Poema Passei para Deixar um Beijo

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A vida pode ficar sem graça
quando a gente olha para ela de um jeito fechado.
A gente fica entediado quando perde a capacidade
de se admirar com as coisas mais simples.
Para conseguir viver com um pouco de paz no coração,
a gente precisa conseguir rir.
Precisa ter esperança.
Precisa do amor das pessoas queridas.
Precisa saber enxergar a vida de um jeito novo.
E usar bastante a criatividade.

Quando um "olá" é respondido com grosseria ou arrogância, a vontade de revidar é grande. Mas é aí que a frase de Nietzsche, "O que não me mata me fortalece", faz sentido.


Essas situações difíceis não devem acabar com você. Pense nelas como um treino para a sua força interior. Cada desentendimento que você supera sem perder a calma torna você mais resistente.


Você não manda nas ações dos outros, mas comanda a sua própria reação. Escolher não se abalar com a negatividade alheia já é uma grande vitória. Transforme o que machuca em aprendizado e fique mais forte a cada dia. A vida nos testa assim, e você está ficando mais resistente a cada prova.

Que você cultive cada vez mais paz para não precisar convencer ninguém.
Que você sinta um alívio tranquilo em não ter que provar nada a ninguém.
Que encontre serenidade mesmo quando não se sentir aceito.
Que você abrace uma calma sabedoria ao perceber que seu valor não depende dos outros.
Que você solte o peso das expectativas alheias— de ser "perfeito" ou "bonzinho".
Que você descanse em uma rebeldia pacífica contra a obrigação de agradar.
E que,no lugar disso, você transborde energia — muita, mas muita mesmo — para ser simplesmente quem você é.
É o que eu desejo.De todo o coração.
Coisa de Gente,
Vida de Solteiro.

E se você acreditou em regras que não foram escritas para você.
Criou um exemplo de vida que não é seu.
Apegou-se a ideias que não são práticas.
Até quem você feriu segue em frente, enquanto você ainda dorme.
A vida não dorme...
E se o que você achou que era, não é.
O que você pensou que deveria ser, não precisa ser.
As certezas que carregou são pesadas e vazias.
Olhe para o que é, não para o que imaginou.
A vida não pede desculpas por ser dura.
Mas abre espaço para quem decide agir.
O mundo real, cru e possível, espera por você.
É privilégio de ser gente...

Você sente um vazio porque vive a vida de outro. Acreditou em regras que outros inventaram. Tentou se encaixar num molde que não é seu. Segurou com força ideias que,no fundo, não fazem sentido para a sua pele...hs!
Veja: até quem você machucou já seguiu adiante. Mas você? Você ainda está parado, dormindo no ponto. A vida, porém, não para. Ela segue sem pedir licença... Pois é!
Agora vem o choque: aquela pessoa que você achava que era… não é você.
Aquele caminho que você pensava ser obrigatório… não é. Essas certezas que você carrega nas costas? São pesadas, mas por dentro são vazios...
O mundo real, sem fantasia, cru, cheio de possibilidades, está aí. Esperando por você. Isso não é uma maldição.
É o privilégio e o terror de ser livre... De quem está vivo...

Tem dias que tudo pesa. A mente não para, e a solidão aperta no meio da confusão. Todos querem um pedaço de você, mas ninguém parece enxergar a sua luta.


Para. Respira fundo. Você não é essa pressão toda. Você é mais forte. Cada pequena coisa que você faz é um passo importante para a sua vida. A paz que você precisa já está dentro de você.


E se alguém sumir? Se o silêncio machucar? A verdade é essa: sua força não pode depender de quem não está. A sua luz é sua...

O tempo passou e muita coisa mudou. O coração muda, a mente muda. Um dia, tentei voltar ao passado, mas ele não me quis.
Do presente, recebi um convite novo. Aceitei. No meio dessa vida diferente, vi um sorriso novo — meu próprio sorriso, que eu não via há muito tempo. O tempo passou, mas agora ele me levou para um lugar melhor, mais calmo.
No futuro, um convite pra viver, pra começar outra vez. Aprendi que seguir em frente é o melhor caminho.
O tempo muda muita coisa...

Eu sou impulsivo. Quando uma ideia ou um sentimento surge, eu quase sempre ajo na hora. Às vezes isso é um bom palpite, e acerto. Outras vezes me engano, e vejo que não foi intuição, mas sim uma atitude infantil.
A dúvida que me persegue é: devo seguir meus impulsos ou tentar controlá-los? Devo aceitar meus acertos e erros, como parte de um jogo, ou tentar amadurecer?
Confesso que tenho medo dessa maturidade. Tenho medo de perder a alegria simples e pura de quem age por impulso, ...
Penso sobre isso. Mas sei que alguns minutos... mais um impulso. Talvez eu não seja maduro ainda. Ou talvez nunca seja.

Uma mulher de amor tão grande que parece ter um pouco de D'us. Mesmo jovem, seu cuidado constante lhe dá a sabedoria calma dos mais velhos.




Na velhice, ela guarda a força da juventude. Se não estudou muito, entende a vida por um sentimento profundo; se é instruída, age com simplicidade de criança. Sendo pobre, sua riqueza é a alegria da família. Sendo rica, daria tudo para não sofrer ingratidão.




