Poema o Mundo Gira
Reflexo
"Nos formamos, como somos.
Por isso,
Ensinamos como Aprendemos
E Absorvemos, como Observamos."
O primeiro passo não te coloca onde queres, mas tira-te de onde estás.
Tudo parece ousado
Para quem a nada se atreve.
Sois o leite da bondade humana.
A luz do meu mundo sombrio.
Sem vós, a vida é um deserto.
E convosco é o universo em expansão.
Um ermo pavoroso. És um jardim de jasmin e és uma fénix que renasceu das cinzas. És uma força da natureza
Voando na vida,
Viajaria mais leve.
Se eu pudesse voltar a viver,
Daria mais voltas na minha rua, contemplaria mais amanheceres e brincaria com mais crianças.
Se tivesse outra vez uma vida pela frente.
Viver a vida, voando no tempo.
Com quantos anos eu viveria?
Era uma vez a mais linda das estrelas no céu...
Ela era a mais bonita mais se sentia solitária e vazia por dentro como um vaso vazio "calada como um cemitério"
Calma como o mar
Linda como uma rosa na primavera
Com um coração frágil como o vidro
A tristeza dela era como uma tempestade
A mente dela é como um furacão todo bagunçado.
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A vida é como o vento passa ligeiro
O tempo é como mágica,clima tropical vive mudando
O céu é como noite a única diferença são as estrelas e a Lua e o sol tão distantes apenas um amor a distância
Aquele que é mariotte do destino nunca vai encontrar a verdadeira felicidade na vida.
Quando sofremos o preconceito
Acompanhado de risada
A indulgência do sujeito
É nos culpar, como piada
Entenda por que é tão tóxico
Essa pobre alma perturbada
Não conhece seu próximo
Precisa rever sua caminhada
Mas, nunca baixar a cabeça
Não é sinal da nossa fraqueza
Batalhar e vencer desavença
Sempre foi nossa riqueza
Seja na lavoura ou tecnologia
Seja sertão, campo ou cidade
Desse povo não se duvidaria
De toda a sua capacidade
Encaramos todas as dificuldades
Enfrentamos sem medo o destino
Nos dá força, orgulho e felicidades
A honra de nascer nordestino.
SEMEADOR
O poeta semeia palavras
Como quem joga cinzas ao vento
Colhendo seus poemas
Nas entrelinhas do pensamento.
Jogaram um pedaço de papel
Na dança das águas desse mar
A folha sobreviveu
Apenas pra contar
Que as letras escritas dissolveu
Pedaços, sumiram junto ao mar
A imagem sobreviveu
Apenas pra eu cantar
Aquela canção que estava lá.
você me fez sentir algo que
jamais sonhei
um cargo na minha vida
que nem sei
tudo que sei e que
você e meu mundo
minha luz na escuridão
meu sol no amanhecer
mas eu nem sei...
nem sei se e possível
um amor diferenciado
um amor colorido
sempre unido
o amor nunca mente
porque foi o cupido
o culpado de tudo isso
sempre inteligente nunca
muito diferente
Te admirar é como me perder em dimensões pelo espaço;
Sua beleza inacabável, faz com que me perca em seus lábios rosados;
Te encarando, até me esqueço de como dar passos;
Gostaria de um dia te emprestar meu casaco;
Desculpa mas o meu amor não é muito claro;
Pelo contrário, até o disfarço;
Com medo de ser recusado;
Mas apenas o seu toque, já é o suficiente pra me deixar corado;
Meu coração acelera com o seu simples abraço;
E meu sonho é assinar as nossas iniciais naquele velho carvalho;
Ser criança é não ter a ânsia de querer ser...
É viver sem se comprometer
com a realidade daqueles que nada são
Não vivem
Não sonham
Não têm imaginação
Ser criança é não se
Contentar com a monotonia
Do mundo...
Com a falta de graça,
de cores, de rumo...
É aproveitar a vida
Cada segundo
(...)
Ser criança é sorrir
Com as coisas
simples da vida
É ter o coração livre
E amar sem medida
FLORES, Leandro, 2017
Outubro de 2021: por causa da pandemia, sigo ainda numa liberdade vigiada, dois anos depois da última mudança, que seria o início das liberdades.
Desse período, foram dezenove meses totalmente confinado até que a segunda dose da vacina anti covid fosse aplicada.
Sinto vontade de botar novamente o "saco nas costas" e sair por aí, achar um canto novo.
Mas ainda preciso de confinamento de multidões furiosas, mesmo quando a ciência declarar vitória sobre a pandemia de Covid.
Talvez eu possa colonizar um lugar onde eu possa levar todas pessoas que apoiaram o próximo e pensaram no bem coletivo durante as fases mais críticas da pandemia.
