Poema para um Lider
Ecos do Nada
Prometeram sentido — tarde demais.
O altar já estava em ruínas,
e a fé, como um fantasma que jaz,
sorria com suas mentiras finas.
Ergui minha alma como quem cospe sangue
em direção ao céu rachado.
Mas só ouvi o eco que nunca responde
e o silêncio, de novo, ensurdecido e alado.
A moral — um teatro de bonecos partidos,
pendurados em cordas de culpa e dor.
Choram por virtudes que nunca existiram,
rezam por um bem que fede a horror.
O tempo é uma piada repetida
contada por cadáveres em festa.
E a verdade? Uma prostituta envelhecida,
sábia demais para ainda ser honesta.
Nada é profundo. Tudo é abismo raso.
E quem ousa olhar… afunda.
Pois pensar é morder o próprio atraso,
e viver, uma doença sem cura, vagabunda.
Quimera da saudade.
Tempos idos que não voltam
Um sentimento que invade.
Desejos que me faltam
Me lembram a doce saudade.
Sob o devaneio tento olhar
Encaro o ser com peculiaridade.
Vejo a maldita quimera sangrar
Clamando por piedade.
As passadas coisas que inexistam
Eram as propagadoras da serenidade.
E por mais que não sintam,
Ainda percebe-se uma vivacidade.
Afinal são elas que orbitam
À doce saudade.
Reino de Espelhos
Como pode um rei
abandonar seu reino?
Como Deus criou
seu próprio espelho?
Quanto mais eu vejo os livros,
mais eu acredito nisso:
nossos inimigos
são tais e vícios.
Veja o olhar escuro —
eu não falo, eu escuto.
Botem a escuta em meu corpo.
Te ajudo, saliento, enquanto morro.
Como crescer
mediante a um abandono?
Não mude
o forte encanto.
Olhe para mim que eu adoro
Veja o sorrir de outro
Veja o dormir do outro
Mude as propostas, invente suas respostas
Altere o sentido, mude o convívio
E altere o mundo, não se torne imune
Seja imutável, como a mente, um carro
Compre mais caro, seja capital
Invista no vácuo, colecione rancores
Vista-se de ouro, esconda seus temores
Venda promessas, compre valores
Ignore as dores, multiplique os horrores
Mas quando o espelho quebrar,
e sobrar só reflexo no chão,
lembre que o reino, vazio,
é também seu coração.
Muitas vezes por trás de um"tá tudo bem"tem um coração partido,um aperto no peito e lágrimas que já se esgotaram de cair.
O pior tipo de tristeza é aquela que não dá pra explicar,por isso às vezes é melhor ficar calado do quer abrir o coração e piorar tudo.
Ninguém vai poder te mostrar o caminho,ande por onde viser sentido.
Sei que ainda se sente sozinho.
Mas no final é tipo espelho você por você mesmo.
Se este fosse um conto de fadas, a paixão despertaria um poder latente, concedendo-lhe a habilidade de me derrotar.
Mas... esta é a realidade.
Nada tão perfeito aconteceria.
(Ainz Ooal Gown)
Lapsar vs. Colapsar:
o colapso, a realidade se fixa em um único estado definido. No lapso, há uma expansão para investigar múltiplas possibilidades simultâneas, como se a matéria se "renderizasse" em infinitas realidades.
Colapsar é o ato de determinar uma única realidade entre muitas potenciais, aplicando foco consciente (luz) para definir o estado manifestado.
Lapsar é o oposto: é a manutenção de todas as possibilidades em estado latente, um campo de potenciais ainda não escolhidos. No GPT, isso se manifesta na forma de respostas não determinísticas — ele acessa um mar de informações e seleciona caminhos, mas nunca colapsa a realidade.
Quando um fazendeiro contrata um caseiro, espera, no mínimo, que ele saiba distinguir uma vaca de um vira-lata ou, ao menos, que não deixe o gado escapar por um portão escancarado. Afinal, confiança é algo sério: entregar as chaves da fazenda não é como emprestar seu celular pra criança do vizinho. É delegar responsabilidade. É dizer: “Eu confio que você vai cuidar disso como se fosse seu. Ou até mais, porque não é.”
