Poema Nao Chora mais ele vai Voltar
Num poema não está apenas
o desejo de escrever "metáforas bonitas"
Nele está registrado, de forma velada,
o que a alma grita.
Cika Parolin
não sou cabeça,corpo e membros
não sou apenas um ser que respira
eu sou conto,poema e poesia
sou musica , tinta e rabiscos
sou persistência , esperança e amor
sou bonança, mau tempo e furor
eu sou o que quero ser
não quem vocÊ pensa que sou
Meu Mundo....Minha Poesia
A vida sem o poema sem a poesia é não viver
Por que sem elas não a sonho e sem elas eu não sonhar
Jamais eu poderia colorir a vida e transmitir amor e alegrias,
como um alimentar da alma.
Como poderia ver o horizonte sem o sonho
Como poderia dizer eu vivo eu amo
Ah minha vida seria nos desenvencilho
das nuvens Negras que cobre a solidão
Seria um caminho com ponto final
por que meu horizonte deixaria de existir.
POEMA INEXISTENTE
O poema que não sei,
adormecido...
Perpetua as paginas brancas
da vida.
Eu nunca vi
se não vi, não sei
ainda não chegou a hora
da sua partida.
Antonio Montes
Aquela saudade!
Saudade não é poema
não tem o cheiro da flor
a saudade é um edema
que não cicatriza a dor
é aquele barco que rema
nas águas de um dilema
de quem perde um grande amor.
Nas sombras de um poema
Chegará o dia em que serei
Só memórias, rascunhos
De uma vida não passada a limpo
Uma história com muitos sonhos
Reais e abstratos todos ali dispersos
Perdidos nas páginas do livro que o tempo
Deixará amarelado numa estante ou talvez o vento
O tenha levado para longe onde...não sei
Já estarei no silêncio do meu crepúsculo
Talvez sonhando, ou só a dormir, talvez eu lembre...não sei
E minha alma sonhadora talvez ainda esteja
Por aqui...não sei...talvez a voar nas sombras de um poema esquecido
01/02/2017
Não force a poesia
... A poesia não pode ser forçada.
Ou há poesia em ti ou não há!
Já o poema,
ah,
esse sim pode ser escrito há hora que quiseres.
Precisa apenas trabalhar nele como em tua cozinha
ou na casa em que pintas as paredes.
POEMA
Que o lirismo
não
acabe,
não
se apague
a luz
do canto!
No tacho
dos sonhos
(eu
acho)
não
cabe
o desencanto!...
O POEMA
Não há beleza alguma em meus escritos
São versos taciturnos, cheios de " nadas"
Apenas uma forma de sangrar distinto
Nestas noites de Morte, nada translada.
Nem sei se almejo a leitura do amigo
Sobre meus rascunhos feios e malditos
O corvo cá vigia, come e dorme comigo
E da fé, não sobejou nem mesmo o rito.
Estranhos sonham meu riso de outrora...
Eu sigo mendigando palavras pro poema
Fragmento de um riso caído na memória.
Quanto à poesia, a ressuscito do terror
Da existência forçada, onde pena a pena
Não sou poeta. Sou o resto da minha dor!
Anna Corvo
( Pseudônimo de Elisa Salles)
A mulher é um poema
Que precisa ser amada
O homem um verso
Que não precisa ser escrito
Os dois juntos formam uma bela poesia
Um poema não da pra descrever minha amizade com você
Voce sempre esteve do meu lado quando precisei, mesmo com todas as discussões e picuinhas, sempre me apoiou.
Quando mais precisei e o mundo deu as costas para mim, la estava você para me aconselhar e ser você
Mesmo com todos meus dramas e reclamações você nunca me deixou sozinha e sempre mostrou ser a melhor abiguinha :3
Obgd por ser o melhor Unicornio Surreal Maravilhoso Fantástico Incrivelmente Incrível existente
UM NÓ
Sem dor do nó
De escrever um poema
Sem tremer na métrica
Com rima sem lima.
Não ser o poema
Um nó Gordio
Amarrado de fato
Seguro e apertado.
Ser uma lâmina de dor de amor
Um sentimento sem pele.
E assim descrever o mistério
De um poeta sem dó
E um poema sem nó.
O ultimo poema
Perdido, como uma ovelha levada ao matadouro, preferiu o esquecimento.
Não consciente de si, percebera que já alcançara o que pretendia.
Na calada da noite bateram em sua porta.
Quem seria? Quem teria tamanha ousadia de importuna-lo?
Era a solidão pedindo guarida,
e chorava tanto, que ele chorou com ela,
dançou sua música, bebeu de sua taça.
Lágrimas, a cicuta dos pobres.
Todavia ela o abraçou, o embalou.
Fê-lo entregar-se pouco a pouco
ao frio de suas palavras.
Era uma noite comum,
mas a solidão deu-lhe um
fim.
Uma música não termina na última melodia
Uma oração não acaba no 'Amém'
Muito menos um poema no último verso
Amor é um poema
O amor é um poema
Um poema a quatro mãos
Feito pra pulsar, não um..
Mas sim.. dois corações
(o seu e o meu)
Gosto de tocar em você
E que toques em mim.
Sentir você...
E que me sintas também.
O cheiro da pele sua...
O sabor dos seus beijos.
O arrepiar do seu corpo...
de calor e de calafrios...
Seu respirar..
Adoro te provocar.
O sabor de seu corpo provar
O sabor do amor que me da
E que tento recompensar.
