Poema palavras

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⁠⁠O Vício de Brincar com as Palavras e as Imagens, tem seus Riscos: às vezes são elas que se juntam para brincar com a gente!


Brincar com Palavras e Imagens sempre parece um gesto inocente — quase infantil.


Mas quem se arrisca nesse ofício sabe: nada é tão simples quanto parece.


Porque, palavras têm memória!


Imagens têm humor.


E ambas, quando percebem que estamos distraídos, fazem complô.


Às vezes se juntam para dizer o que não ousamos.


Por vezes até revelam o que tentamos esconder.


Às vezes devolvem à nossa própria mente uma pergunta que nem formulamos…
mas que, de alguma forma, já nos habitava.


Brincar com elas é um vício, e sim, — do tipo que não pede perdão.


E cada frase escrita, cada imagem criada ou editada, leva um pouco de nós…
mas também devolve algo que não sabíamos termos entregue.


No fundo, talvez o risco maior não seja brincar com elas.


O risco mesmo é quando elas resolvem brincar conosco —
e, sem pedir licença, sem medo e sem culpa, revelam aquilo que nós estávamos evitando descobrir.

⁠As Palavras Impensadas, ditas em meio à euforia, podem inviabilizar a calmaria de alguém.


Às vezes, não é o que sentimos que machuca — é o que deixamos escapar sem passar pelo crivo do silêncio.


Palavras ditas na euforia nascem sem freio, sem cuidado e sem escuta alguma.


Carregam o peso do instante, mas podem pousar na vida de alguém como sentença duradoura.


O que para quem fala é só excesso de emoção, para quem ouve pode ser o início de uma inquietação que não pediu para carregar.


A calmaria de alguém é frágil como água parada: qualquer pedra jogada sem intenção cria ondas que demoram a se desfazer.


E há palavras que, mesmo ditas sem maldade, afundam fundo demais.


Por isso, nem toda verdade precisa ser dita no calor do momento.


Há silêncios que não são covardes — são cuidados.


Porque preservar a paz do outro, muitas vezes, é um ato de maturidade muito maior do que vencer qualquer euforia passageira.

⁠Seria
impossível Brincar com as Palavras temendo o Absurdo, temendo o Indizível.


As palavras nunca foram apenas instrumentos de comunicação.


Elas são também pontes, labirintos, espelhos e abismos.


Brincar com elas não é um ato de leviandade, mas de liberdade.


É permitir que a linguagem ultrapasse os limites do previsível e alcance aquilo que a lógica, sozinha, jamais tocaria.


O absurdo, tantas vezes rejeitado, pode ser justamente o lugar onde as certezas se desfazem e novas possibilidades surgem.


É no aparente contrassenso que descobrimos perguntas que jamais faríamos seguindo apenas o caminho da razão.


O indizível, por sua vez, não representa um fracasso da linguagem, mas um convite permanente à imaginação.


Há sentimentos, memórias e silêncios que nenhuma palavra consegue conter por inteiro, mas é justamente essa insuficiência que mantém viva a necessidade de continuar falando, escrevendo e criando.


Quem teme o absurdo acaba prisioneiro do óbvio.


Quem teme o indizível contenta-se apenas com aquilo que pode ser explicado.


E uma vida reduzida ao explicável perde o encanto do mistério, da poesia e da descoberta.


Talvez o verdadeiro sentido das palavras não esteja apenas naquilo que elas afirmam, mas também naquilo que insinuam.


Nos vazios entre uma frase e outra.


Nas metáforas que desafiam a lógica.


Nos paradoxos que revelam verdades incômodas.


Afinal, nem tudo o que faz sentido parece razoável, e nem todo absurdo está vazio de significado.


Brincar com as palavras é, no fundo, brincar com a própria realidade.


É reconhecer que o pensamento cresce quando se permite duvidar de si mesmo e que a liberdade de imaginar é uma das formas mais profundas de compreender o mundo.


O Medo do Absurdo empobrece a linguagem; a Coragem de enfrentá-lo transforma Palavras em Possibilidades e Silêncios em Reflexão.

⁠Quem se atreve a Brincar com as Palavras, pode brincar com qualquer coisa, inclusive com a própria Humildade Intelectual.


Mas as palavras são brinquedos muito perigosos.


Às vezes, são elas que se juntam para brincar com os que se atrevem a brincar com elas.


Nas mãos de quem as domina, podem construir pontes ou cavar abismos, iluminar consciências ou mascarar vaidades.


Brincar com elas exige muito mais do que vocabulário: exige Maturidade, Responsabilidade e Sensibilidade.


Sem essa sinergia, é melhor nem se aventurar…


Há quem transforme qualquer discurso em espetáculo, confundindo eloquência com sabedoria.


Afinal, não é tão difícil impressionar quando se sabe florear frases.


O desafio verdadeiro é permanecer humilde diante da imensidão do que ainda não se sabe.


A Humildade Intelectual não diminui o conhecimento; ela o torna fértil.


É ela que permite rever certezas, acolher argumentos melhores e admitir que até a mais elegante das palavras pode esconder um grande equívoco.


