Poema o Mundo Gira

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O Que Ainda Nos Salva

O ser humano pode ser cruel.
O mundo, muitas vezes, também é corrupto e cruel.

Existem tantos mistérios, tantas forças angelicais e demoníacas, que nem somos capazes de compreender — e talvez seja melhor assim.

O essencial, o que realmente conforta, é acreditar que ainda existe justiça neste mundo e que o amor é capaz de superar tudo.

Por isso, não me despreze por eu não enxergar o mundo da mesma forma que você. Afinal, você também não entende quase nada dele.

No entanto, uma coisa é certa:
o amor cura tudo, até mesmo as pessoas ruins.

Apesar de tudo, acho que precisamos nos apegar à esperança que ainda resta em nosso mundo.

O Mundo Dentro do Meu Mundo

Eu sei.

Eu sei o que está escrito no manuscrito.
É longo e agridoce.
Mas quem vai escrever o seu nome?
Quem vai dizer o que houve nos momentos maravilhosos e nos tempos sombrios?

Só um momento, por favor…

Eu sei sorrir.
Eu sei amar.
Mas não sei dizer adeus.

Tudo se torna diferente quando as falhas do tempo são preenchidas por remendos de lembranças.
Os outros não conhecem os erros, mas você conheceria.
Sorri… porque sabe que eu sei exatamente onde as falhas se instalaram.

Eu me esforcei, e tudo era profundo.
Era para ser um livro, mas achei melhor dividir em pedaços:
fragmentos em poesias.
Porque assim posso revivê-las em meus vários olhares, em meus múltiplos suspiros.

Seu nome era o meu slogan.
Nossa vida, uma crônica maravilhosa.
Somente eu para entender aquele mundo dentro do meu mundo.

Só um momento, por favor…

Eu sei sorrir.
Eu sei amar.
Mas não sei dizer adeus.

Luz e Salvação

Evan do Carmo

Em Belém nasceu
uma luz que veio brilhar
num mundo mergulhado em escuridão.

Com humildade
veio nos salvar.
Em seu sacrifício
deu-nos redenção.

No calvário de amor se fez dor.
Seu sangue lavou nossas feridas,
e na ressurreição nos deu a vida.
O reino de Deus é a luz que se revela,
que guia nossos passos na escuridão.

Ó Senhor Jesus,
Teu legado é nossa esperança.
Em teu amor encontramos proteção,
em teu exemplo achamos o sentido da vida.
Luz e salvação.

No calvário de amor se fez dor.
Seu sangue lavou nossas feridas,
e na ressurreição nos deu a vida.
O reino de Deus é a luz que se revela,
que guia nossos passos na escuridão.

Ó Senhor Jesus,
Teu legado é nossa esperança.
Em teu amor encontramos proteção,
em teu exemplo achamos o sentido da vida.
Luz e salvação.

Sobre hoje, no café, e no mundo, escrevo para aliviar a tensão.
O café esfriava lentamente, como se também estivesse cansado de notícias. Ao redor, pessoas falavam baixo, riam por educação, mexiam no celular como quem procura abrigo. O mundo ardia do lado de fora, mas ali dentro o tempo ainda fingia normalidade. Há algo de profundamente humano nesse gesto pequeno de segurar uma xícara enquanto impérios se movem, fronteiras tremem e homens decidem destinos como quem move peças distraídas num tabuleiro gasto.
Vivemos dias em que o poder voltou a falar alto, sem pudor, sem metáfora. A força reaprendeu a se chamar virtude, e a violência se veste novamente de salvação. Enquanto isso, o cidadão comum segue escolhendo o pão, pagando o café, tentando manter a sanidade intacta. O contraste é obsceno: o mundo range, e nós respiramos como podemos.
Escrever, hoje, não é vaidade nem ofício. É necessidade fisiológica. É a forma mais discreta de resistência. Uma maneira de dizer a si mesmo que ainda há pensamento, ainda há silêncio possível, ainda há um intervalo entre o caos e a consciência.
Termino o café. O mundo continua.
Mas, por alguns minutos, a escrita cumpriu sua função essencial:
não salvou nada — apenas **impediu que tudo desabasse por dentro**.

Ao teu lado, a vida perde o peso do mundo,
O soju é brinde a quem soube esperar.
Em um olhar rápido ou no beijo profundo,
Encontrei meu destino, meu porto, meu lar.


