Poema Paz
Conviver é a arte diária de lidar com pensamentos adversos. Ser humano é conviver com pessoas de opiniões diferentes. Ter empatia, respeito e amor pelo próximo. Cada ser tem uma maneira de ver as coisas e ninguém precisa concordar com a ideia do outro, basta respeitá-la. Assim como o ódio e o preconceito existentes em consciências primitivas é capaz de semear a discórdia, a harmonia se faz através das pessoas justas que procuram conviver em paz.
Somos aquilo que amamos, sentimos e vibramos.
Vibre amor nas pequenas coisas e nas grandes se repetirá.
Pecados não confessados e abandonados geram consequências físicas, emocionais e espirituais. A confissão e o abandono trazem restauração da comunhão com Deus, paz e alegria interior.
Precisamos entregar todas as nossas preocupações a Deus, confiando que Ele cuidará de nós e nos guardará do medo, da ansiedade e de qualquer sentimento que nos afaste de Sua paz.
Para vivermos dias mais felizes, devemos cultivar o hábito de ouvir atentamente e refletir antes de falar, pois palavras ditas sem sabedoria podem gerar grandes problemas.
Fomos chamados para viver livres da prisão do ódio, porque é apenas na liberdade do amor de Deus que encontramos a verdadeira paz.
Deus permite que enfrentemos injustiças para nos preparar e fortalecer no cumprimento do nosso propósito terreno. A decisão de perdoar é essencial para que os ciclos se encerrem e a vida possa avançar em paz.
Não permita que o desânimo roube a sua esperança; persista em fazer o bem, pois no tempo certo você colherá os frutos da sua semeadura.
Buscar um novo caminho, uma palavra fresca, um alívio. Mas como encontrar isso, se carregamos em nós a bagagem do ego ferido e do orgulho inquebrável? Pedir perdão é uma confissão de fraqueza, pensamos. Aceitar o perdão alheio é deixar que a pele queimada seja tocada. Que ironia: queremos a redenção, mas tememos a vulnerabilidade que ela exige.
O auge da religiosidade é descobrir que nascemos com o inferno e o céu dentro de nós, cabe ver com qual convivemos e qual permanecerá.
“O caminho da verdade sempre possuirá espinhos e abrolhos, mas o seu chão sempre terá a firmeza da rocha. Nele caminham a perseverança e a intrepidez, carregando sobre seus ombros o prazeroso fardo da paz.”
O ano é 2020, achávamos que teríamos muitas respostas, mas só tínhamos infinitas perguntas... e no meio delas encalacrava-se tanto preconceito, tanta falta de amor, tanto egoísmo! Repentinamente, um vírus, na sua insignificância, surgiu e revolucionou o mundo! Colocou-nos em nosso lugar: nessa imensidão, não passamos de matéria, feita de átomos, prótons e nêutrons, mais frágeis que um minúsculo vírus, impotentes, alarmados com a realidade de que classe social, gênero, orientação sexual, religião, partido político, etc. e tal não faz a mínima diferença diante da morte, seja ela digna, com pompas e circunstâncias ou simplesmente ir para uma vala, num caixão lacrado, sem ao menos ter direito a cortejo, canto fúnebre, choro, velas e flores! Então, antes que a morte chegue, até mim ou aos que amo, que haja amor, empatia e altruísmo! Livra-me do egoísmo, da prepotência e da demência! Covid-19, sou grata por mostrar a esse povo sem amor que ninguém é melhor que ninguém! A lição já foi dada, pode ir em paz!
Para garantir um mundo com arte e poesia, alguém tem que manejar as espadas e com a habilidade necessária.
Se você prega a intolerância, provoca ideologias que não compartilha, não se ache especial. Todos fazem isso, contudo, deve ser feito com profundo respeito à pessoa humana. invadir a privacidade também é falta de amor, respeito não tem cor, tem bom carácter...
