Poema Passei para Deixar um Beijo

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É incrivel né? Como um ovo pode ser várias coisas diferentes, dependendo do seu preparo:
Ele pode ser um ovo cozido, se jogá-lo na água e deixar ferver;
Pode ser um ovo frito, se quebrá-lo e despejar numa frigideira com um pouco de sal;
Pode ser um omelete ser for batido e depois frito;
Pode ser um ovo mexido, se mexer enquanto ele frita;
Ou ainda, um pintinho, se fecundado.


E acho que pensar nisso, me lembra aos seres humanos, e que a maneira como o ambiente, as pessoas e os ensinamentos que são dados, moldam como ele vai ser, em quem vai se tornar.

O que é ser feliz de verdade?
Bem, ser feliz não é só ter um sorriso, no rosto, muitos consegue sorrir, mas não são felizes. Também não pode ser dinheiro como muitos acham, muitos tem dinheiro, mas ainda assim, não são felizes. O dinheiro pode até nos dar uma sensação momentânea de felicidade, mas isso é só sobre o tal “o tédio de ter e a ânsia de possuir”, depois que temos, a felicidade passa.
Acho que a felicidade está nas coisas simples, um milionário pode comprar muitas coisas, mas não pode comprar sentimentos bons. Ele até pode ser feliz, mas só se parar para refletir tudo o que ele já fez e tudo o que tem, assim ele pode viver uma boa vida. Uma pessoa, que é considerada pela sociedade “pobre”, pode ser feliz apenas por que tem uma família unida, muitos consideram isso muito pouco, mas não é ter uma família é ter uma base.
Cada um tem a sua felicidade, basta procurá-la. Uma a encontram em religião, uns na profissão, uns na família, uns nos amigos, uns em fazer o que gosta.
Ter a felicidade significa ser satisfeito em ter feito algo ou em possuir algo, e se sentir grato por isso.

Lua ou Arco-íris

Qualquer um que me perguntasse no que penso
Eu diria seu nome
Porque a saudade invadiu todos os meus sentidos
E agora não consigo pensar em outra coisa senão você
Olho para as mensagens antigas
Querendo que você me mande uma, apenas uma
E eu me pergunto se responderia
Ou se novamente meu orgulho me trairia
Eu te quero perto novamente,
Mas de que adianta falar?
Se isso não acontece imediatamente.


A vida já não é a mesma desde que você saiu
Ela parece... como algo que esbarrei e caiu
Ela parece sem cor, como se você, quando ainda estava aqui a pintasse
Será que não é mesmo isso?
Era você?
Que colocava em meu coração todas as emoções boas ao te ver?
Você que as vezes me fazia perder a paciência sem querer?
Era você que me lembrava das coisas boas de em viver?
Acho que foi você, que este buraco deixou
Não entende o estrago que fez, mesmo sem intenção?
Meu coração anseia pela sua volta sem pretensão.
Só peço que volte, que volte e me perdoe
Mas sou orgulhosa de mais para pedir
Para me ajoelhar, e lhe implorar.

A Sorte é um Trevo de Três Folhas

Hoje peguei um daqueles biscoitos da sorte
Eu o abri e dentro dizia algo como:
“A coisa mais difícil do mundo é descobrir quem você é.
E a segunda é ser feliz com o que você descobriu.”

E depois de um tempo curto,
que para meu coração pareceu uma longa eternidade
a Lua voltou.
Voltou ainda mais brilhante,
Mais bonita
Mais estravagante
E divertida.
Ela brinca todas as tardes com meus sentimentos
Ela trouxe consigo toda a cor que tinha levado embora,
Trouxe consigo meu sorrisos
Que em sua ausência se escondiam sem um porquê
E eu sinto tanto arrependimento
Em não ter lhe pedido para voltar antes.
Mesmo que para os outros ela só brilhe à noite
A minha Lua não,
Ela brilha em todos os momentos,
Ela sorri de um jeito que é mais radiante que o sol,
É um caos maior que uma ventania de verão
Mas sua confusão e seu temperamento acariciam todos os sentimentos em meu coração.

Um mar de cores.