Seja na rocha fria ou na grama macia,
No acorde do violão ou no toque da mão,
Estar com você é a eterna alquimia
Que transforma o comum em pura oração.


Obrigado por ser meu farol e meu porto,
Por fazer do agora o melhor lugar.
No calor do teu peito, o cansaço é conforto,
E a felicidade é simplesmente... te amar.


-------- Eliana Angel Wolf

Porque quando a boca do mundo fede, a gente reza.
Não pra eles mudarem.
Mas pra gente não virar igual.

Van Escher

... Kenosis ... Lucas 1 : 37 ...
O Grande Presente De Deus
Para O Coração Do Mundo:
O Nosso Amado Jovem Do Impossível
... Alegria ... Esperança ... Gratidão ... GTC ...

Todo mundo sofre
Todo mundo erra
Todo mundo tem
As suas próprias guerras
Quem somos nós pra ditar

O valor de alguém?
Somos pó
Não podemos julgar ninguém... Marcela Tais

Jesus eu vou, te adorar eu vou
Ainda que o mundo todo me esqueça
Estar Contigo é o que interessa Jesus eu vou, te adorar
Mesmo que o mundo esteja de ponta cabeça
Firmado estou em Tua Promessa Tiago Cardoso

A Eliot
O poeta ressurge das cinzas das horas
do niilismo absurdo, da sombra do mundo,
no fim da aurora.
Canoa virada, naufrágio profundo
do centro do abismo,
sem forma ou lirismo, anuncia o futuro.
Se pensa desiste, monólogo tão triste
enfado e desânimo.
Descansa do verso,
é um santo professo na prosa frugal
recita Homero, arrisca um refrão
desprezo fatal.
Não bebe mais vinho, não é abstêmio
sempre foi boêmio na noite discreta
amou sua musa, na lua minguante
não foi bom amante,
mas foi bom poeta.

⁠⁠É inútil, é um absurdo ter preconceito.
As pessoas são iguais em qualquer lugar do mundo. Pessoas são pessoas, o que difere são os defeitos.

Não há raça, gênero, orientação ou religião,
Que justifique uma discriminação.

Diante das diferenças, devemos aprender a conviver, a respeitar e a amar, sem nunca deixar de perceber, que a diversidade é um presente da vida, e que só assim, de fato, podemos ser livres.

Que o amor seja a força que nos une, que o respeito seja o que nos guie,
e que juntos possamos construir um mundo melhor, onde o preconceito não tenha vez nem lugar, nem sabor.

Porque no final das contas, somos todos iguais, seres humanos em busca da felicidade, e se há algo que nos faz melhores e mais especiais, é a capacidade de enxergar a beleza na diferença e na diversidade.

CRÔNICA: Esse é o mundo que temos ( parte II)

Nesse contexto, não divirjo do indivíduo que cria seu próprio mundo, imune de todas essas ilações. Os mais fragilizados vestem os seus casulos, e evitam transcender os limites da bolha, idealizada pela sociedade. Então porque é comum ver debates sobre aquele cidadão que vive num submundo, que não agrega, nem socializa, e ainda por cima, é antipático?
É o famoso julgamento. Resolver o problema do outro é fácil demais. Qualquer obstáculo que não esteja em seu horizonte, é visto como facilmente ultrapassado.
A dificuldade do outro, inexiste. O sofrimento do sujeito que interpreta o enredo apresentado; em suma, normalmente é imensurável. Infinitamente maior.

060526

CRÔNICA: esse é o mundo que temos.

Viver no mundo, onde todo mundo deseja chegar ao cume, indubitavelmente alguém ficará para trás. É uma corrida insana, uma terra arrasada, Estado sem lei de uma nação anárquica, na qual são usadas todas as formas para alcançar o apogeu. Todos os tipos de tortura: a força física, o controle emocional e a habilidade de persuasão, são meios de atropelos, cuja a única meta, é ser o melhor, o senhor onipotente, oniciente e onipresente, que não ver nada à sua frente, a não ser galgar de todo o tesouro que acumulado, e consequentemente, fortalece a miséria, propicia a escassez da solidariedade e tonifica a desigualdade social.

O mundo dos que tiveram a graça da convivência fica profundamente entristecido com a sua partida, mas com a esperança de vê-la (o) laureada (o) no céu!