E se não conseguir um lugar físico para essa nova pátria, vou declarar o meu coração a nação independente dos solidarios, dos empáticos, dos que cortam em quatro partes (ou milhares) o seu pão, a sua amizade, a sua arte, a sua inspiração, a sua sanidade e a sua alegria.
Quero as pessoas que compartilharam o lenço na hora do choro e que marcaram presença (mesmo à distancia) na agonia. Estes viverão como embaixadores.
E serão libertos todos aqueles que foram maculados pelo SIM, quando a resposta deveria ter sido NÂO aos seus predadores...
Não haverá ambiente para abusos, pressões, subordinações ou comandos possessivos.
E não serão permitidas relações abusivas , manipulações individuais ou coletivas, mentiras, calúnias e difamações.
Pessoas que buscam evolução serão bem vindas e aprenderemos de mãos dadas.
Atraversiamo!
#abdução
O inverno nos agasalha em volto das lareiras e eggnogs natalícios, bourbon com músicas de natal e filmes de halloween, envolvendo flocos de neve em cima das taças cheias de vinho.
A sabedoria aliada à simplicidade de um poeta romancista e visionário .
De todas as perdas o tempo é o mais irrecuperável porque nunca se pode reaver. O esplendor das manhãs sentido a neblina e o cheiro único do café e a noites apaixonantes olhando para o universo em expansão até aos seus confins.
Sou feita de sonhos, com uma música que toca aqui dentro da minha mente...que fala de amor, feita de gotas de realidade, de lágrimas que querem sorrir, de desejos de dias melhores...
Sou feita do bem que cura o mal, do amor que perdoa, da fé que salva, do silêncio que explica...
Sou a mão que tenta te levantar, o abraço que acalma.
Quero te dar sono em um momento turbulento e te fazer sorrir mesmos em dias de tempestade.
Te darei a semente... quero vê você colher seus frutos, quero vê vc vencer e principalmente vencer seus medos. Pois por mais alto que estejam os frutos, acredito que você é forte suficiente para alcança-los, lembre-se quanto maior for a distância, mas prazerosa será a chegada.
- Soll Alcantara
"O vento à espreita,
me encontra só,
como um resoluto esteta,
que contempla luas de quarto-crescente
com algodão doce na soleira.
E assim,
O caos se aquieta.
Em livros e poemas,
busco a companhia de palavras,
para atravessar o ciclo
e alcançar a revoada."
Em busca do passo perdido
Sigo, sem pressa, determinada
Às vezes me parece escondido
Noutras à vista estampada
Mas passo, compasso, vazio?
Me diga, tenho até calafrio
No eventual silêncio
Pode estar o mais lindo rodopio
Eureka, encontrei o oculto
Entre rimas, até melodias
Eis que avisto o astuto
Cá dentro, bem lá no meu peito
LAURA FLÔRES
25.07.24
A amizade
A verdadeira amizade
Duas almas sem maldade
Um prisma de todas as cores
Em que não há a cor das dores
Uma companhia para a vida
Sorriso nos bons momentos
E um ombro de olhos atentos
Na tristeza e na alegria
De que vale grande riqueza
Ou até a mais alta beleza
Se caminhas na tua solidão
Sem amigo para ter como irmão
Lembra então, meu caro ser
Que quando tua vida ceder
Teus amigos contigo estarão
Caminhando juntos à imensidão.
O tempo
O broto puro da terra sai
Enquanto a folha madura
De velha e triste se vai
No louvor de sua altura
O tronco se entrega à escuridão
Deixando felicidade alguma
O lento e súbito clarão
Dos anos que a terra consome
Do belo à sua podridão
A implacável fúria invisível
Ainda viva enquanto dorme
Faz o silêncio audível
O furacão que o céu tocava
Vai do branco ao torto cinza
A uma brisa fria que se acaba
E o destino que se realiza
Ergue a tumba de sua era
Velando a dor que avisa
A doce morte e sua adaga
Ao que um dia do sol vivera
Fadado agora à eterna amargura.
O céu
A noite solar, o dia lunar
Água de prata ao mar
O vento que voa frio
O raio que nuvem partiu
O crepúsculo aos olhos
Resplandece as rochas negras
E os que desciam mórbidos
Ascendem às doces sedas
A suprema obra majestosa
Que tudo alcança, tudo vê
E a ti, nu, faz à mercê
De uma vasta nuvem gloriosa
As harpas da deusa estrelada
Cantam às flores azuis
E a bela deusa dourada
Fulgura em seu leito de luz.
O Vazio
Fala pra mim, ó vazio
O que é que tu tens
Que faz de todos bens
Um nada mais que vil
A letra já é numero
O papel já é manchado
E a mancha já escura
Faz do nada algo bordado
Num ombro todo o ouro
No outro a beleza
No meio nenhum louro
Só a nuvem de tristeza
E na longa estrada que desce
Guiado por ti, podre vulto
O ser outrora culto
Fecha os olhos e obedece.
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