Poema para uma Amiga que se Mudou
Uma Boa Lembrança
Da areia o mar infinito
Como um arco a praia se faz
Olho o azul do mar em ondas que chegam
Espumas rolam em minha direção
Sereias desfilam a beira mar
Golfinhos sorriem dizendo que sim
Ao fundo um quadro de montanhas
Delas nasce um sol lindo a brilhar
Em um céu limpo azul ele sobe
Uma leve brisa refresca meu rosto
Sinto a maresia no camarote do paraíso
Sentado em areia macia percebo a beleza
Quanta alegria em um só momento
Apenas areia, um mar e um céu
A memória do poeta colocada em papel
É normal sentir culpa por estar superando uma perda?
Quando alguém que amamos morre, a dor é muito intensa. Conforme o tempo vai passando, aquela dor se torna saudade, as lembranças ficam um pouco vagas a gente já não pensa mais tanto na pessoa quanto nos primeiros meses do luto, e chega um momento em que nos sentimos culpados porque continuamos como se a pessoa não tivesse existido. Mas deixa eu te lembrar de algo, você só é essa pessoa hoje porque conviveu com essa pessoa que já não está mais aqui. Você viver significa que essa pessoa vive também em algum detalhe em você. O amor é uma construção no outro e em nós mesmos. Então, não se culpe, apenas viva com as lembranças de quem ama e tudo ficará bem!
Uma multidão atrás de emoção no lugar da verdade.
Uma geração que sofre por celebridades, mas não sofre por conhecimento. Que cultuam famosos, mas não cultua Deus. Que se sacrifica por uma foto, mas não se sacrificam por uma formação superior. Que perde horas preciosas de uma vida curta por ingresso de shows de celebridades que não sabe que eles existem, mas não gastam tempo aos pés dos sábios. Uma geração anestesiada pelo vazio do glamour, da purpurina e dos flashes.
O mundo não é um arco-íris. Tá mais pra uma bola de fogo cheia de prego… e adivinha? Você tem que chutar. Forte.
Não tem essa de cenário perfeito, momento certo ou garantias.
Vai doer. Vai queimar. Vai sangrar.
Mas se você tá esperando flores, vai acabar virando adubo.
SONETO À MINHA MÃE
Andando, adentro ao templo, em desalento;
num nicho azul, uma imagem guardada!
É sim, a Mãe Sagrada, que elevada,
me faz vibrar em raro encantamento!
Me veio à mente um tempo nevoento,
de lida amarga, dura, carregada!
Mas, logo eu vi, na santa abençoada,
uma expressão de paz e acolhimento!
Porém, é minha mãe que eu vejo nela!
Então, imploro, com a fé que cura,
que eu volte a ser criança sem ciência!
Que nos seus braços, que a minha alma anela,
sem dor, sem medo, apenas em ventura,
eu volte logo ao tempo da inocência!
13/06/2025
Desenvolvemos uma
paixão platônica
de sermos permanentes,
em coisas que por natureza,
são transitórias.
Início do inverno
Uma estação que nunca me soube bem.
Quando chega, meus ossos choram —
de dor, de tanta dor —
como se lembrassem do fim que dei a nós.
Te sentir era como estar diante de uma lareira,
crepitando como fogos em noites de dezembro.
E aquela sexta-feira, que devia ser celebração,
virou apenas mais uma — sem você.
O inverno segue em mim,
com minha tristeza, minhas dores,
e uma saudade tua… absoluta.
O mais belo,
e acolhedor
em uma história de amor,
que marca a alma,
que deixa saudade,
é estacionar os pensamentos
em tudo que viveu.
Pois, já pensou,
em quantos amores,
as pessoas deixaram de viver
em suas breves vidas?
Ainda me lembro daquela tarde
Você me convidou para um café
Surpreendeu-me ….
Uma mesa simples numa tarde dourada
Café de torrão saboroso
Ao redor o som de gaivotas livres
Em cada olhar o brilho do sol
Ainda me lembro daquele beijo.
Minutos preciosos, inesquecíveis !
#bysissym
A natureza obedece uma única lei: o instinto natural de sobrevivência. Na natureza a violência e a injustiça não são vistos como amoralidade, mas como uma resposta natural e biológica para a autopreservação.
O Saleiro Espertinho
Ana era uma garota espevitada, cheia de energia e com um talento especial para pregar peças no namorado João — ou melhor, no Príncipe, como gostava de chamá-lo quando queria ser carinhosa (ou um pouco travessa).
Numa manhã ensolarada, Ana se aproveitou para trocar tudo de lugar no armário dos temperos. O açafrão foi para o lugar do orégano, o cominho para o do sal, a pimenta para o do açúcar — uma verdadeira confusão aromática.
