Poema o Amor segundo Carlos Drummund de Andrade
Hoje eu só quero colo; sem palavras, sem mais e sem porquês; hoje eu só quero colo, abraço apertado, me sentir protegida; as palavras cessaram e hoje eu só quero colo.
Tem coisas que não dar pra evitar... Elas simplesmente acontecem e nos rouba a razão tirando o chão e nos leva a fazer coisas loucas que tornam a vida mais divertida.
Eu creio que a senhora sonha talvez demais. Sonhará uns amores de romance, quase impossíveis? Digo-lhe que faz mal, que é melhor, muito melhor contentar-se com a realidade; se ela não é brilhante como os sonhos, tem pelo menos a vantagem de existir.
Feliz de você que tem um sonho, pois, a partir de sonhos grandes, vitórias em suas vidas são conquistadas.
O valor das coisas não está no preço, nem no artefato exterior das embalagens, está na importância e não no excesso de embrulho.
Em Portugal o dia é lindo e perfeito para o Carnaval. É sambar à chuvinha e ficar em pele de galinha!
Quem tem boca, fala o que quer. Quem tem ouvido ouve, mas quem tem inteligência sabe o que levar em consideração e o que não deve relevar.
Uma conversa é feita de perguntas e respostas (óbvio). Eu respondo, debato....mas de alguma forma evolui....Se vc ficar em silêncio,eu suponho o seu silêncio, afirmo, atiço, atiro no escuro...observo vc ... e te traduzo por conta própria...Mas sempre acho....uma conversa tem que ser feita de perguntas e respostas.....
"Nos encontros e desencontros da vida, cada ser que cruza nosso caminho passa a ser nosso próprio destino."
A Corte divertia-se, como sempre se divertiu, mais ou menos, e para os que transpuseram a linha dos cinquenta divertia-se mais do que hoje, eterno reparo dos que já não dão à vida toda a flor dos seus primeiros anos. Para os varões maduros, nunca a mocidade folga como no tempo deles, o que é natural dizer, porque cada homem vê as coisas com os olhos da sua idade. Os recreios da juventude não são decerto igualmente nobres, nem igualmente frívolos, em todos os tempos; mas a culpa ou o merecimento não é dela, – a pobre juventude, – é sim do tempo que lhe cai em sorte.
A deliciosa paisagem ia ter enfim uma alma; o elemento humano vinha coroar a natureza.
Sua natureza exigia e amava essas flores do coração, mas não havia esperar que as fosse colher em sítios agrestes e nus, nem nos ramos do arbusto modesto plantado em frente de janela rústica. Ela queria-as belas e viçosas, mas em vaso de Sèvres, posto sobre móvel raro, entre duas janelas urbanas, flanqueado o dito vaso e as ditas flores pelas cortinas de caxemira, que deviam arrastar as pontas na alcatifa do chão.
Um leitor perspicaz, como eu suponho que há de ser o leitor deste livro, dispensa que eu lhe conte os muitos planos que ele teceu, diversos e contraditórios, como é de razão em análogas situações.
A natureza incumbira-se de completar a obra, – melhor diremos, começá-la. Ninguém adivinharia nas maneiras finamente elegantes daquela moça, a origem mediana que ela tivera; a borboleta fazia esquecer a crisálida.
Estou fora de moda, não sou considerada padrão normal.
Estou incompleta, estou com defeitos, estou em faltas, mas estou a cativar.
Não vejo vantagem em saber tudo. Eu não sei muito, eu não sei nada, eu sei o que me importa. E ainda me amo por isso.
Não perca tempo. Provoque apenas aquilo que é bom, a porção magica é quando vc se determina com o coração carregando o que vale a pena.
O tempo é sagrado.
