Poema o Amor segundo Carlos Drummund de Andrade
Se há algo que temo, resume-se no sociopatas que, de tão doentios, acreditam que somente eles são corretos e sãos. São envolventes e muito perigosos para os que não se deixam enganar por suas doces vozes.
os covardes se protegem. Não por confiarem uns nos outros, mas por saberem que a qualquer momento a sorte acaba e a lança afiada chega sem dor. Portanto, entre eles, enquanto não houver melhor moeda de troca, há chance de sobrevida postergando a dor.
mais confiável é o semblante inexpressivo que não desperdiça aplausos, do que o sorriso sedutor que, em nome da vaidade e da ganância, contagia desarmonia e articula o desamor.
Enquanto educadora, ressalto que simplesmente cumpro a missão de servir e lutar em favor da educação democrática e emancipatória, contrária a sua “alienação” ao capital.
Cada pérola é única e expressa a experiência particular da metamorfose da vida: enriquecida pela provação dos "atritos", enriquecem nossa visão e adornam nosso coração.
A filosofia da práxis não contempla o mundo como está — ela o interroga, o critica e o transforma com as mãos conscientes de quem age.
O verdadeiro desafio do pensar é converter a percepção fragmentada em uma consciência crítica e ativa, capaz de atuar como agente de transformação.
Muitas vezes não conversar algum assunto não significa não querer resolver, mas buscar a melhor forma de comunicar no momento mais confortável.
Em breve, uma destas duas coisas irão acontecer: as máquinas dominarão o mundo ou Jesus Cristo voltará.
Talvez o que vivemos seja um holograma, fruto da verdadeira realidade, um reflexo daquilo que realmente existe. Diante disto, onde encontrar segurança? Em Cristo.
Seja aquele que semeia olhando só para a frente, enquanto deixa para trás as flores como testemunhas de que não foi apenas mais um a passar.
Eu não tenho nenhuma dúvida de que tenho a mais absoluta certeza de que sou alguém cheio de dúvidas.
Abrace-me doce noite, sussurre seus segredos através da suave brisa, me envolva com a escuridão e cante os seus silêncios para que eu me desprenda do meu corpo e, conduzido por suas mãos, suba no palco dos sonhos.
Nos devaneios que planam sobre as correntes de ar da ilusão, me vejo olhando para o infinito, riscando os céus com as pontas das minhas asas.
Embora as autodescobertas sejam motivos para celebração, elas geralmente são brindadas com lágrimas.
Retirar-se para o paraíso em busca do nirvana só se justifica quando há o retorno para o mundo caótico, assim como o passeio das abelhas pelos jardins só tem sentido quando elas voltam às colmeias e nutrem as suas larvas.