Vá em paz!⁠


Hoje o mundo amanhece mais silencioso…


Há partidas que não fazem barulho — mas desorganizam o coração dos que ficam.


Fica a saudade que aperta, a memória que visita e revisita sem pedir licença, o riso que ecoa nos cantos da casa e até da alma.


Fica a ausência física… mas também fica tudo aquilo que foi semeado: gestos, palavras, exemplos, afetos…


E isso, não há tempo que possa recolher.


A dor da despedida é o preço inevitável do privilégio de ter convivido.


Só sente profundamente quem amou verdadeiramente.


Entristece-nos a partida, mas consola-nos a esperança.


A esperança de que todo bem vivido não se perde, de que todo amor verdadeiro encontra eternidade, de que a história não termina no adeus.


Que vá em paz!


E que, entre lágrimas e lembranças, possamos sustentar no peito a fé de que a sua trajetória aqui foi apenas o início de algo muito maior — e que um dia o reencontro transformará a enorme saudade em abraço.


Até breve!⁠

⁠Não é fácil entender como um mundo tão abarrotado de santos consegue fabricar tantos problemas.


Talvez porque santos demais, quando empilhados, deixam de ser testemunho e passam a ser ornamentos e julgamentos


Um mundo abarrotado de “santos” costuma falar mais alto sobre virtude do que praticá-la.


Há muita canonização apressada do próprio ego e pouca disposição para carregar até a própria cruz, quiçá a do outro.


Quando a santidade vira rótulo, ela já não transforma — apenas separa, acusa e justifica.


Os problemas não nascem da falta de discursos corretos, mas da hipocrisia, da ausência de mãos estendidas, de escuta sincera e de misericórdia silenciosa.


Afinal, se todos fossem realmente santos como acreditam, talvez o mundo fosse menos barulhento… e muito mais habitável.


Assusta-me muito menos o pecador assumido do que o santo fabricado.

Por um amigo, se for preciso, eu brigo com os meus, com o mundo e até com meu Soberano Deus.


Se for preciso, eu enfrento os meus, o mundo inteiro — e até o agridoce silêncio que faço diante d'Ele.


Não por soberba, nem por rebeldia, mas, porque a amizade verdadeira também é um grandioso ato de fé.


Há laços que não se sustentam em conveniência, mas em compromisso.


Amizade não é aplauso automático, é presença que permanece quando a razão manda recuar.


É escolher ficar quando o mais fácil seria se esconder atrás do “não é problema meu”.


E se às vezes esse amor me coloca em tensão até com Deus, não é afronta: é oração em forma de luta.


É Jacó mancando depois de muito insistir…


É Abraão perguntando, Moisés intercedendo, Jó reclamando sem deixar de crer.


A fé madura não foge do confronto; ela o atravessa.


Defender integralmente um amigo não é substituir Deus, é confiar que Ele suporta nossas perguntas e entende nossa lealdade.


O Deus que nos ensina a amar o próximo não se escandaliza quando levamos esse amor às últimas consequências.


Porque, no fim, não brigamos com os nossos, com o mundo e até contra nosso Soberano Deus por um amigo — brigamos diante d’Ele, certos de que a justiça, quando é verdadeira, nunca anda separada do amor.


É no “amar verdadeiramente o próximo como a ti mesmo” que se resumem todas as leis e profetas.

⁠Que Deus é fiel,
o mundo já sabe,
ou ao menos deveria saber — e nós, até quando somos fiéis?


Deus tem sido sempre tão Generoso conosco que, se a Graça não fosse um Favor Imerecido, o Constrangimento talvez fosse muito maior que a Gratidão.


Não porque me falte reconhecimento, mas, porque sobra consciência das próprias falhas.


A graça, quando compreendida de verdade, não infla o ego — ela o desarma.


Talvez, sem essa plena consciência de imerecimento, dificilmente eu escaparia do abraço do constrangimento.


E há algo de profundamente pedagógico no favor que não se pode pagar, negociar ou justificar.


Ele nos retira do centro do palco, desmonta a agridoce ilusão de mérito e nos coloca no único lugar possível diante do Divino: o da humildade…


A Espiritual e a Intelectual.


Quem entende a graça não anda de peito estufado; anda de cabeça baixa, não por culpa, mas por reverência.


