Poema por que o Macaco Nao Olha seu Rabo

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Quem tem fome não tem escolha. O seu espírito não vem de onde ele gostaria, mas da fome.

Não importunes um homem cuja amizade prezas, pois o mendigares dele te desacreditaria no seu conceito.

Quem não ama o seu semelhante vive uma vida estéril e prepara um túmulo triste para a sua velhice.

Se você quer ter o tipo de relação que seu coração anseia, você tem que criá-lo. Você não pode depender de outra pessoa para criá-lo para você.

O amor, no seu estado social, talvez não tenha nada razoável senão a sua loucura.

Um homem bom não necessita de monumentos: os seus atos permanecem como o seu santuário.

A maior parte dos males e misérias dos homens provêm, não da falta de liberdade, mas do seu abuso e demasia.

Se duvidamos do coração da mulher, não temos ocasião para classificar o seu rosto.

Não há amor da parte de um ser sem liberdade. Ao que ele chama o seu amor é à paixão dessa liberdade.

É um gládio perigoso o espírito, mesmo para o seu possuidor, se não sabe armar-se com ele de uma maneira ordenada e discreta.

A opinião pública é sempre respeitável, não pelo seu racionalismo, mas pela sua omnipotência muscular.

Se tiver todos os fatos, o seu juízo será correto; se não tiver todos os fatos, não pode ser correto.

Não há vasilha que meça os gostos nem balança que os iguale; cada qual tem o seu, e, pensando que é o melhor, é o mais enganado.

Nada há no mundo que não tenha o seu momento decisivo e o expoente do bom procedimento é reconhecer e agarrar essa ocasião.

Amigos há de grande valia, que todavia não podem fazer-nos outro bem, senão impedindo pelo seu respeito que nos façam mal.

Os faladores não nos devem assustar, eles revelam-se: os taciturnos incomodam-nos pelo seu silêncio, e sugerem justas suspeitas de que receiam fazer-se conhecer.

Seu eu vim do macaco, porque o Darwinismo é uma teoria e não uma ciência?

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Inserida por JeMedeiros

Este sonho que eu sonho desde que sonho, ecoa sempre ao longe no deserto.
E os meus olhos cansados já não ponho na direção do seu destino incerto.
Hora longe de mim, hora mais perto, ouço o murmúrio d’água.
Pobre sonho! São meus ouvidos que me traem certo.
No desalento deste andar tristonho, desfaleceram pela longa viagem os meus sentidos exaustos, peregrinos numa ilusória crença da miragem.
Será que não existe a sombra boa, nem a água fresca que eu sonhei menina e que a vida inteira se caminha à toa?

Inserida por marcusvintage

⁠O Rabo-branco-de-sobre-amarelo
apareceu junto com a claridade,
É poesia voando para todos os lados
espalhando sementes de girassóis,
Ninguém domina nada o tempo todo
nem a mentira, nem a verdade,
nem a voz e nem mesmo o silêncio:
(Indomável mesmo é a liberdade
mesmo aquela que se acha que
pode controlar por certo tempo).

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Beija-flor-de-rabo-branco
sobrevoando os jardins do destino,
Assim sou eu poeticamente
em busca de amoroso abrigo
desde que seja somente contigo.

Inserida por anna_flavia_schmitt