Poema Passei para Deixar um Beijo

Cerca de 312232 frases e pensamentos: Poema Passei para Deixar um Beijo

Eu poderia ficar acordado

apenas para ouvir sua respiração,

um sopro leve que embala a noite

como canção de ninar.



O seu sorriso, discreto e sereno,

floresce em meio ao sonho,

e ilumina a escuridão

com uma ternura silenciosa.



E quando você viaja distante,

eu permaneço aqui, quieto,

acolhendo a paz que encontro

só por estar ao seu lado.

“Luz no Escuro: O Sorriso de Quem Também Precisa Ser Abraçado”

Algumas pessoas, pagam um preço silencioso para arrancar um sorriso de alguém.
Elas fazem graça, oferecem palavras leves, estendem a mão ,mesmo quando, por dentro, não encontram razão alguma para sorrir.
São almas sensíveis.
Daquelas que percebem no olhar aquilo que a boca insiste em negar.
Que escutam o tremor escondido na voz de quem diz: “está tudo bem”.
E, porque enxergam a dor do outro, escolhem ser abrigo ,ainda que estejam desabrigadas por dentro.
Talvez ninguém entenda por que justamente quem faz rir é quem menos tem vontade de sorrir.
Talvez nem elas mesmas saibam explicar.
Não é sempre um motivo específico. Às vezes não é um acontecimento, nem uma perda, nem um nome.
É apenas um cansaço da alma.
Um peso invisível que não se mostra, mas se sente.
Elas não fazem questão de revelar que não estão bem.
Aprenderam a guardar o próprio silêncio para não sobrecarregar ninguém.
Transformam a própria dor em cuidado.
A própria lágrima em força.
A própria falta em presença.
E, no fundo, fazem isso porque sabem exatamente como dói quando ninguém percebe.
Há pessoas que sorriem para salvar o mundo ao redor,
enquanto por dentro travam batalhas que ninguém imagina.
E talvez o maior ato de amor delas seja esse:
continuar sendo luz, mesmo quando estão aprendendo a caminhar no escuro.

**Cinco dias.
E bastou isso para que tua presença tocasse algo em mim,
como um vento leve que muda o rumo sem fazer alarde.
Depois veio o silêncio —
um silêncio que pesa,
mas que também guarda o que foi verdadeiro.
Mesmo assim, teu “bom dia” ainda aparece na minha memória
como um sol calmo, desses que aquecem devagar
e deixam marca.
Eu te vi, linda,
de um jeito simples e inevitável.
Não tentei te prender —
quem tem asas merece espaço.
Te ofereci minhas palavras mais sinceras
e deixei que o destino seguisse o próprio caminho.
Hoje, com a alma mais tranquila,
entendo o tamanho da mudança:
você despertou algo em mim,
me fez olhar para quem eu sou
e para quem posso me tornar.
Sinto tua falta
com uma delicadeza que não sei explicar,
mas guardo, com carinho,
os cinco dias que ficaram para sempre
gravados no meu coração.**

“Anjos, asas de ilusão, um sonho audaz.”
Ser assim: brilhar como um farol, luz na escuridão.
Ouvir as músicas que lhe convierem, ser eclético.
Gostar de ir por onde ninguém foi.
Querer viver — viver mais e mais — e não fingir, não esconder no olhar, mas se permitir ser feliz, aqui ou em qualquer outro lugar.

Não! Não vou mudar a minha maneira de ser, pois é isso que me dá vida.
Viver é ter o mundo real na cabeça e os pés firmes no chão; e, ainda assim, nos é permitido sonhar e projetar coisas. É somente assim que transformamos realidades e preenchemos o inexplicável vazio da alma e do coração.

Cante uma canção.
Dance.
Faça a vida entender que você está feliz por estar aqui.

Os sentimentos — ah, os sentimentos! — são eles que fazem toda a diferença. São responsáveis pela criação de tudo o que vivemos… ou deixamos de viver.
O pensamento é a energia que dá forma ao que desejamos materializar.

“O brilho do sol sobre meus ombros,
em meus olhos, traz um sentimento de vida e felicidade.
Na água, ele parece tão adorável,
e sempre me faz tão bem.