O constrangimento, nesse contexto, não é a vergonha paralisante, é puro espanto.


É perceber que, apesar de quem somos, carregados de rastros de podridão, continuamos sendo alcançados pelas mãos misericordiosas do Pai.


Que mesmo quando nossas mãos estão vazias de boas razões, elas ainda são preenchidas de misericórdia.


E isso nos educa mais do que qualquer repreensão.


Talvez a maior evidência de maturidade espiritual seja justamente essa: não transformar a generosidade de Deus em direito adquirido, nem a graça em moeda de barganha.


Quem vive consciente do favor imerecido não se acostuma com ele — agradece, cuida e tenta responder, não com merecimento, mas com fidelidade.


Que Deus é fiel, o mundo já sabe ou ao menos deveria saber — e nós?


Até quando somos ou tentamos ser fiéis?

⁠⁠Quando eu me calar, eu sei que o mundo não sentirá saudade da minha voz, mas se alguém sentir, que se contente com ela.


Sei que o mundo seguirá em frente — como sempre seguiu — indiferente à ausência da minha voz.


Não porque ela não tenha existido, mas porque os ruídos do mundo, muito raramente, o deixam perceber silêncios que não gritam por atenção.


Ocupado demais com os próprios ecos, ele não notará a falta de uma voz tão insignificante que nunca quis ser multidão.


E está tudo bem.


Porque quando eu me calar, talvez não seja por ausência de palavras, mas por excesso de lucidez.


Há momentos em que falar já não acrescenta, explicar cansa e gritar não cura…


Então o silêncio deixa de ser fuga e passa a ser escolha.


Nem toda ausência precisa virar ruído.


E nem todo silêncio é pedido de aplauso.


Se alguém sentir saudade, que a sinta por inteiro, sem pressa de transformá-la em cobrança.


Saudade não exige devolução, não pede palco e nem reclama resposta.


Ela apenas existe — como prova de que algo foi dito, vivido ou sentido no tempo certo.


Ainda assim, se alguém sentí-la, que não lamente.


Que se contente com ela.


E que guarde essa voz como quem guarda um copo d’água no deserto: não para exibir, mas para lembrá-la.


Porque há vozes que não foram feitas para ecoar em multidões, e sim para alcançar um coração de cada vez.


O silêncio, quando escolhido, não é derrota nem esquecimento.


É o berço do descanso da alma…


O lugar onde a palavra aprende a ter peso justamente por não ser dita.


É a forma mais honesta de permanecer inteiro quando as palavras já não alcançam.


E se restar alguém que sinta, que se contente com o sentir.


Porque há afetos que não precisam de voz para continuar verdadeiros — sobrevivem, intactos, exatamente no espaço onde o silêncio começa.

O mundo e quase tudo que nele existe foi criado pela palavra…
Mas é pela ironia que ele quase sempre subsiste.


Quando a polarização, acompanhando a carruagem, se reinventou, essa corja convenceu parte do povo a se armar a pretexto de segurança para não perceberem que o chicote era a Bíblia mal-intencionada em suas mãos.


Não obstante, essa ironia, demonizaram a mídia só para monopolizar sua atenção.


Hoje elas não têm pauta mais relevante, senão dar palco para o encardido que arregimentou as almas “inocentes” para salvar o país, e nunca mais parou de tentar vendê-lo para se salvar.


O diabo é um gênio!⁠

Num mundo onde quase tudo pode ser dito, mas quase nada escutado — talvez o bom ou mau-humor seja nocivo aos Donos da Verdade que não conseguem se despir da Toga do Moralismo.


Onde se fala muito e ouve-se muito pouco — o ruído é constante, e o humor se torna muito perigoso.


Talvez o bom ou o mau-humor sejam nocivos apenas aos donos da verdade, esses que vestem a toga do moralismo como se fosse um escudo contra qualquer desconforto.


Não suportam o riso porque o riso desarma, não suportam a ironia porque ela revela, e não suportam o espelho que o humor, em sua essência, quase sempre oferece.


Enquanto o mundo se divide entre os que falam e os que reagem, o ouvir continua sendo o ato mais revolucionário — e o rir de si mesmo, o mais Libertador.


Pois, para os que não conseguem rir de si próprio, as palavras perdem o dom de tocar para alimentar o vício de ferir.