Poema Nao Chora mais ele vai Voltar

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Na Carroça

De
Poucas letras
Nem por isso
Menos
Observador

Talvez
Por isso
Mais livre
Para
Imaginar
Coisas

Sem
As limitações
Que
O conhecimento
Paradoxalmente
Por vezes
Impõe

Vez
Por outra
Se põe
Viajando
Imaginando
Coisas

Perguntas
Sempre
Perguntas
Sempre
Se
Perguntando

E

A vida
Seguindo
Em frente
Passando

Inserida por samuelfortes

Os ⁠Filósofos que me Formaram

Lamentos
De vida
Pouca

Tão pouca
E muito
Louca

De mais
Pretender
Saber

De mais
Pretender
Fazer

Intensamente
Viver

Viajar
Os sonhos
Dos filhos

As fantasias
Dos netos

O que
Enfim
Há de ser

Inserida por samuelfortes

Ruas de Limeira

Sem dúvidas
Apenas
Mais um

Fruto
De
Seu tempo

Esvaindo

Exaurindo

Gradativa
Mente

Inexorável
Mente

Inevitável
Mente

O vazio
De sua
Inútil
Idade

Inserida por samuelfortes

Sem Silogismos

O existir
Das coisas
Mais
Uma vez
Dando
Uma freada
De arrumação

Um pit-stop
Na voracidade
Do existir
À custa
Do
Não existir

Um
Puxão
De orelhas

Chance
De um
Mea culpa

Enquanto
É tempo
Tomar tento
Assuntar

Olhar
De ver
Devagar

Dispensar
Ansiedades
De aspirar
Quimeras

O tempo
É
O agora

Futuro
Será Sempre
Futuro

Passado

Não mais

Um tempo
De caminhar
Dentro
De um nós

Cavalo
Passando
Arreado

É montar
Ou largar

Inserida por samuelfortes

À Porta

Quanto mais você quiser empurrar uma pessoa, lembre-se, nunca empurre para a porta, pois a cada vez mais ele ela se afasta de si e de ti.

Inserida por samuelfortes

Atenção a Tem Acionistas ⁠


Mais uma
Jabuticaba
Nacional

Executivo
Invade
Supremo
Tribunal
Federal

La prise
De
La Bastille
Tupiniquim

Inserida por samuelfortes

Arrogância Celestial


⁠Mais que
Ao poderio
Bélico

Um
Pequeno
Virus

Sucateia
A
Arrogância

Inserida por samuelfortes

Salto em Cavaletes

⁠Mais do que
O que nos separa
Separemo-nos
Pelo o que
Nos une

Inserida por samuelfortes

O Tropeçar de Muletas


⁠Lado
A lado
Na estrada
Foi
Tem sido
A mais bela
Caminhada

Inserida por samuelfortes

⁠O Mergulhão Asfáltico

Pelo que
De mim
Entendo
Ser...

Pensou
De si
Para si


Mais
Que ver
Transver

Seja lá
O que isso
Venha a ser

Olhou
De esguelha
Própria sombra

Sempre ali
Se o sol
Se faz

Discreta
Diante
A lua...

Se
Se faz
Em sombras
Existe


Mais
Não é
Preciso

Inserida por samuelfortes

Idoso é Gente


Boa notícia. O pedido de saída às ruas foi atendido, em tempo para evitar mais estresse em casa.

Diante de muitas reclamações de idosos, para poderem circular na cidade até para se exercitar batendo perna. Foi implantado o rodizio de idosos.
Já que o rodízio de veículos está suspenso foi adotado, também o rodízio de idoso.
Já está valendo amanhã.
É bem simples e uniforme, mas não vai precisar usar roupa esportiva só boné e bengala, quem precisa.
A regra e com final um e dois da data de nascimento, devendo obedecer par e ímpar para andar na calçada e evitar correria e trombada.
Vamos à luta que idoso também é gente que já fez gente e muita gente que não é gente e se esquece da gente.

