Poema por que o Macaco Nao Olha seu Rabo
Soneto d'Alma
Um soneto, uma lírica,
versos em canção.
Dois corpos, um poema;
Sinfonia do Amor e Paixão.
Poesia Crua
A vi chegar incrivelmente bela,
vestida apenas de sua nudez.
O poema mais lindo a recitar,
Curvas, traços... desejo em seu olhar.
Aos que se importam
Agradeço a esses poucos
Que fazem a diferença
Por lerem esse poema
E pela vossa presença
Alguns dos quais em mim acreditam
Mesmo quando eu mesma, já não acreditava.
Aos que permaneceram comigo
Mesmo quando não me compreendiam
Aos que apontaram meu erro
Para meu próprio bem
Aqueles que não se afastaram
Mesmo quando eu errei
Aos que depois da tempestade
Consolaram-me
E os que se alegraram
Com a minha recuperação
Que torcem pela minha felicidade
A esses poucos que se importam
Posso chamar de amigos
São os que me consolam
E saibam, eu me importo!
Mesmo que o tempo e a distancia
Afaste-nos fisicamente,
Estarás em meu coração
E em minhas orações.
Poema ao Imigrante.
Muita fome e desemprego nos assola.
Nossa pátria está por acabar.
Malas,sonhos,esperança vamos embora.
A Primeira Guerra a iniciar.
Rapidamente a maioria deseja imigrar.
Deixando sofrimento e dificuldades.
O desejo é de não mais voltar.
Viagem longa,epidemia e alegria.
Frio na barriga, medo do desconhecido.
Terra a vista, sorriso nos rostos euforia.
Vida nova alívio, lugares divinos.
Promessa,trabalho e engano.
Trabalho no campo, e onde quer que estejamos.
Belas cidades começamos a construir.
Bravos guerreiros determinados vieram a surgir,
quando a adversidade passou a perseguir.
Hoje temos orgulho de sermos seus descendentes.
Imigrantes vocês foram valentes...
Registramos nosso carinho e amor.
E agradecemos quem os guiou, nosso Senhor.
Entre aromas e histórias,
sou essência,
um abraço que aquece,
uma alma que pensa,
um poema que cresce.
Último poema
Ao respirar tua última palavra
Lembranças de toda uma vida
Murmurarás
Verás passar em tua frente
Tudo que passastes
Mas na impotência, que é teu presente,
Simplesmente sentirás a agonia, e as incertezas;
O dilema vida e morte
Quem fica o fazer?
Quem parte, como será?
Não existe tal resposta, suspire teu último poema, e transcreva o teu respiro....O teu último falar.
020125
Despertar Emocional
Que maravilhoso despertar,
Com a vontade de criar,
Um poema, obra de arte,
Com palavras a dançar.
No estilo literário me encontro,
No eu lírico me expresso,
Transmito sentimentos profundos,
Em cada verso que manifesto.
Energia pulsante em meu ser,
Vibrante como o sol a brilhar,
Transbordo emoção e felicidade,
Neste poema que irei tecer.
Versos como raios de luz,
Aquecem o coração,
Espalham amor e esperança,
Numa mágica inspiração.
Minha coleção cresce a cada dia,
Poesias que contam minha história,
Um retrato de alma e melodia,
Escritos com toda minha glória.
Então, com entusiasmo e devoção,
Vou escrever esse poema especial,
Com todo meu ser e paixão,
Para que seja eterno e memorável.
Este é poema
que nada rima,
E tampouco
alguém metrifica,
é o poema do
sentido de justiça
e das siglas
Sem liberdade
não há nada,
E tampouco poesia,
Na Sebin Helicoide
estão aprisionados
aqueles que como
muitos estão
em cada sigmoide,
Na Sebin Plaza
Venezuela
não é diferente;
Em Ramo Verde
não há notícias
de fazer qualquer
um contente,
Nas FAES la quebradita
a história se repete
com muitos presos
de consciência
que já deveriam ter
ganho a liberdade
devido a este vírus.
Em Tocuyito não
é diferente,
e ali tudo é dolorido,
No Hospital Militar
nem fala,
Como todos os demais
todos deveriam
é estar em casa;
Na DGCIM e seus sótãos
e casa dos sonhos
estão corações
em escombros,
já passou da hora do Sol
da Justiça raiar por
cada canto e em casa lugar.
Em Fuerte Tiuna
doí o meu coração
só de falar,...
É no Cárcere da
Polícia Militar
dali é que está
preso o General
injustamente
sem nunca ter
tido o direito
a audiência preliminar,
Ninguém sabe
como ele está,
visitas ele não está
sequer recebendo
e nem alimentos
sequer deixar entrar.