Quem acredita ter sempre razão deixa de aprender justamente quando imagina ter chegado ao objetivo.


Poder Brincar com as palavras é um privilégio.


Brincar com a própria humildade intelectual, porém, é um risco.


Quando o ego assume a autoria do pensamento, a linguagem deixa de ser instrumento de encontro e passa a ser arma de exibição.


O brilho da retórica, então, ofusca a luz da verdade.


Talvez a maior demonstração de inteligência não seja dizer a última palavra, mas saber quando o silêncio ensina mais do que qualquer discurso.


Porque as palavras, por mais belas que sejam, encontram sua grandeza não na capacidade de convencer, mas na coragem de permanecer abertas à possibilidade de estarem incompletas.

Minha revolta é apenas prova daquilo que não mais ouso dizer. Palavras duras, mágoas antigas, são só provas do que não se foi, mas marcou profundamente como cicatriz em carne viva.
Ah, se eu pudesse dizer... Ah, se pudesse apenas ouvir... Ah, se pudesse entender tudo o que realmente sinto por ti...
- Marcela Lobato

A cor e o sabor da palavras
têm a verdade da Chanana.


Da minha boca e da caneta
só sai o que jamais engana.


O louco coração o amor
não nega jamais e proclama.


Te venero como quem espia
a Via Láctea e aurora cigana.

Com a constelação de palavras,
o silêncio cortante e ausência
tenho escrito rotas inusitadas.


Não faço ideia se vou alcançar
o seu amor raro em tempo,
mas não posso deixar de confiar.


Facilmente de mim não irá se livrar,
porque nasci poesia absoluta
feita de enigma fatal a te desafiar.


A nossa maior viagem está sendo
por antecipação do lado de dentro,
temos os gatilhos do pensamento.


De tanto etéreo e sensorial escrever,
virei a biblioteca do sentimento:
esquecer nunca será mais a opção.


Com a minha pluma mais amorosa
construí na sua alma e no seu coração:
o meu Império como sagrada habitação.

As palavras que deixam o aroma
da tua alma nesta distância oceânica
convidam a imaginar o que o silêncio
pode fazer conosco, dia e noite,
além de encantar o coração
para o rito íntimo de iniciação.


O que há em mim não tem parado
de clamar para o momento chegar.
Observando um par de tapicurus
na Baía de Babitonga,
fiquei sonhando de olhos abertos
como será quando a gente se encontrar.


Se é amor ou paixão, quero que nos dê
céu e asas, para não temermos voar,
para ignorar previsões do fim do mundo
ou quando disserem que o romance
já não terá mais tempo ou chance de durar:
que a gente tenha a coragem de dobrar a aposta.


Porque desde o dia em que te conheci
não acho mais graça em ninguém
para conversar, e algo tem me dito
que a recíproca é a mesma.
Ora tenho sido o papel e você a caneta,
sem pensar muito a gente sempre inventa.


Quando a hora certa nos brindar,
que venha a certeza lado a lado,
que o aconchego de sossegar
acompanhados venha se celebrar,
e de tudo a gente se permita desligar
sem se importar com o que irão pensar.

Há um romance sonâmbulo
sob os teus olhos de Lorca...


Palavras pretensiosas arremessadas,
e um arranque automático
entre algo épico
e o pesadelo lírico,
na alta madrugada.


Com o peso da alma
cheia de poesia intensa,
onde o mundo olha
para as personagens
que não podem corresponder
devido à profundidade,
à leveza e à liberdade
de ser o que sou — escolhi.


Diante da lua cigana,
num estado de êxtase,
sob os teus olhos de Lorca,
ainda talvez acordada
todavia desejo o real,
pois a essência segue intacta.


Firme vivendo o suspense
de um romance sonâmbulo:
"Ver-te que te quero ver-te",
nos teus braços que também
querem ver-me em meio ao verde.


Onde não sei como, quem dará
e qual será o passo primordial,
ao se se conseguirá alcançar o pleno final.

Na minha boca só mantenho
a sua pele, os seus beijos
e as melhores e mais finas palavras
misturadas com o aroma
do chá da macela reservada da colheita;
E não o que desejam incutir
para nos manter desorientados;
para nos fazer distanciados.


Os lábios e a carícias veneram
tudo o que se descobre em veios
de ágata deste nosso sul brasileiro
com o norte molhados de desejo
pelos teus lábios bonitos e capazes
de fundir com arte elevada o ródio.


Porque se eu for me perder
que seja na perfeição dos teus traços,
para que o prêmio nos tornemos laços
entre trocas e voluptuosos abraços.


O alucinante, o arrebatador e o viciante
definirão rumo aos nossos passos.
O flerte com a imprevisibilidade,
dissolução de um no outro,
a elegância, a abertura e a multiplicação,
trazendo à tona a inevitabilidade
das polaridades em perfeita rendição.


No painel ordinário dos dias
escrever, pintar e desenhar,
para no cotidiano formas dar
com as nossas cores suntuosas,
inspiradoras e inesquecíveis,
para que nos sintamos incríveis.