Se eu tivesse um dia que pudesse dar a você,
eu te daria um dia como hoje.


Se eu tivesse uma canção para cantar a você,
eu cantaria para que se sentisse assim.


Se eu tivesse uma história para te contar,
contaria uma história que te fizesse sorrir
e te trouxesse uma doce sensação de felicidade.


Se eu tivesse um desejo para te conceder,
eu desejaria que o sol brilhasse o tempo inteiro,
irradiando em você alegria e vida.


Ah, se eu pudesse…
se eu pudesse.”

A maldade humana tornou-se um souvenir,
distribuído gratuitamente por aqueles
que nada aprenderam com a própria existência na terra.


Há pessoas que, ao despertar,
servem-se de um banquete de sombras.
Estão tão acostumadas a esses maus hábitos
que eles já se alojaram na alma,
como parte da própria espiritualidade.


E, não satisfeitos com o próprio sofrimento,
chamam outros para participar
desse projeto medíocre que chamo de maldade.
O preço?
A breve satisfação
que ilumina o coração sombrio
de quem a pratica.


Faça o bem —
sem buscar explicações.
Faça a sua parte
durante o tempo que lhe foi dado.
É assim que se revela
quem você realmente é.


É necessário distinguir
o certo do errado
com os olhos divinos
que habitam em cada um de nós,
e não com os olhos
daqueles que tentam manipular
e moldar o nosso modo de pensar.


Caminhe pela boa estrada,
e lembre-se:
respeitar pessoas, princípios, valores e crenças
é sabedoria.


E sobretudo —
não tente mudar ninguém.
A verdadeira sabedoria
é colocar-se no lugar do outro.

Ao segurar sua mão,
o mundo desacelera,
e um encantamento desperta
no brilho profundo dos seus olhos.


O coração dela, inquieto,
abandona as amarras do silêncio
e guia seus passos —
livre, pulsante, sem mapas,
sem pedir permissão.


Eu a vejo se tornar alma:
leve, intuitiva, inteira,
um feixe de ternura
pulsando luz sobre mim.


Há um brilho que dança em seus olhos,
um tremor doce nos lábios,
uma paixão que arde devagar,
como fogo que nunca se apaga.


E eu permaneço diante dela,
maravilhado por essa beleza
que se revela inteira
no instante em que ela sorri para mim.

Há um brilho que dança em seus olhos,
um tremor doce nos lábios,
uma paixão que arde devagar,
como fogo que nunca se apaga.

Ao segurar sua mão,
o mundo desacelera,
e um encantamento desperta
no brilho profundo dos seus olhos.

O Olhar Que Esperamos


O olhar que esperamos,
chega, mesmo que tarde,
como um segredo não dito,
como o vento que nos toca
sem pedir licença.


Quantas memórias,
o tempo roubou de nós,
sem que sequer soubéssemos?
O tempo, esse amante implacável,
caminha sem piedade,
nos arrasta,
mesmo quando resistimos.


E nos encontramos, então,
diante de anos perdidos,
diante de sonhos
que se afastam,
como estrelas fugidias
em um céu distante.


Como encontrar coragem para seguir,
quando o desejo é de ficar,
quando a alma implora por descanso
nas margens do que é seguro?
Oh, como se faz isso,
quando tudo parece tão distante,
quando a esperança se dissolve
no horizonte da incerteza?


O futuro não pertence a mais ninguém,
ele é nosso —
mesmo que o mundo tente nos convencer do contrário.
Você, que se sente esquecido,
é mais importante do que imagina.


A cada passo,
deixamos rastros invisíveis,
como marcas no vento,
tocando corações,
permanecendo
em silêncio, mas eternos.


Nos olhos guardamos memórias,
não escritas, mas profundas,
como ecos de um tempo que não se apaga.
E quando a dor tentar nos silenciar,
é nesse instante que devemos levantar,
seguir,
pois o futuro é nosso —
e ninguém, nunca,
poderá roubá-lo.


Lembre-se, sempre:
nada, nem ninguém,
pode silenciar a voz da sua alma.
Você é importante.
Faça-se ouvir.