Em Santa Ana
o silêncio imenso
me preocupa,
De 29 de Julio
não há notícias
De INOF
nada se sabe,
Em FAES Caricuao
não é diferente,
Em CICPC Parque
Carabobo a dor
e o desgosto se repetem
Em Sebin Bolivar
não há novidade para falar.
Está na hora dos presos
de consciência libertar,
E ao redor do altar
da reconciliação
todos se unirem
para ninguém nesta
pandemia naufragar.
O som deste poema é auto
de confissão de uma paixão,
A viola é a haste de letras
tão irisadas quanto doídas,
A vida poderia ter nos unido
de tanto que nos amávamos,
Os versos que saem em todos
os tons e o peito que alto
Se declara culpado por não
ter os desafios por ti enfrentado.
Bailarina da minha dor,
Poetisa sem rima,
Concubina da Literatura,
Declaro ao Universo:
- Eu te pertenço, ainda sou tua!
Profetiza de um amor,
Fiel sem pastor,
Colombina sem Pierrô,
Declaro ao Inferno:
- Eu vencerei a pena com louvor!...
O tom que grita este poema e auto
de confissão deste coração,
É viola que cairá nas mãos
do violeiro amado,
O exílio que te forçaram
nunca fará de ti um amor
Esquecido e deste peito apagado.
Cada poema
neste tempo
estranho tem
sido de minha
exclusiva
responsabilidade,
Todo o dia um
desentendimento
diferente vem
me corroendo
na integralidade:
Porque recobrar
um pouco de
lucidez para
uns parece um
crime de verdade.
O diálogo com
a minoria opositora,
Parece até que
abriu a famosa
'Caixa de Pandora',
Depois de tantas
farpas trocadas
lá para trás;
Tem sido tanto
tumulto que se
esqueceram
de libertar
até os Generais.
Não que eu aceite
o rumo dos fatos,
Embora não tenha
Sei que não tenho
autoridade para
falar porque se
trata de uma
Pátria que nem é
um pouco minha;
Busco só entender
o quê se passa
por crer que
insistir em cultivar
a hostilidade vai
levar uma Nação
inteira na desgraça.
Blumenau Poema
Este poema é bem
mais antigo do que
você imagina,
e no teu rosto fez
uma suave carícia.
Um poema que fez
festa dançando só
nos pátios das aldeias
xokleng e carijó,
e virou notícia.
É o poema do "Poema
para o Índio Xokleng",
que esculpido pela Elke,
virou criptopoema
e ganhou forma revel.
Um poema que bebeu
muito dos ribeirões
Velha e Garcia,
e se inscreveu poesia
no Rio Itajaí-Açu.
Na campina florida
e do vento a sinfonia
solta foi assobiando
o quê seria a melodia
da primeira bandinha.
(Este poema é uma homenagem
ao casal Lindolf Bell e Elke Hering).
Blumenau Festiva
Uma cidade poema
chamada Blumenau
que te recebe de braços
abertos de verdade,
e só de olhar para você
pensa em Stammtisch,
porque te ter por perto
é razão para ser feliz.
Blumenau querida,
é na Vila Germânica
que a tua presença
se observa romântica.
Uma cidade poética
que as origens não nega,
e todas as gentes
com boas festas reúne:
amo tanto você que
não nego o meu ciúme.
Blumenau festiva,
na Festitália
e alma posta na mesa:
a minha alma delira.
Um poema cidade
chamado Blumenau
que para amar não
tem e nunca teve idade,
e na Oktoberfest
te leva pela mão
para rodopiar no salão.
Permitir-se apreciar
- um poema -
Voando pelo ar
É como deixar
- uma pomba -
Pousar na tua mão.
É a alegria a embalar,
- Invadindo o coração
Quem poesia pede,
- prosa faz
Poema comete,
- inspira
A alma de quem escreve.
O Brasil precisa de tudo:
De gente com disposição,
De mil reformas,
E de políticos com coração;
E sobretudo de novidade,
Que traga revolução.
Precisamos ter alma
- feito sucupira -
E para superar a crise:
precisamos ter determinação.
Você pode roubar todos os meus versos,
Leve cada poema de minha autoria,
Leve cada escrito meu para você.
Mas saiba que ao roubar cada linha
Tens o compromisso de cuidar bem
De um coração apaixonado - poesia.
Bons versos não podem ser negados,
Eles nasceram para serem semeados,
Para fazerem os corações devotados,
E transformarem as tempestades em
Dias ainda mais belos - ensolarados...