"Era uma vez" é algo típico.
Então lá vamos nós, mais uma vez...
Era uma vez um grupo,
Eram 7 pessoas,
Cada uma, única de seu jeito:
Uns pareciam loucos, mas felizes
Uns eram reservados, só observavam
Uns apenas seguiam a correnteza, deixando que ela os levasse,
Mas juntos eles eram incríveis, eram como as cores do arco-iris,
Separadas são únicas e lindas com tons,
Mas juntas formavam uma coisa surreal de se ver.

Hoje, Eu Ouvi Dizer.


Hoje meu professor nos falou sobre uma palestra em que um cego disse que as pessoas pensam que empatia é se colocar no lugar do outro, mas ninguém consegue se colocar no meu lugar, pois a pessoa pode fechar o olho ou tampá-lo com uma venda, e quando ela fizer isso vai se sentir insegura sobre para que lado ir ou onde andar, mas quando quiser ela pode destampá-lo, pode abri-lo, mas eu não posso ter essa segurança de que posso abri-los e enxergar tudo novamente. Aí, o professor nos disse que muitas vezes imaginamos o lugar do outro, mas nunca saberemos exatamente pelo que ele passa, pois nos colocar no lugar do outro dura minutos, mas não sabemos por tudo que essa pessoa passou. Nos disse para não desprezar aquele amigo que não para de falar um minuto, pois você não sabe o que ele passa em casa, talvez essa pessoa tenha dificuldade em se abrir realmente para os outros. Sim, empatia é se colocar no lugar do outro, mas muitas vezes não há como se colocar no lugar do outro, porque imaginar não é sentir.

Delirium


Para os corações
que nunca envelhecem.


Apenas esqueça,
por um instante,
que ainda sabe florescer.


A vida tem um estranho costume:
quando pensar ter aprendido
todos os caminhos,
Abra uma porta
Naquele lugar onde existe apenas parede.


Não se preocupe
De repente,
o mundo inteiro irá caber
na delicadeza do seu sorriso,
na gentileza de sua palavra,
na certeza de que ainda existe
beleza esperando por te.


Não é fraqueza
recomeçar.


O rio não pede desculpas
por continuar correndo,
nem a manhã
por nascer outra vez.


Tudo o que viveu
carrega dentro de si
o dom secreto
de renascer.


Talvez a esperança
não seja uma promessa.


Talvez seja apenas
a voz silenciosa da sua alma
lembrando que a luz
nunca deixou de existir—


ela apenas esperava
o teu coração
abrir aquela porta, se Lembra ?

O Brasil é um país multipartidário. Para que uma lei seja aprovada, muitas vezes é necessário formar coligações com outros partidos, o que frequentemente envolve negociações e acordos políticos. Na minha visão, isso acaba favorecendo trocas de interesses, nas quais cada grupo busca obter vantagens.


Ao meu ver, o sistema multipartidário amplia as oportunidades para práticas de corrupção e para a manipulação do processo legislativo.

Quem tem o pai presente abriga um firmamento sobre os ombros.
Sua voz é um mapa que atravessa os relâmpagos do caminho.
Seu silêncio revela mais do que os anos conseguem explicar: uma âncora.


Honrá-lo é reconhecer o alicerce que sustenta cada conquista.
Enquanto teu pai caminha ao teu lado, a existência ainda te confia um tesouro.


Valoriza-o hoje, pois o afeto adiado é a única riqueza que o tempo não restitui. Até o amor mais profundo, quando cercado por tanto desgosto, pode chegar ao fim.


De mim, para quem teve um bom pai presente.

A maior marca de um pai é como ele prepara os seus filhos para a vida!
Como um mestre que ensina o seu aluno.


_KANGAL

O Preço do Erro


Eu cometo erros e sou julgado,
A minha reputação está na lama;
Vivo um dia de cada vez, calado,
Sem esperar de ninguém o que me ama.


Os meus dias me pertencem, mas e agora? Será que pertencem só a mim? Respiro devagar vendo ir embora o vento deste espaço até o fim.


Não há perdão para o que foi ferido,
Menti pra sustentar um ar marrento.
Tolero a dor de ser um mal-entendido, E chamo de solitude este tormento.


Já não me importa andar pelo caminho sem amor, sem esperança e sem abrigo;


Só me restou aprender a ser sozinho,
Levando a minha sombra comigo.