Então, veio o silêncio —
um silêncio que, embora pesado,
guarda em seu peito a beleza do que foi verdadeiramente vivido.

Mesmo com o tempo, o teu “bom dia” persiste na minha memória,
como um sol suave que nasce devagar,
aquecendo o coração e deixando uma marca
que, silenciosa, permanece em mim

Liberdade é um estado de ser


Há momentos em que a alma sente a necessidade de respirar, de romper as correntes invisíveis que a mantêm presa.
Liberdade não é um destino, é um estado de ser, algo que flui dentro de nós, esperando para ser reconhecido.
Não precisamos ir longe, apenas aprender a nos soltar, a nos permitir.


E quando a liberdade se apresenta, ela não grita — ela sussurra, suave, como uma brisa leve que nos envolve.
É no silêncio da mente que ela se revela, no instante em que nos libertamos da constante pressão de sermos algo que não somos.
E, nesse momento, tudo se torna possível: o peso do mundo desaparece, e somos simplesmente nós mesmos, inteiros, em paz.


Muitas vezes, buscamos fora o que está dentro de nós.
Mas a verdadeira liberdade não vem de conquistar, de ser mais, de ter mais.
Ela vem de abandonar, de desapegar, de aceitar que, no fundo, já somos completos.
E quando entendemos isso, nos tornamos capazes de viver de forma plena, sem medo, sem limitações.


Eu aprendi que ser livre não é um ato de rebeldia, mas um gesto de autocompreensão.
E, ao olhar para o que sou, vejo que a liberdade está em cada passo, em cada respiração.
Não é algo que se conquista, mas algo que se permite.


E quando me perco nesse estado, eu me encontro.
E sigo, sem pressa, sem pressões, apenas sendo.

“A ciência suave de amar”


Amar é um estado químico que aprende a ser humano.
Começa no corpo antes de virar escolha.


No início, o amor é dopamina em festa: euforia, foco absoluto, aquela vontade quase infantil de estar perto, de repetir o encontro, a conversa, o cheiro. É o cérebro dizendo “mais disso, por favor”. A pessoa vira ideia fixa, não por fraqueza, mas porque a serotonina cai e a mente passa a orbitar um só nome — como se pensar nela fosse um hábito involuntário.


Aí vem o frio na barriga: a noradrenalina e a adrenalina aceleram o coração, suam as mãos, deixam tudo mais vivo. O amor, nessa fase, é risco gostoso. É expectativa. É o corpo em alerta, como quem sabe que algo importante está acontecendo.


Com o tempo — se houver cuidado — a química muda de tom.
A paixão barulhenta aprende a falar baixo.


Surge a ocitocina, que não grita, mas fica. Ela constrói confiança, abrigo, vínculo. É o conforto do abraço que acalma, da presença que não exige performance. O amor amadurece quando deixa de ser só fogo e vira lareira: menos urgente, mais constante. A vasopressina entra em cena e sustenta a ideia de “nós” ao longo do tempo.


Então, pelas experiências humanas, amar é isso:


Um processo onde o corpo se apaixona primeiro
e o coração aprende depois a ficar.


Amor não é só química — mas também não existe sem ela.
É quando os hormônios acendem a chama,
e as escolhas diárias decidem mantê-la acesa.

Na tua ausência, aprendi a fazer do pouco um refúgio.
Inventei universos paralelos onde, ao menos lá,
meu coração podia experimentar o gosto de te ter.
E nessa fome de ilusões, aceitei migalhas —
tua amizade bastava, mesmo quando teus olhos
se perdiam em outros amores,
enquanto eu, em silêncio, me desfazia em espera.

Estamos vivendo um momento bastante conturbado

A confiança que antes havia entre as pessoas desapareceu.

Os convites para visitar familiares e amigos praticamente cessaram

A desconfiança passou a ser vista como imprescindível

Aquela amizade verdadeira, baseada em confiança mútua, acabou

As pessoas têm se atacado de forma até extrema por causa de política

Essa política nociva tem afastado relacionamentos.