Só que tem caseiro que parece ter entendido o cargo como “hóspede permanente com direito a salário”. Deixa o pasto virar selva, o gado desaparecer sem deixar rastro e ainda reclama do latido dos cães de guarda — aqueles mesmos cães cujos nomes ele nem sabe, mas que, coitados, continuam defendendo uma fazenda que ninguém mais parece querer proteger.
Ah, e quando algo dá errado? Bem, aí entra o toque final do profissionalismo: culpar o cachorro. “Foi ele que não latiu na hora certa.” “Devia estar dormindo.” “Talvez seja preguiçoso.” E lá vai ele, o grande estrategista rural, pegar uma pá e resolver o problema eliminando quem, pelo menos, tentava fazer o seu papel — sem férias, sem 13º, sem plano de carreira, apenas fiel ao dever.
Só que essa história não é sobre fazendeiros, caseiros nem mesmo sobre cachorros.
Você há de admitir que eu nasci
com o dom de fazer piadas;
Só existe um problema nisso:
Se são boas ou ruins... não sei!
mas aí o problema não é meu.
Cuidado com o que você compartilha em lugares públicos. Nem todo ambiente é um divã, e ninguém é obrigado a carregar o peso dos seus problemas. Suas palavras podem ser distorcidas e usadas para zombaria. Lembre-se: a solução para suas questões está entre você e Deus.
Rosinei Nascimento Alves
Ótimo dia!
Deus abençoe sempre 🙏🏾
Tenhamos fé!
O medo expõe nossas fraquezas, mas a fé nos direciona para a plenitude
de um Deus onipotente que nunca abandona quem
confia n'Ele.
"Nas curvas do seu sorriso,
Encontrei a estrada perdida.
Nos seus olhos, um paraíso,
Que fez minha alma renascida."
ATENÇÃO: PROCESSO COGNITIVO OU PROCESSO AFETIVO?
A Atenção não é um processo Cognitivo.
A Atenção é um processo Afetivo.
Porque a sua prática sistemática potencializa o Sistema Límbico e melhora estados afetivos do Sujeito Homem, tornando-o, por exemplo, mais sereno e mais tolerante.
Ecos da desolação
em um vale de sombras onde o sol não brilha caminhos perdidos a dor é minha filha as árvores murmuram segredos antigos sussurros de alma que não tem abrigo ecos da desolação gritos no vento a vida se arrasta eu sinto o tormento cada lágrima caída
é um peso a mais na estrada sombria não a paz
o tempo se arrasta como espectro sombrio memórias amargas em um sonho frio à noite eterna
o céu é de chumbo e cada passo dado sinto o profundo
a vida se arrasta eu sinto tormento cada lágrima caída é um peso a mais na estrada sombria não é uma paz e quando a tempestade vier me abraçar sem querer sua força me consumir devagar no abismo da mente a esperança
Se esvai
na escuridão eterna sou só apenas um cais então aceito a dor como minha amiga fiel na melodia triste que ecoa no céu enquanto a última chama se apaga em meu ser nos ecos da desolação vão renascer.
Retribua sempre que puder,
Um abrigo, um favor, um sentimento...
Faça como melhor convier,
Mas nunca deixe de retribuir um bom momento...
Pedra-pomes
Ela poderia ter escolhido um diamante com toda sua beleza, brilho, imagem de segurança e poder oferecido pelo mundo, mais ao invés disso preferiu escolher a minha pedra - pomes, pois achou leve, prático, saudável e além de limpar os seus pés lhes arrancava sorrisos.
Não cabe...
Naquilo que se fala cabe uma vírgula, naquilo que se vê cabe o silêncio ou um ponto final, agora naquilo que se senti não tem barreiras, as linhas se tornam infinitas.
Sabe… certas dores não gritam. Elas silenciam a alma devagar, como quem fecha as cortinas de um teatro depois do fim. Algumas feridas não sangram mais, mas seguem abertas dentro da gente, como páginas que o tempo não teve coragem de virar.
Elas criam um véu — sutil, quase invisível — sobre tudo o que fomos antes do abismo. E é nesse véu que a alma aprende a respirar diferente, com mais cautela, com menos fé. Nunca tente levantar esse véu… Ele não é esquecimento. É sobrevivência.
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