Neste pequeno poema
Que pra você ofereço
Nasceu escrito aos pouquinhos
Porém com muito carinho
Nem sei se tanto amor eu mereço.
Este poema pequeno
E pra você... É Só seu
Mas grande e este amor
Nascido entre você e eu
Poema com sentimento
Com seu consentimento
Ele nasceu de mansinho
Tem corpo, alma e além
Fazendo-me até pensar
A força que você tem.
Nem pensava em amar
Que dirá me apaixonar
Ai me aparece você.
E tudo faz renovar
Agradeço ao Senhor por tudo
Por tudo que fazes por mim
E pra você eu farei
Assim como fazes pra mim.
Te amo.
27/03/2018
13:45h
POEMA MELANCÓLICO
também quero um poema com um quê bucólico
mas não conheço cantos e seus passarinhos
nem mesmo cores e suas lindas flores
tampouco encantos e seus vastos campos
o que me leva, sem demora, ao poema melancólico
pois conheço a dor que dilacera e apavora
a escuridão que traz o medo mais que a solidão
e os desencantos desta vida, em cada canto dividida
SUA FALTA
Hoje o poema não veio
Veio a tristeza
Veio a solidão
Veio a saudade
e a vontade de escrever...
... Mas não veio você,
e como você não veio
o verso se enclausurou
num cúbiculo escuro e úmido.
Se falta você no meu dia
voa a poesia,
e meu poema fica triste de morrer!
UM POEMA CHEIO DE RAIVA
Só de raiva vou escrever
Vou escrever a raiva de não alcançar o poema
De não ter visto poesia alguma no meu dia
Por não me deslumbrar ante a vida, hoje
Por não enxergar o sol atrás das nuvens escuras
Por me deixar intimidar pela ausência do toque
Do beijo
Do abraço
Do carinho
Da afeto
Pela ausência da tua transparência
Pela ausência do teu desejo
Pela ausênsia do teu amor
Que imenso terror ser poeta de dor!
De melancolia
De nostalgia
De noite fria
De cama vazia
Até mesmo de boemia
Que Azia!
Dói-me o estômago até o âmago
... Ser poeta de saudade
Ser poeta que escreve o que sente sem fingir
o verso que sente em verdade.
Somente por raiva escrevi este poema horrível
E não vou termina-lo com leveza alguma
Hoje não houve levezas
Nem ventos nas roupas nos varais
Nem o cantar de pardais
Nem a panapaná à revoar sobre a margarida
Hoje não houve vida
... Juro,
não houve
Ou não vi ( se houve)
Ou não senti ( se houve)
Só esta raiva de não ter tido tua presença
E esta ausência é a ausência de tudo
Porque tu és tudo
Alheio à ti,
esta raiva,
este dia cinzento.
Nada mais.
Pronto,
só de raiva escrevi.
POEMA SEM METÁFORAS
Eu primeiro fui criança
antes disso já nasci
não consigo me lembrar
só me lembro que cresci
que a vida era brincar
uma hora a eternidade
e a maior tristeza
era ter que entrar pra casa
o mundo uma brincadeira
o olhar de sinceridade.
Mas eis que surgiu a mentira
a gula e a vaidade
a bem da verdade já havia
só não sabia nomear
as crianças pouco a pouco
deixavam se abandonar
o quintal vazio e oco
e a maior tristeza
era ter que crescer também
achar na vida a rudeza,
as primeiras brigas de traição…
Era poquinha, mas já pude
entrever pela fechadura
os sentimentos mais rudes:
a solidão, o medo, amargura
quis fugir pro passado,
pro futuro, pra um lugar imaginário,
fugir de casa, de mim,
chorei, me bati,
com meus próprios punhos,
e ai, a maior tristeza
era não saber desintristecer…
Eu cresci. Fui adolescente.
Na verdade, já sentia um peso nos ombros,
não beijei, tive poucos amigos.
Esqueci de rimas e fui
rumando o desconhecido.
A maior tristeza, ai
era minha indiferença.
Queria sentir e não sentia,
era quase uma doença
sem cura que me atingia.
Quis fugir, quis morrer
planejei calculadamente
já náo tinha o que perder
tão perdida em mim somente
sem pra quê, sem por quê
toca meu peito e sente
não sabia mais bater…
Fui adulta. Não se engane
não deixei de sofrer
aprendi a enganar,
aprendi as frases feitas.
Poucos, raros amigos
o trabalho sobre a mesa
as folgas aos domingos…
não sei se era indiferença
não me lembro de pensar
de sentir o que sentia
só me lembro de me guiar
uma consciência quase vazia…
Uma casa escura e limpa.
Mas não posso afirmar
me ouve com atenção
quem sabe se não há
nessa casa um porão
abre a porta devagar
lá estão e estarão:
o brinquedo, a inocência,
o medo, a solidão,
a morte, a indiferença.
Se há, se houve, se haverá,
Poema Excêntrico I
Talvez tu cigano da meia noite não sentiu o tempo passar
Cantarolava noite e dia sem parar
Embora sejas tu um belíssimo sabiá
O tempo parece não esperar
Ó Poeta adornado, embora hajas calado
Uns são anjos outros palhaços
E é difícil inventar-te um oficio
É que desde o início tu és um mistério sem destrincho
Que o vento sempre traga o aroma dos teus cabelos para embriagar as rosas do campo
O lírio das tuas expressões mostra-me a lisura nos teus atos
Te fotografei
Te ponho no retrato.
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