Inserida por samuelfortes

⁠O Alimento Elementar

O capitalismo, como é elementar, visa o lucro, que é obtido da mais-valia, aquele trabalho pago aquém do produzido, e para sobreviver, às custas do trabalhador, o capital não pode parar de se reproduzir, pois quando não o faz, faz a guerra. Indústria que gasta mais do que na saúde e educação, quando não com habitação.
Então, na invasão da Ucrânia pela Rússia, que nada justifica qualquer guerra, além das causas históricas que os analistas apontam, no fundo está a indústria bélica, que incita os inimigos e vende armas, se possível para os dois lados.
Os fundos ESG, já que aplicam dinheiro de quem quer ganhar mais dinheiro, estão revendo seus critérios de análise ESG-Ambiental, Social e Governança, para aplicar e ganhar mais dinheiro, com a indústria de guerra. Por isso, já se disse alhures o dinheiro não fede, mas vem com uma face de sangue.
Crítico da balela da dita mineração sustável, ainda que indispensável, duvidem desses compromissos ambientais, sociais e de governança, pois o negócio de todo capitalista que se presa, até para sobreviver como tal, é ganhar dinheiro. Minério faz a guerra, desde a baioneta calada, que nem se usa mais.

Inserida por samuelfortes

Ética x Razão


⁠Então, qual é o elogio mais ineficaz do mundo?O seu próprio, distancia zero, pois, os circuitos de consagração social, serão tão mais eficazes quanto mais distante social do objeto consagrado. Chamamos de ética o conjunto real de coisas abstratas ou concretas que as pessoas realizam quando todos estão observando. Já o conjunto de coisas que as pessoas fazem quando ninguém está observando, se de caráter.

Inserida por samuelfortes

Dentro ⁠do Outro Lado


Aprendi mais que ensinei.
Algumas vezes caí,
Outras tropecei...

Em tantas, chorei e achei
Que era pouco
(o que sabia)

Uma lição em cada aula dada,
Em cada olhar atento,
No fim de cada jornada,
No auge da isostasia...

Quando olho para trás,
Sinto que foi tudo a contento.
Um pouco menos, um pouco mais.

Uma vida em desperdício
Aos que fizeram parte:
Minha gratidão e sentimento.

Inserida por samuelfortes

⁠Processos e Minutas


Como passou depressa o tempo
Como mudou a poesia
Uma gota de chuva
A mais,e o ventre grávido
Estremeceu a terra.

Depois foi só. O amor era mais nada
Sentiu-se pobre e triste como Jó
Um cão, sarnento e de rua
Mas não de todas as ruas

Veio lamber-lhe a mão
Espantado, parou.
Depois foi só

Inserida por samuelfortes

⁠Aniversário com 10 pessoas
É o mesmo que passar sozinho,
Só que gastando mais.

Inserida por samuelfortes

⁠A Saudade e mais um Assunto


Morrer de Saudade
Morrer
Morrer com saudade

Deixarei

De morrer de saudade
Mas
Morrerei com saudade

Inserida por samuelfortes


Ultimamente

Tenho mais conversado
Comigo
Que com outras pessoas,

Parece

Que nos acertamos mais
Entre nós mesmos

Que com os demais.

Inserida por samuelfortes

Gosto de Sol

Sempre vem

Cada vez
Mais volumoso
Mais intenso

Sem prazo
De validade

Qualquer dia
A gente se vê


Carinhosamente
De presente
O passado

Inserida por samuelfortes

Mônica

Felizes são os pássaros
Que chegam mais cedo
Onde a primavera é eterna

E dos velhos frutos caídos
Surgem árvores estranhamente calmas

Tarde
De sol
Morteiro

Tarde
De
Domingo passante

Marasmo
De
Segunda sem lei

Rua
Sem
Movimento

Vazio
Cheio
De alguém

Num rádio
Ruído e frequência

Pensamento longe
Abismo de um ser
Frustrado por assim dizer

Distantes são os caminhos
Que vão para o templo

E no meu ser
Todas agitações se anulam
Como na mente de um ser que sente

Nas ruas noturnas
A alma passeia, desolada
E só, em busca de Deus
E de repente, não sei
Me vi acorrentado no descampado

Eu sou como o velho barco
Que guarda no seu bojo
O eterno ruído do aiar batendo

Longe está o espaço
Onde existem os grandes vôos
E na cidade deserta
É o espaço onde o poeta
Sonha os grandes vôos solitários

No chão vejo rastros
Pegadas enlaçadas
De onde a poesia fugiu como o perfume da flor morta.

Fico imóvel e no escuro tu vieste
A chuva batia nas vidraças e escorria nas calhas, vinhas andando e eu te via

Eu me levantei e comecei a chegar, me parecia vir de longe
E não havia mais nada
Havia você na minha frente.

Inserida por samuelfortes