Depois de terminar, saiu rindo baixinho, ansiosa para ver a reação do Príncipe. Mas, curiosa, voltou ao armário no dia seguinte para conferir se ele tinha colocado tudo de volta no lugar. Para sua surpresa, o armário estava como ele sempre deixou! O Príncipe percebeu a bagunça, mas parecia não ter gostado do “novo arranjo”.
Ana não se deu por vencida. No dia seguinte, voltou ao armário e decidiu fazer uma mudança mais sutil: mexeu apenas no saleiro. Só ele. Colocou o saleiro no lugar do açúcar, deixando o resto do armário intacto.
Quando o Príncipe entrou na cozinha para preparar o almoço, abriu o armário, pegou o saleiro e... parou. Olhou para o saleiro, olhou para o açúcar, coçou a cabeça e sorriu.
— Ana, você mexeu no saleiro de novo, né? — perguntou ele, já sabendo a resposta.
Ana, sentada na mesa com um sorriso de quem acabou de ganhar uma partida, respondeu:
— Só para você não esquecer que a cozinha é minha área de diversão!
O Príncipe riu e disse:
— Tá bom, você venceu essa. Mas cuidado, porque amanhã eu vou revidar!
E assim, entre saleiros trocados e risadas, Ana e seu Príncipe transformaram a cozinha numa verdadeira arena de brincadeiras, onde o amor e a diversão eram os temperos principais
A Teia Invisível
Em uma pequena cidade cercada por montanhas, vivia Ana, uma jovem que sempre prezou pela independência. Desde cedo, aprendeu a confiar apenas em si mesma, acreditando que depender de alguém seria sinal de fraqueza. Construía sua rotina com disciplina, evitava pedir ajuda e mantinha as pessoas à distância, como se pudesse controlar tudo ao seu redor.
Certo inverno, uma tempestade inesperada atingiu a cidade. As estradas ficaram bloqueadas, a energia caiu e o frio apertou com força. Ana, sozinha em sua casa no topo da colina, percebeu que sua reserva de alimentos estava quase no fim. Tentou sair para buscar suprimentos, mas uma queda a deixou com a perna machucada, impossibilitada de andar.
Imobilizada, Ana sentiu pela primeira vez o peso da solidão e da vulnerabilidade. O orgulho que a acompanhava parecia pequeno diante da necessidade urgente de ajuda. Foi então que ouviu batidas na porta. Era João, seu vizinho, que havia notado a tempestade e decidiu verificar se todos estavam bem.
Sem hesitar, João entrou, cuidou da ferida de Ana, trouxe comida e companhia. Nos dias que se seguiram, ele ajudou a limpar a neve, a consertar o aquecedor e a reacender a esperança na jovem que tanto temia depender dos outros.
Ana entendeu que a força verdadeira não está em ser invulnerável, mas em reconhecer que, às vezes, a vida nos entrelaça em uma teia invisível de apoio e confiança. Depender de alguém não diminui a nossa coragem; pelo contrário, revela a coragem de aceitar que juntos somos mais fortes.
E assim, entre montanhas e tempestades, Ana aprendeu que a verdadeira independência nasce do equilíbrio entre o cuidar de si e o permitir-se ser cuidado.
A vida é uma jornada de progressão constante, um desenrolar diário que exige honestidade, disciplina e perseverança.
Haverá dias iguais, outros mais desafiadores e alguns melhores.
Um exercício diário de autoconhecimento!
Às vezes, tudo o que precisamos é isso: um passo. Um sopro. Umanovapágina.
(trecho do livro: Quando a Morte Sentou ao Meu Lado)
Certa vez, ouvi um orador diante de uma multidão dizer:
‘Não sei a quem você machucou, decepcionou ou feriu. Mas hoje, eu lhe digo: siga em paz.’
Naquele instante, algo explodiu dentro de mim.
Que tipo de facilidade é essa que concede perdão a quem talvez nunca reconheceu o próprio erro?
Será que perdoar tão prontamente — sem uma reflexão, sem um pedido de desculpas — não alimenta uma geração que evita a responsabilidade?
Uma geração que acolhe argumentos vazios, que prefere o conforto de um perdão automático a encarar a dor da culpa e a necessidade do arrependimento?
O perdão é nobre, mas não pode ser banalizado.
Declarar “eu te perdoo” sem consciência pode impedir a evolução de quem precisa amadurecer.
E negar esse processo, em nome de uma falsa paz, é enfraquecer o pensamento crítico, é sufocar o aprendizado que nasce da dor.
Perdoar não é esquecer.
É entender, é aceitar, é permitir seguir…
mas sem ignorar a responsabilidade que cada um carrega pelas marcas que deixou.
AMIZADE...
Dizem que é impossível que uma amizade entre um homem e uma mulher exista, porém somos a prova viva que isso é capaz sim. Nós respeitando, enxergando nossos valores e tendo nossas regras, que só pertence a nós dois.
Somos intensos, intensos em cada momento que estamos juntos. Cada segundo. Cada risada. Cada grito. Cada loucura. Um pouco de cada coisa.