— KANGAL


Aviso de Direitos Autorais e Propriedade Intelectual
Todos os direitos reservados.


Esta obra literária é de autoria e propriedade exclusiva de James Richard Ferreira Pantoja, protegido pelo uso do pseudônimo Kangal, nos termos da Lei de Direitos Autorais (Lei nº 9.610/1998) e das normativas internacionais de proteção à propriedade intelectual.


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Tanjuro Kamado: O Guardião da Hinokami Kagura


Na neve fria onde o vento canta,
Um homem frágil de alma forte e pura, mantém a dança do sol que o perigo espanta, buscando a paz na noite escura, enquanto o tempo silencioso sempre avança.




Não há pressa em seus passos, nem temor,pois o fôlego da vida ele tem domínio e compreende;A dança do fogo, sagrada e do amor,na ponta da espada e no peito acende, obrilho eterno de um protetor.


Do pai para o filho a chama vai passar,com brincos de Hanafuda balançando ao vento,um fardo pesado que aprendeu a carregar
Com um sorriso calmo em cada momento,pronto para o destino enfrentar.


Mesmo fraco e cansado pela dor,
Sua mente alcança o mundo transparente, Um exemplo vivo de força interior, seu espírito firme reluzente,Guia os passos daquela gente Com a luz serena do verdadeiro amor.




Autor: James Richard Ferreira Pantoja (KANGAL)
© Todos os direitos reservados

A justiça jamais caminhou ao meu lado; observou-me de longe,
como um velho escriba que registra cada afronta
sem desperdiçar tinta antes da hora exata.


Chamaram-me de pequeno
porque confundiram silêncio com escassez,
e serenidade com rendição.
Mediram meu destino
pela estreiteza dos próprios horizontes.


O tempo, porém, não discute.
Lapida.


Quando seus ponteiros encerraram o julgamento,
não encontrei ruínas diante de mim,
mas espelhos.
E neles, cada sentença precipitada
retornava ao seu verdadeiro autor.


Não saboreio derrotas.
Saboreio a precisão.
Há um deleite quase sagrado
em assistir a arrogância descobrir,
tarde demais,
que a altura de um homem
jamais se mede pelo lugar
onde os outros insistiram em colocá-lo.


A justiça não me coroou.
Apenas removeu as sombras
que escondiam aquilo que eu sempre fui.


E esse veredito,
gravado pelo próprio tempo,
não admite recurso,
nem revisão.

Falsos profetas, tirando as esmolas de um povo que não tem o que comer. O que dirão a Deus quando Ele lançar vocês e sua casa nas fornalhas do inferno? Talvez respondam: "Bom, pelo menos tive uma vida terrena próspera."


Tolos. O fogo do inferno apagará a felicidade de cem anos em poucos segundos.

O Ídolo de Argila


Ergui um altar onde havia apenas barro.
Julguei encontrar um farol,
mas era uma chama alimentada pelo próprio ego.


Emprestei meses ao aço,
à disciplina,
ao silêncio que antecede o combate.
Cada golpe moldava meu corpo,
enquanto a admiração moldava minha cegueira.


Venci o ringue,
mas fui derrotado pela verdade.


Descobri que a força dos punhos
não redime a fraqueza da alma;
que cinturões não acorrentam demônios,
nem medalhas curam o vazio de quem vive escravo de si.


Há homens que tombam diante de um adversário;
outros desmoronam diante do espelho.


Aquele que eu chamava de mestre
era apenas um peregrino perdido,
vestido com a armadura da vaidade,
incapaz de sustentar o próprio espírito.


Então compreendi:


Minha vitória nunca pertenceu ao altar que construí.
Pertenceu ao sangue que derramei em cada treino,
à dor que suportei em silêncio,
à vontade que permaneceu de pé
quando a ilusão caiu de joelhos.


Os ídolos apodrecem.
A disciplina permanece.


E, quando a máscara finalmente se rompe,
não morre o discípulo —
morre apenas a mentira.

Amor Latente


Houve um amor tão imenso
que fez do meu peito um santuário
e dos meus olhos, devotos cegos da tua luz.
Amei-te com a força que antecede a criação,
com a fé insensata de quem acredita
que um único abraço pode ressuscitar a alma.


