Poema por que o Macaco Nao Olha seu Rabo

Cerca de 539988 frases e pensamentos: Poema por que o Macaco Nao Olha seu Rabo

Os políticos não conhecem nem o ódio, nem o amor. São conduzidos pelo interesse e não pelo sentimento.

Justiça é consciência, não uma consciência pessoal mas a consciência de toda a humanidade. Aqueles que reconhecem claramente a voz de suas próprias consciências normalmente reconhecem também a voz da justiça.

A virtude é o primeiro título de nobreza; eu não presto tanta atenção ao nome desta ou daquela pessoa, mas antes aos seus atos.

Molière
MOLIÈRE, J.,Don Juan, ou le festin de pierre, 1810

Se os seus princípios são rígidos e inabaláveis, você, pessoalmente, já não precisa ser tanto.

Muitos são os homens que falam de liberdade, mas poucos são os que não passam a vida a construir amarras.

Não há penitência melhor do que aquela que Deus coloca em nosso caminho todos os dias.

O homem que não amou apaixonadamente, ignora a metade mais formosa da existência.

Hoje em dia, não pensamos muito no amor de um homem por um animal; rimos de pessoas que são apegadas a gatos. Mas se pararmos de amar os animais, não estaremos na iminência de pararmos de amar os humanos também?

As pessoas não serão capazes de olhar para a posteridade se não tiverem em consideração a experiência dos seus antepassados.

Edmund Burke
Reflections on the Revolution in France (1790).

Falta de ocupação não é repouso; uma mente absolutamente vazia vive angustiada.

Não devemos avisar as pessoas do perigo que correm, salvo depois de ele ter passado.

Sendo assim, as revoluções não concernem a pequenas questões, mas nascem de pequenas questões e põem em jogo grandes questões.

Em ciência, o crédito vai para o homem que convence o mundo de uma ideia, não para aquele que a teve primeiro.

Nada existe tão alto que o homem, com força de vontade, não possa apoiar a sua escada.

Feliz de quem recebeu do céu um pedaço de pão e não precisa de agradecer a ninguém além do próprio céu.

Não existem garantias. Sob a perspectiva do medo, nada é suficientemente seguro. Sob a perspectiva do amor, nada é necessário.

Ao longe, lá no briho do sol, estão minhas mais sublimes aspirações. Posso não alcançá-las, mas consigo olhar para o alto e ver suas belezas, acreditar nelas, e tentar seguir por onde elas me guiam.

Se eu não tenho sobre mim próprio o direito de matar, quem o concedeu à sociedade?

Os leitores servem-se dos livros como os cidadãos dos homens. Não vivemos com todos os nossos contemporâneos, escolhemos alguns amigos.

O indivíduo, na sua angústia de não ser culpado mas de passar por sê-lo, torna-se culpado.