Nossa amizade é mais vivida do que registrada.
Dividimos os mais variáveis existentes sentimentos juntos, desde um choro por não se sentir bem ou resolver algo, há alegrias e conquistas que cada um almejou.
Nem sempre podemos estar juntos. Sentimos saudades das nossas companhias. Mas sempre damos um jeitinho de nós encontrar e se divertir mesmo com o mínimo de verba em nossos bolsos. Fazemos o acaso ser nosso caso.
Nossa amizade é um verdadeiro baú do qual vamos guardando ali memórias, lugares, momentos, risos e tudo que pudermos ter...
Eu amo cada instante ao seu lado, cada conversa nossa, cada riso seu... - amamos cada detalhe nosso, mas o que realmente nos chama muito atenção, é o quão somos inocentes quando estamos juntos.
Somos intensos. As vezes nós brigamos e isso é normal. Porém nos entendemos, porque a amizade nos ensina que, nem tudo é um mar de flores. As vezes precisamos de espaço e a gente temos o dever de saber quando isso deve acontecer.
[Espaço dedicado para relatar a ou as pessoas destinadas para essa mensagem]
Gratidão por aparecer do nada e transformar meus dias em dias impressionantes.
Que perdure por muitos anos essa nossa história de amizade que temos....
ESTÁ DIGNA DE UMA DEUSA...
Entretanto, eu prefira você completamente sem roupas deitada sobre meu peito.
Minhas mãos deslizando sobre seu corpo, como se estivesse sentindo as nuvens sobre as palmas das minhas mãos.
Seu doce e suave beijo tocando meus lábios, a sensação é como se eu estivesse no paraíso.
Os cachos dos seus cabelos sobre minha face, são como flores passeando em torno de mim.
Seu gemido, quando estamos fazendo amor, são como harpas tocando a mais bela sinfonia que meus ouvidos adoram escutar.
Suas mãos acariciando meu corpo, é uma maravilha sem fim.
Seu coração batendo forte, consigo ouvir o quanto ele pulsa pelo nosso amor.
Cada detalhe seu, é uma perfeita obra de arte.
Sim, eu a amo...
Sim, eu te desejo mais que tudo nessa vida.
Eu desejo nosso amor.
Eu desejo a gente.
Eu desejo o fruto que sonhamos ter.
Eu desejo nós dois daqui a uns anos cuidando um do outro.
Lembrando de como nós nos conhecemos, e o quão foi difícil nossa caminhada para ficarmos juntos.
Ela estava lá
Inébria, sombria
Frígida como uma mulher em puerpério
Seus cabelos acobertos
Em capuz de feutro negro
Davam o tom em branco e preto
Clima de cemitério
Enquanto eu escrevia
Me sussurrava aos ouvidos
Palavras, estalidos
Inspirações de cortesia
Era sim, a própria morte
Do meu lado a gargalhar
Afagava-me os cabelos
Entre vida e pesadelo
Inspirando meu desabafar
Ali estava ela, ao menos mais uma vez
É que ando morrendo demais
Um poeta morre vez ou outra
E aquele era só mais um dia
Entre escritas e agonia
Entre letras mortas e vazias
O meu óbito de número trinta e três
Vivemos na ilusão de que estamos sempre com problema. São sempre mil coisas para resolver, uma conta para pagar, o trabalho exaustivo, uma mensagem para enviar, um pedido para fazer, uma conversa mal resolvida. As coisas que julgamos importantes vão se tornando prioridades em nossas vidas, mas para encaminhar todas o tempo é curto demais, e elas nos roubam todo tempo que temos, nossos dias, nossas horas, nossa juventude.
É quando a saúde nos falha, o corpo grita e pede socorro, e percebemos que agora os mil problemas se foram, ou ao menos não eram tão importantes quanto achávamos. E agora temos um único problema, porque a dor aparece, o diagnóstico chega e o tratamento para restabelecimento é árduo.
Aquelas preocupações de outrora somem, tudo o que importa agora é manter a saúde, ficar de pé, ficar vivo. Os milhares de problemas passados não passam de ruídos agora.
É quando percebemos a dimensão de vida, quando ela ameaça escapar. Porque a saúde é o chão e quando ele racha, nada mais sustenta a estrutura de pé.
Pena que aprendemos tarde demais que só o agora importa e que não temos o amanhã no campo da certeza, mas da dúvida. Por isso, devemos escolher com carinho aquilo que deve ser alvo de nossa preocupação, antes que o corpo peça ajuda e sobrevenham as dores, porque elas virão.
- Relacionados
- Frases para conquistar uma mulher e impressioná-la
- Mensagem para uma pessoa especial
- Mensagem para uma amiga especial
- Uma mensagem para alguém especial
- 57 mensagens de falecimento para confortar uma perda
- 27 poemas de bom dia para celebrar uma nova manhã
- Poemas para Conquistar uma Garota