É forte, mas treme com o choro de um bebê. É frágil, mas pode lutar como um leão.




Em vida, muitas vezes não a valorizamos, pois perto dela a dor some. Quando parte, daríamos tudo para tê-la de volta, mesmo que por um instante.

Observe as coisas de um jeito novo: pense no que elas podem se tornar.
Uma grande causa do desânimo é achar, sem razão, que o futuro vai ser igual ao passado.
É mesmo difícil seguir em frente quando uma experiência anterior trouxe tanta decepção.
Mas a verdade é que a vida não precisa andar sempre em linha reta.
A qualquer momento, podemos mudar de direção.

A compensação emocional compõe uma província ilusória em nossa geografia íntima, um território cujas fronteiras desenhamos usando a argila pesada do pertencimento. Muitas vezes, erguemos essa topografia movidos pela urgência da aceitação ou por um senso mecânico de crescimento, preenchendo o papel com rotas que são, na verdade, decalques exatos dos sonhos alheios.


Contudo, reconhecer a existência desse continente de expectativas herdadas — e tateá-lo com a lucidez de uma vulnerabilidade consciente — é um ato de profunda integridade íntima. É essa clareza nua que nos devolve a pena e o compasso, concedendo-nos a permissão vital para adentrar o espaço virgem do nosso próprio mapa, onde as coordenadas finalmente obedecem ao silêncio e à nossa verdadeira razão de existir.

Queria viver um sorriso tão lindo quanto aquele que inventei nas memórias da minha mãe.


Um sorriso que talvez nem tenha acontecido exatamente assim, mas que minha alma precisou criar para continuar acreditando na ternura.


Queria sentir algo tão glorioso quanto o abraço que imaginei ganhar do meu pai no dia da minha formatura. Um abraço inteiro, sem pressa, sem dívida, sem ausência. Um daqueles abraços que dizem, sem dizer: “eu vi você chegar até aqui”.


Queria um colo com gosto de lar.


Um lar com aroma de lavanda, janelas abertas para a paz, silêncio criativo repousando no canto da sala e uma playlist que parece não ter fim, como se o tempo tivesse decidido parar só para me deixar respirar.


Talvez eu não queira luxo.


Talvez eu só queira presença.


Um lugar onde a alma não precise se explicar tanto. Onde o coração possa tirar os sapatos, pousar suas guerras no chão e existir sem pedir licença.


Talvez eu só queira, por um instante, viver dentro da beleza que um dia precisei imaginar para sobreviver.

Minha alma sangra,
e meus olhos transbordam a dor.
Cada respirar é um lamento,
e cada toque machuca como cortes profundos.

Saem flores dos meus olhos e boca,
cuspo sangue que se transforma em rosa.
Tão indiferente…
Tão… vivo?

Mesmo com medo,
mesmo no escuro.
Como respiro?
As pétalas cortam tão fundo.

É como se fosse o preço que devo pagar.
Tentei ser a rosa do seu solo infértil.
E virei uma planta sem espinhos.
Você arrancou meus espinhos só pra me ver murchar?

Tentei te dar o meu tudo,
dei o meu melhor…
E quando minhas pétalas caem;
é como se eu estivesse morrendo.

“Um espaço pode impressionar os olhos.
Mas só uma experiência é capaz de tocar a alma.”


— Daugliesi Giacomasi Souza

A humanidade não vai salvar a civilização a menos que crie um sistema de bem e mal independente de céu e inferno.


George Orwell

A sabedoria do tempo


Certa vez a fim de tirar a paz de um sábio durante uma comemoração entre amigos, já um tanto embriagado uma pessoa o desafiou:
_Posso expor seu passado aos convidados? Acha que depois de feito isso, preservará sua imagem de sábio?
O sábio, sereno respondeu:
_ Diga o que supõe sobre o meu passado, foi ele quem me tornou quem hoje sou, o presente ainda irá me moldar através das escolhas que fiz ontem e faço hoje. Ao terminar de expor meu passado, analisaremos juntos o que conheço do seu presente e veremos o que podemos aprender um com o outro. Pois eu não vivo mais no meu passado, embora respeite profundamente a sabedoria que trago de lá e sei que essa sabedoria pode ser novidade útil para você. Já em relação à minha imagem, só é relevante a que conheço de mim mesmo.

E se eu adicionar 3 pontos finais
Ao invés de um fim
Terei um recomeço, uma icongnita?
Terei silêncio? Gritos? Sinais?
Serei eu sem você? Ou serei você sem mim?
Será que no início, no fim e por todo meio me evita?


Seria eu a sua Kriptonita?

“Para alguns, um carro é apenas uma máquina.
Para outros, é uma parte da própria história.”


— Mário Augusto de Castro

“Quando existe sensibilidade,
cada detalhe de um ambiente passa a contar uma história.”


— Daugliesi Giacomasi Souza

“Um ambiente com identidade não segue apenas tendências.
Ele traduz histórias, sentimentos e personalidade.”


— Daugliesi Giacomasi Souza