Entreguei-te tudo.
Até aquilo que eu jamais soube nomear.


Mas a verdade não anuncia sua chegada.
Ela rompe o silêncio como uma lâmina,
e o primeiro golpe sempre é nos olhos.


Quando enfim despertei,
o paraíso que eu jurava habitar
não passava de um templo erguido sobre ilusões.
Toquei tuas lembranças
e elas se desfizeram como cinzas entre meus dedos.


Então compreendi:


o amor e o ódio jamais foram inimigos.
São a mesma chama
condenada a mudar de cor.


O amor que um dia me deu fôlego,
que devolveu vida ao que havia morrido em mim,
foi o mesmo que, ao revelar seu verdadeiro rosto,
ensinou meu coração a sangrar sem morrer.


Hoje carrego apenas o silêncio.
Porque não existe escuridão mais cruel
do que a luz que revela
que todo o infinito vivido por dois
existiu apenas dentro de um.

Onde o Silêncio Reza


Havia um templo feito de pedra,
mas era o silêncio que sustentava suas paredes.
As velas queimavam lentamente,
como se soubessem que nem toda escuridão nasce da noite.


Os bancos antigos carregavam cicatrizes,
marcas de joelhos cansados e mãos unidas em oração.
Pediam apenas cuidado,
enquanto outros olhos enxergavam apenas cifras.


O ouro nunca brilhou mais que a fé.
Ainda assim, há quem troque a luz do altar
pelo reflexo frio das moedas,
esquecendo que toda riqueza roubada da esperança
cobra um preço que o tempo jamais perdoa.


Os sinos continuam a tocar,
mas seu som já não desperta apenas os fiéis.
Também desperta as consciências,
porque nenhuma sombra permanece escondida para sempre.


E quando a última vela se apagar,
não será a madeira, nem a pedra, que serão julgadas.
Serão os corações que confundiram o sagrado com interesse,
e fizeram do silêncio um cúmplice.


No fim, resta apenas a verdade:
ela caminha devagar, veste luto,
e sempre encontra o caminho de volta ao altar.

Onde a Sombra Faz Morada




Há vidas que parecem atravessar o mundo sob um céu que nunca amanheceu.


O destino lhes rouba nomes, abraços e futuros, e lhes da remédios para ser um Porto seguro ,
até que a memória se torne um cemitério onde o vento aprende a sussurrar.


Quem contempla tantas despedidas deveria entender
que toda existência é apenas um sopro, passa tão rapido,
uma chama vacilante que com o menor descuido o tempo se apaga.


Mas nem toda dor gera luz.


Há sofrimentos que, quando alimentados pelo vaidade,
deixam de ser cicatrizes e se tornam correntes;
aprisionam a alma, endurecem a voz
e transformam o julgamento em um altar de esquizofrenia.


É um paradoxo cruel.


Quanto mais a morte revela o valor da vida,
mais alguns insistem em desperdiçá-la medindo as falhas alheias dos outros, para Camuflarem às suas.


Esquecem que nenhum tribunal humano resiste ao relógio,
que toda sentença pronunciada hoje
amanhã será apenas poeira, palavras ao vento repousando sobre o cemitério de silêncio.


A maior tragédia nunca foi aquilo que o destino levou.


Foi permitir que cada perda apagasse, pouco a pouco,
a última centelha de lembranças de amor e, misericórdia vividas


Porque há um abismo mais profundo que o luto:


é sobreviver a tantas apocalipses
e, ainda assim, não aprender a ser guarda-chuva para quem também caminha sob a chuva.

Há um irmão cuja força rivaliza com a minha, mas que fez das sombras seu único refúgio. Não atravessa o caminho que leva até mim, não pronuncia meu nome, nem ousa romper o silêncio que ergueu entre nós. Ainda assim, sua voz encontra outra estrada: alcança os ouvidos de meu pai.


Ignoro quais palavras derrama. Talvez sejam preces, talvez veneno; talvez verdades mutiladas vestidas de luz. Apenas sei que, enquanto evita meus olhos, conversa com os fantasmas da minha ausência.


E nas noites em que o vento parece carregar segredos, pergunto-me se é a culpa que o oculta nas trevas... ou se as próprias trevas já aprenderam a chamá-lo de filho.