Amar demais não é [pecado],
Se pegar os meus versos:
Pegue-os com [cuidado]!
Porque escrever uma trova de amor
Requer cautela, urgência e circunstância...
Trate cada letra emprestada
Como pedra preciosa a ser lapidada,
Amar requer atitude, compromisso e plenitude,
Não temas amar em amplitude,
Sê sedutor, verdadeiro e [completude].
Arranco de ti um poema
como se fosse um beijo,
Desvendarei o teu mistério
- e o teu sabor
Não me importo, o amor
tem o seu próprio jeito.
Busco por ti não importando
- por onde for,
Os nossos hemisférios ganharão
- o ritmo do amor,
Não temo dar ao tempo
o seu próprio tempo,
Dou-te tudo, inclusive, o meu galopar,
Resolvi para você me entregar.
Teço planos como o bico das gaivotas
desenham o mar
- debaixo do sol e de chuva -
estou a te esperar,
há uma encantadora vontade
para te devassar...
Estou aqui hipnotizada a nos imaginar...
Duma forte e ditosa paz semeada
- resolvi ser tua,
Podem dizer que é delírio de amor
- não ligo,
Resolvi ser tua namorada
- bendigo,
Sou tua flor perfumada à luz da Lua.
Neste teu corpo, navegar é preciso,
Quero o teu delírio de amor, e o teu feitiço,
Não ligo que me digam que estou perdendo o juízo,
Tenho um céu, um mar e um bom motivo;
Não preciso de mais nada a não ser te sentir,
Tenho a urgência do teu amor,
Só me falta mesmo é ter o teu calor.
Vem logo!... Meu amor mais que doce amor!
Tenho por ti a mesma leveza
de uma borboleta azul,
Moro aqui em Balneário Barra do Sul,
A minha saia rendada
pelo vento balançada,
Faz coreografia para colocar
a tua vontade atiçada,
Só de te aguardar aqui
nessa praia tranquila,
Planejando entregar para ti
as peraltices meninas,
Trago por ti uma ternura que não termina,
e uma carícia ensolarada:
ainda hei de ser tua amada.
Poema bom é para ser copiado,
Tal qual um beijo roubado,
E um bom vinho tomado.
Poema é bom é como um corpo
assanhado, - extasiado;
Igual ao céu estrelado,
E eu juntinha de ti,
Bem pertinho do meu namorado.
Poema bom é sempre desejado,
Tal qual um chocolate trufado,
Pronto para ser provado.
Poema bom é para ser declamado,
Ao pé do ouvido para te deixar
corado, - avermelhado;
E você pertinho de mim,
Um verdadeiro poema revelado.
Escuta esse poema, pois.
Escrevo com a gentileza
De quem ama e rejeita todos
Os ditados e teoremas,
- porque para amar não
Há nenhuma receita correta
Ama-se ou ama-se.
Aconchega sem dilema, pois.
Esparramada entre as ramas
Da pequena alfazema, arrumei
Um espaço para caber nós dois.
Entenda esse poema, pois.
Vinde comigo, e com jeitinho
De quem sonha com uma noite
De verão enluarada,
- não quero me ver desgarrada
Estou trilhando o nosso caminho,
Quem ama jamais está sozinho.
Provoca loucamente, pois.
Estou atiçada para incendiar
Porque somos um fino palheiro,
Loucos para o fogo nos tomar.
Eu o consumo com louvor,
É vinho tinto, pura safra,
Prazer que não se encerra;
Prelúdio infinito de um amor,
Grande como oceano,
Dominador como o céu,
Fonte do mais puro e saboroso mel.
Letra do poema
de Lindolf Bell
espalhado no chão,
Rima inabalável,
Canção romântica
tocando na rádio,...
Sonho possível
da constelação,
Maruja pós-abolição,
e estrela-do-mar
no mistério do coração;
Mural artístico
da tranquila cidade;
Atlântica verdade
do verde do Montanhão,
Da Lua a personificação,
dizendo não aos últimos
campos de concentração,
Beijos de namorados
no banco da praça,...
Um futuro de libertação
para a América do Sul
insistindo crer sem ver,
mesmo neste anoitecer.
Poema primogênito,
eco gutural ao vento,
da guitarra o lamento
de todo o mês feito
de memória e de mar.
Da memória nunca
vai apagar porque
não faz pacto
de rendição:
a vida ensinou
do que é justo não
se deve abrir mão.
A Bolívia e o Chile
continuam sem
o mar e com a tal
lei longueira que
não permite o povo
na vida se emancipar,
a história ainda não
voltou ao seu lugar.
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