Poema o Amor segundo Carlos Drummund de Andrade

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⁠Amor quebrado com força de poesia


O amor espatifou-se
Nas eiras da vida.
Marcas deixou
Nas calçadas,
Nos beijos,
Ventos e camas.
Rastejando
Conheci penhascos
De náufragos
Outrora errantes.
Arranquei lodos da terra,
Essência das flores,
Dei sabor de inverno à primavera,
Destrui nações,
Apalpei corpos voluptuosos,
Ladrei.
No mundo sub-mundo
De dó a si dissipei
Os espectros da liberdade.
Afogando no eco das tristezas,
Tive forças e ressuscitei.
Hoje sou árvore de raiz profunda,
Que bebe o leite da terra,
E me embriago de natureza.
Livro: Travessia de Gente Grande
Escritor: Ademir Hamú

Inserida por AdemirHamu

1725 XVIII na fascinante Cidade do amor e aventura, mágica e libertina Veneza, Itália.
Nasceu um homem que seria uma inspiração para milhões de pessoas em todo o mundo e admirado por muitos até aos dias de hoje em pleno Século XXI.
Assim nasceu um homem inigualável, fascinante, especial, famoso e poderoso e foi um poeta e aventureiro pela Europa fora.
Permito a quem desejo, desfrutar de minha morada.
Permito o calor da lareira, o aconchego do lar e de um vinho gostoso.
me entrego aos ruídos que faço ao beijar!
O perfume do teu suor e do teu calor.

Inserida por richard_felix

⁠Dédalo

Faça-me viver.
Invente de si,
a melhor proporção
e me dissolva em um cálice de amor.
Tenta-me compreender.
Descrevo meu ser,
fazendo com que você
conclua o labirinto
longo,
distante,
aventureiro da minha afeição.

Aprenda a visualizar
muito além do que possa avistar.
Desvende cada detalhe,
cada traço,
cada risco,
e se houver um chuvisco,
somente sorrie.
Pois à quilômetros
farei de você uma única cena.
Clicando apenas o replay,
para revê-lo em tua melhor performance.

Inserida por ca_cordeiro_

FILOSOFIA DO AMOR


De João Batista do Lago


O amor esse desdouro
inquietante e avassalador
banha o corpo de torpor
e a alma sangra no matadouro
e o sangue escorre pelo ralo das veias
enrijecendo o corpo inteiro
e grudando-o na cruz do madeiro

O amor, meu amor, não é brincadeira
Ele está sempre à frente e também na traseira,
fica do lado direito, mas também no lado esquerdo
muitas vezes ele chora
outras tantas desespera
muitas vezes vai embora
outras tantas fica e implora

Esse maldito do amor
que ninguém sabe onde nasce nem quando
trucida os amantes incautos
enganando-os com a paixão
e dos imprudentes brinca e troça
faz quermesse na jugular das emoções
onde leiloa beijos e carícias vãs

Ah, esse sujeito vagabundo
que faz juras em desmedida profusão
prosta os amantes querelantes
debilita a palavra sussurro
derruba o abraço mais profundo
humilha o beijo com o escarro
e subjuga o gozo na raiva do presente

Enfim, ó tu louco e eterno amor
que vagueia sensações despudoradas
és o príncipe do desconhecido
a quem se busca em vidas desesperadas
alcançar a sinfonia do perfeito verbo
onde pretendemos abrigar os corações
escarlates de vidas de humanos carentes

Inserida por joao_batista_do_lago

andeja

minha poesia é onde vou
um aconchego, um amor
aí eu finjo que ali estou
uns devaneios ao dispor
então rumo pra outro voo

minha poesia é sertaneja
come perna de cachorro
sem parada, assim seja!
vai, sobe e desce morro
e outro acaso nem planeja

andeja!

© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
2019, 16 de outubro
Cerrado goiano

Inserida por LucianoSpagnol

carão

quem quer só aparência, e não essência,
terá no amor conveniência, e na vida
reticência...

© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Cerrado goiano

Inserida por LucianoSpagnol

oferendas

dê flores ao amor
beije e abrace
ao amador, rondas
não use disfarce
-pule sete ondas!

© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
outubro de 2019
Cerrado goiano

Inserida por LucianoSpagnol

O amor persiste, tudo passa

O ciclo lunar
A saudade a apertar
O medo do obscuro
O pensamento descuro
A solidão a atormentar
A ofensa a machucar
A tempestade que amedronta
A ignorância que afronta
A felicidade em gomos
A diversidade que opomos
A ingenuidade que acredita
O xingamento que irrita
O ato que envergonha
A moral sem vergonha
O desamor que insiste
Tudo passa! O amor persiste…
Então, aos que desconfiaram
Revelo: amei e me amaram!

© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
03/03/2009
Rio de Janeiro

Inserida por LucianoSpagnol

Seu sorriso, me torna heroi

Seu amor me da harmonia

infame fui de te ignorar

perdão.

-Te desculpo

o que? ?

-Sim, te desculpo.

não não, esta brincando

-cala a boca e me beija.

_*Little Poet🌸🍃*_

Inserida por Jihooh

Isso é viver ou morrer
Isso é ilusão ou realidade
Isso é amor ou falsidade

Isso é viver ou sofrer
Isso é correr ou matar
Isso é lutar ou apanhar

Isso é nada além de um poema
Que em nada nos anima
Mas sempre te inspira

Inserida por PoeSias

Um lindo gesto de amor
Me fez compreender
Quando olhei para o céu
Senti vontade de reviver
Com meus olhos de amor
Meu coração se encantou
Sua pele tocando em mim
Meu coração disparou.

Inserida por angelica_souza_3

Talvez um dia
eu compreenda
este desatino do amor
os desencontros e encontros
encantados pela magia
magia da vida
que persegue
que maltrata
não um coração
nem sequer um corpo ou mente
apenas um etéreo eterno ser.

Inserida por RosanaSchmitt

PARABÉNS, HOJE E SEMPRE, PRA MULHER!

Mulher, obra prima da criação
que Deus fez com tanto amor e carinho;
u'a grande companheira para Adão,
uma flor perfumada, sem espinho.

E para abençoar nosso caminho
fê-la, pois, o Senhor, com perfeição;
fazendo do lar o mais doce ninho,
enchendo de amor nosso coração!

Vida que nos dá força para a lida,
que gera no seu ventre nova vida,
avivando muito mais nossa fé!...

A beleza apresentada em pessoa,
ser esposa e ser mãe — que coisa boa!
Parabéns, hoje e sempre, pra mulher!...

— Antonio Costta

Inserida por Antonio_Costta

REGÊNCIA (soneto)

Como quisesse poeta ser, delirando
As poesias de amor, nas rimas afora
O beijo, o abraço que o desejo cora
A solidão assediou e trovou nefando

Vazios estros, de voo sem comando
Sombrios, que no papel assim espora
Os versos, sangrando e uivando, chora
Implora, num rimar sem ser brando...

Estranho lampejo, assim compungido
Que dói o peito, sem nenhum carinho
Quando a prosa era para ser de paixão

Então, neste turbilhão me vejo perdido
Onde o prazer se faz tão pequenininho
Vão... e a desilusão é quem regi a mão!

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
10 de março de 2020 - Cerrado goiano
Olavobilaquiando

Inserida por LucianoSpagnol

Submersão

Negar-te como amor
Temporariamente é impossível.
Não há como domar o que sinto
Nesse consumar do instinto.

E uma agonia me consome
Quando ao homízio me encontro nivelado,
Pois a cama é nosso maior reflexo
Dos beijos, do toque, o mel provado.

E rente ao meu (eu) me defronto
Uma imparável e tenebrosa guerra fria;
De um lado o ego ferido - talhado,
De um outro a razão que me guia

Mas ambos num mesmo prisma distinto
Por querer enlaçar-te aqui e agora
E mesmo ao recente epílogo que se fez
Hei de por ti padecer à demora.

E assim a vida segue seu curso
Onde tudo que existe nasce e morre
Feito a chama que inda vive em mim
Que externamente implode e interna eclode

E por estar sendo sem sentido
A insistencia dum sentir sem estar
Nada mais comporta tamanha dor
De estar remando sem rio navegar.