A honestidade por parte dos políticos não existe mais

E cada um tenta dar uma derrubada no outro

Essa maldita política alterou o comportamento das pessoas

PRECE DE UM VELHO
---Por favor seu moço ,
dê-me sua mão!
Calejado, cansado , com fome ,estou a lhe implorar:
por favor erga este velho corpo do chão...
Você que ainda é novo e sadio,
não sabe as dores desse velho caído,
junto ao chão frio e calado,
que nem mesmo consegue refletir seus atos.
Estenda um pouco os seus braços,
faça o meu corpo reagir ao tempo,
pois o frio gela e leva meu ser...
Talvez nunca passe por isso,
pois é dor demais por quem chora o desprezo,
depender de alguém que nem mesmo conheço
para desprender este meu corpo,do solo...
Que nem sequer um teto tem para se abrigar.
No passado desfrutei de tantos bens
e hoje vivo a me rastejar.
Tive ilusões, trabalho, mulher, casa e filhos.
Todos se foram, pela força dos bens que eu tanto lutei.
Levaram-me tudo, restou-me somente meu corpo,
onde bem perto você esta...
Estou com a alma dilacerada e embebida...
Mas por favor seu moço:
erga pelo menos minha cabeça com os olhos ao céu
para que eu possa elevar minha última prece ...
Que eu possa perdoar,
pedir perdão, esquecer a dor...
Só assim deitarei este velho corpo de novo a terra
e morrer em paz com a minha consciência...
AUTOR - JOÃO BATISTA BARBOSA

O CÉU EXISTE!
Existe um lugar onde vou despertar
Ver o sol iluminar todos os lugares
Pássaros e seus cantos de harmonia
Orquestra dirigida pelo Divino Santo!
Existe um lugar de muitas flores
Perfume exalando toda a natureza
Lugar onde a chuva só vem refrescar
Crianças correndo livres pelos campos.
A solidão perdeu seu rumo pelas ruas
Homens iluminados como brilhantes
Já não existem dores, não existem lágrimas
Somente paz fluindo sem limites.
Lembranças estas não existem mais
Só o presente inteiro de eternidade
O céu não tem limites para voar
Imaginações acontecem cada pensar
Não existe cansaço e nem preocupações
Porque neste lugar o tempo não existe
Ainda uma imensa mesa cheia em delícias
Servida pelo Grandioso Mestre do amor
Existe sim este lugar onde vou despertar
Sei que está próximo este momento chegar
Que a qualquer momento vou encontrar
Esse lugar onde no céu
Jesus para sempre há de brilhar!

AUTOR - JOÃO BATISTA BARBOSA

POUCO TEMPO!
Temos pouco tempo
Pra dizer palavras simples
Olhar dentro dos olhos
Esperando um sorriso.
Temos pouco tempo
Brincar como criança
Correr pelas calçadas
E tomar banho de rio.
Vamos então dançar
Chutando poças d'água
Sentir gosto do beijo
Na chuva lavando a rua.
Vamos que o tempo é pouco
Amar os sonhos desta vida
Encontrar novo brilho.
Vamos que o tempo é pouco
Pra gritar pra todo mundo
Que o amor assim no ar
Nas linhas sem dimensão
Do pouco tempo que corre
Eternizando os pensamentos.
Da vida girando ventos
Desejos antes contidos
Agora purificados
No milagre do tempo!

AUTOR - JOÃO BATISTA BARBOSA

Já Que Só Estamos Nesta Vida de Passagem, Não Faz Mal Ser Um Turista

Estamos nesta vida só de passagem; então, que seja uma passagem de avião, de barco, de ônibus ou de alguma excursão, pois eu espero, de verdade, ser um turista sempre que for possível, passando por vários lugares, conhecendo ou revisitando.

Viajando sozinho ou acompanhado, encontrando pessoas conhecidas e alguns estranhos; deslumbrado e agradecido a Deus por estar desfrutando de experiências ricas pela natureza e, às vezes, pelas selvas de pedras, vilarejos e algumas cidades pequenas.

Com certeza, quero poder continuar fazendo passagens entre a atualidade e a história com suas propostas distintas, sensações próprias e várias formas de vida. Se Deus quiser, continuarei sendo um turista construindo memórias, antes que aconteça a passagem de despedida.