
florir e entender.
Que roubar o mundo faz bem,
chorar e sofrer também.

o sol vai ao longe se apagando
o mar vai engolindo o sol
e os navios na praia chegando

as luzes vão ascedendo
e o meu amor morrendo
na trilha sonora dos desesperados

a lua lacrimeja a noite
serenando em terno açoite

os corações apaixonados.

Na infância, tudo me parecia imenso da cicatriz na perna à praia onde cresci.
Mas ao me tornar adulto, percebi: não era o mundo que era grande demais,
era eu que era pequeno demais para compreendê-lo.

Com o tempo, vi que nada tinha o tamanho que imaginei.
Hoje, sou grande demais para aquela cicatriz,
grande demais para aquela praia,
grande demais para a vida que vivi.

Eu não sou mais o mesmo.
Apenas... cresci.

Grace Carneiro

SERTÃO VIRA MAR


No dia em que o sertão
For se transformar em mar
Eu vou caminhar na praia
De mãos dadas, namorar
Estar perto do oceano
Não ver mais em nenhum ano
Seca e fome assolar

Manuela

Numa tarde ensolarada, passaste uma garota na orla da praia, eu estava acompanhado, mas não pude deixar de nota-lá.

Sua camisa de longe minha atenção chamará. Ali vi uma oportunidade de criar uma ligação. Eu a elogiei e logo depois ela retornará.

A interação foi sucinta, exalou um jeito meigo e, ao mesmo tempo, distinta.

Manuelase chama ela, garota agradável, detém bons e curiosos gostos, marcante e admirável.

A vi uma só vez, na tarde ensolarada de algum mês.

Manuela se chama ela.

— de Lorenzo Almeida, para Manuela Marques.

"A melhor coisa do mundo...
Sentar na areia da praia;
Ouvir o canto do mar;
Esquecer os desencantos da vida!"
Haredita Angel
02.11.23

⁠Gosto de andar na praia.
Ouvir o barulho do mar.
Gosto de contar estrelas.
Fazer as escolhas certas.
Isso, sim, é Prosperar.

⁠Junco da Praia

O meu balanço é igual
ao do Junco da Praia,
mesmo que por um
instante você se distraia
estou presa nas dunas
ondulantes do seu peito
ondulante e intenso,
e assim nem mesmo o tempo
pode desfazer o quê
já é consagrado e está feito.