Agora, doce minha, mentira- peregrina
Translúcido louca(mente) desvairado
Acorrentei-me às palavras furtivas
Que fortes eu teu amor, teu amado.

Negar- te hei, oh abioso tempo
Para que tuas feridas nao me sumam às presas,
Mas que bem sei, quando bem querer
Haveis de curar-me dessa dor que me resta!

Willas Gavronsk

Inserida por willasgavronsk

Ao meu amor

Trago nas mãos uma flor
E no coração um campo inteiro
No sorriso trago todos os sonhos
E nos olhos você que é o primeiro

Meu mundo pode estar preto e branco
Que levo o sol dentro do peito
Mesmo quando me sinto perdida
O vento me cobre de beijos

Sou pequena de tamanho
E grande de sentimentos
Como poderia ser diferente
Se sou coração a todo momento

Amo-te como a asa do silêncio
A cada dia e hora,
mesmo sem ter argumentos
No sorriso e lágrimas de prece
Na singeleza das coisas pequenas
E por toda minha vida
Ou além dela....
Poema Autora: #Andrea_Domingues ©

Todos os direitos autorais reservados 06/04/2020 às 15:00 horas

Manter créditos de autoria original #Andrea_Domingues

Inserida por AndreaDomingues

⁠Amor-acção

Traduza - me tua palavra
Seja tão artista capaz
De dar acção
E não autor de escrever
E só falar amor

Traduza -me teu amor
Põe-me tão fundo
Capaz de esquecer-me
No enlevo seio teu
No abismo e na lua
Onde se faz beija-flor a,
Beijar a flor-bela, Que é

Na noite verme da
Tempestade
A que trova
Chame pelo nome ,
Porque és tão
Fria
E dura quando não a faço
Em meus lábios
O teu autor

-Mbuvane

Inserida por Sergiombuvane

⁠Eu andava tropeçando na calçada do amor até te encontrar
Escalei montanhas à procura de alguém
Só pra conversar
Aí você chegou
E aquilo que era amizade
Virou amor
E tudo derrepente se transformou
Aquilo que já era bom
Melhorou
Hoje fazemos planos
E amanhã realizamos
E ainda me perguntam qual o segredo pra felicidade
Ora, se o amor bater na sua porta
O receba de verdade
-Antes mesmo de você bater na porta, eu já te esperava na minha janela

Inserida por AutoraSamyraG

"SOLIDÃO"

⁠Hoje me sinto sozinho
Sem teu amor, sem teu carinho.
Mas não sinto falta da frustração:
Como é linda a solidão.

Onde está meu coração?
Veja bem, já não preciso disso,
Já não me incomodo com isso:
Como é linda a solidão.

Cometi uma calamidade,
Que os deuses me perdoem,
Inventei de ceder à vontade;

Vontade de viver,
Que os deuses me perdoem,
Viver sem você.

Inserida por jeremiasoliveira

⁠AMOR, NOVO AMOR!
Vilma Oliveira
De onde vem esse amor que me abraça?
Aos poucos me envolvendo serenamente
Como um manto celestial és Dom divino
Que me acolhe em teus braços angelicais
Que me embala num cântico harmonioso
Que me convida a sorrir, sonhar, viver!
De onde vem esse amor que me tonteia?
Que me desperta após a longa tempestade
Que me conforta o coração na ansiedade
Que me alimenta de esperança eternizada
Que me suporta nas horas vãs de revelia
Que me ouve os lamentos, todos os ais!
De onde vem esse amor que me surpreende?
Que alivia a minha dor e se apieda...
Que massageia o meu ego em pleno dia
Que satisfaz a natureza dos meus afagos
Que entorpece em beijos a minha Alma
Que acalma com carícias meu corpo inteiro!
De onde vem esse amor brando e ordeiro?
Se não te vejo, sinto de mim se aproximando...
Lentamente como quem vai invadindo...
Ao mesmo tempo o coração, o corpo, a alma,
E se agiganta em torno das minhas ilusões
Criando forma universal no espaço de mim
Vem em silêncio como a brisa mansamente
É tua, minha coroa de flores em botão!

Inserida por vilmaoliveira