O corpo e a mente merecem
a concessão de alternância
para que o amor e o auge liderem,
e a intimidade escreva bela,
reservada e totalmente protegida
ao som do balanço das araucárias.


Para que a hierarquia natural
de quem dá e recebe prazer seja
preservada das influências externas,
para que a reverência não se perca.


Da elegância e rendição existencial
alcancem a pavimentação perfeita,
para que a polaridade se afine
de forma a entender e só responder
os nossos códigos de prazer
sensoriais, secretos e sagrados.

Que a fé fortaleça seus passos, que a luz ilumine seus caminhos e que o amor conduza suas palavras e ações.


Que você siga firme em sua caminhada espiritual, com humildade, sabedoria, paz e gratidão no coração.


Que assim seja/ que assim se faça/ que assim se manifeste! ✨🌿🙏

"Quem está errado numa disputa? Simples... É quem se descontrola e diz palavras feias e apelativas!"
Frase Minha 0049, Criada no Ano 2006




USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

"Palavras e expressões fortes ainda impressionam um bocado a massa. É o caso envolvendo as "Biografias não Autorizadas. 'Censura', 'Liberdade de expressão', 'Cerceamento', 'Ditadura' e coisas assim sensibilizam um bocado certos bocados de pessoas!"
Frase Minha 0624, Criada no Ano 2013

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

1295 📜 "Já perceberam? Alguns mudam o significado de certas palavras e expressões, com desembaraço. Não são casos de 'sentido figurado' nem de licença poética. São casos de Apelação, de Eufemismo, de Pretensão, de Filosofia 'Rasteira' "
-
"Por exemplo: Alguém atribuir 'Riqueza' a 'ter bela Família e a estar bem consigo e com Divindades' ou dizer que 'Que tem Caráter tem tudo' ou insistir que 'Não existem Pessoas Feias e sim Belezas Diferentes'. Por que vivem assim?"

Minha crítica não é diretiva.
Minha escrita não é carapuça para ser vestida.
Minhas palavras são flechas
que atingem o alvo que se atira à frente.
Que culpa tenho se o que escrevo
é como um espelho que revela a nudez
de quem se coloca diante?
𝓙𝓾𝓻𝓾𝓷𝓪j.

Amar vai além de palavras,
amar vai além de sorrisos,
amar é algo inexplicável mais sentido.

Inserida por julianarocha20

Quando suas palavras se calam, seus gestos falam por si.Mas nem palavras, nem gestos, falam tanto sobre você quanto seu olhar.
Que quando brilhante, resgata meu lado romântico. E quando fosco,resgata meu lado cético.
Se o amor vive entre diferentes tons de cinza e sob nuanças de palavras, gestos e olhares; sobreviverá às amargas constatações de que o próprio amor é volátil?

Inserida por RENEMPB

Poesia
Um Sudoku de palavras
tão diferentes e raras
formando um quebra-cabeça
difícil de que se vença
talvez uma cruzadinha
vida inteiras em uma linha
ou então, que tal diretas?
e o curioso mistério de suas retas
um caça-palavras fácil
com um vocábulo afável
terminando com 7 erros
difíceis e traiçoeiros.
Assim é a poesia
ás vezes ausente de alegria
uma menina travessa
com o sangue de condessa.

Inserida por vitorap

Palavras jogadas

A vida pode ser entendida como uma pintura a qual há inúmeras versões, inúmeros pontos de vista.
Não obstante ao padrão nos imposto fazemos diferente a cada segundo, a nossa vida não passa de uma ilusão. Mas por quê? porque é rápida, a cada minuto que se passa, é um a menos à viver..
Posso falar de felicidade, tristeza, ódio ou perdão, posso escrever da vida ou da morte.. mas o que isto vai causar? Nada. Pois são apenas palavras jogadas, por que não escrever de futilidades ou das coisas abstratas importantes? Já disse... são palavras jogadas.
Acordamos todo dia pensando, meu dia será proveitoso? Será que alguém me espera passar? Não sei.
Temos inúmeros sonhos, a vida só acaba quando os sonhos se esgotarem, mas convenhamos, certa vez ouvi que o lugar mais rico do mundo, não são cidades ou países.. mas o cemitério.
Vamos imaginar... quantos sonhos existem enterrados lá? quanta busca de felicidade não alcançadas daqueles que tentaram, no entanto, nos deixaram antes de conseguir, andamos sobre um tesouro, o mais lindo tesouro.. Com isso, apenas lamentamos, choramos, perdendo tal foco a vida passa.. como o grande "mané" disse uma vez.. "uma vida inteira que podia ter sido e que não foi"..
Não podemos nos entregar, olhemos à nossa volta, vamos dar valor as coisas e não preço.. "Tudo que tem preço não tem valor, tudo que tem valor não tem preço".. Mas o que importa tudo isso.. SE SÃO APENAS PALAVRAS JOGADAS?

Inserida por mercaldi

O Rafinha Bastos vive de jogar palavras ao vento.
Preconceito é opinião sem conhecimento, se o Rafinha Bastos fosse ao Show Revelação ou do Mumuzinho ele mudaria de opinião.
Deixa essa gente pra lá♫

Inserida por EdelziaOliveira