Poema Nao Chora mais ele vai Voltar

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Há anos ninguém aprendeu
e nem mais ensinou
nesta porção continental
a olhar para o alto
do nosso Hemisfério Austral.


Onde a posição, a voz
e a memória indígena
são todos os dias cortados
até em meio aos Andes,
Das lágrimas do povo
aguayos têm sido tecidos,
Nenhum dos capítulos
serão por mim esquecidos.


Por audácia e pretensão
continuo por herança
se a tal que incomoda,
A guerra sempre é
a dileta filha da fofoca,
Por isso quero ser sempre
que a minha língua
seja a espada que a corta.


Olhos e mente de Condor
sem pausa diante da vista,
ainda seja por pura poesia;
Porque a América do Sul
não merece virar nostalgia.

Na minha boca só mantenho
a sua pele, os seus beijos
e as melhores e mais finas palavras
misturadas com o aroma
do chá da macela reservada da colheita;
E não o que desejam incutir
para nos manter desorientados;
para nos fazer distanciados.


Os lábios e a carícias veneram
tudo o que se descobre em veios
de ágata deste nosso sul brasileiro
com o norte molhados de desejo
pelos teus lábios bonitos e capazes
de fundir com arte elevada o ródio.


Porque se eu for me perder
que seja na perfeição dos teus traços,
para que o prêmio nos tornemos laços
entre trocas e voluptuosos abraços.


O alucinante, o arrebatador e o viciante
definirão rumo aos nossos passos.
O flerte com a imprevisibilidade,
dissolução de um no outro,
a elegância, a abertura e a multiplicação,
trazendo à tona a inevitabilidade
das polaridades em perfeita rendição.


No painel ordinário dos dias
escrever, pintar e desenhar,
para no cotidiano formas dar
com as nossas cores suntuosas,
inspiradoras e inesquecíveis,
para que nos sintamos incríveis.


O corpo e a mente merecem
a concessão de alternância
para que o amor e o auge liderem,
e a intimidade escreva bela,
reservada e totalmente protegida
ao som do balanço das araucárias.


Para que a hierarquia natural
de quem dá e recebe prazer seja
preservada das influências externas,
para que a reverência não se perca.


Da elegância e rendição existencial
alcancem a pavimentação perfeita,
para que a polaridade se afine
de forma a entender e só responder
os nossos códigos de prazer
sensoriais, secretos e sagrados.

Leio cada linha do seu subtexto
que carrega mais do que mostra,
Além de seduzir, arte elevada
sou presença, constância
e substância até a distância.


Não quero que haja controle:
quero desejo, resposta e êxtase.
Não quero que haja negociação,
quero que venha como um furacão.


Sim, eu quero tomar e ser tomada,
por tudo o que é profundo e sem limite.
Desde o primeiro instante do clique,
da primícia do jequitiguaçu em flor,
da colheita e do preparo para o banho de amor.


Caminhar sobre o meu chão pátrio
e amoroso que também é feito
de mais de mil mármores e dolomitas:
Brincar além do tempo e soltar pipas.

A minha América do Sul
se tornou terra onde
ninguém mais descansa,
Que houve festança
pela vitória e recebeu disparos
intencionais de misantropia;
Para fazer o povo esquecer
que é a alegria que traz vida.


Só sei que quase ninguém
ultimamente está prestando
atenção com o desenrolar
da história na Bolívia,
Ainda trago algo mantém
forte tudo para que
faça que eu não desista.


Há quem destrua pontes
de boa comunicação,
E quando chegar a vez
da minha ponte ser destruída,
Darei a total distância,
mudarei a direção,
e optarei pela reconstrução;
Porque não quero perder
os meus olhos dos seus e nem do céu.

Ter a doce, livre e leve posse sobre ti,
E o meu dedo indicador pousar
nos lábios mais lindos que já vi,
no afã intenso de angariar,
Após o beijo, a pausa amorosa.


Para o teu fino aroma respirar...
E em toques leves, em paz divina,
Curar qualquer dor que porventura apareça,
Sendo a tua envolvente endorfina
com o maior orgulho e toda a delícia.


Assim nos colocar em movimento
e rir quando o tempo não colaborar
ou mesmo até se estiver fechado,
Para o voto de amar não ceder
ao padecimento e ao esvaziamento.


Florir em tempo de julho invernal
com convicção guaçatunga,
ser existencialmente toda tua,
a cada sinal teu, que se inaugura,
compartilhar a mais alta ternura.

Da Mata Atlântica à Amazônia,
ter tudo e mais um pouco:
do coração e frutos de juçara,
que nasceu para alimentar,
e merece sempre ser preservada.


Juçara bonita e tão rara,
que além das gentes sustenta
tucanos, jacus, jacutingas,
e os versos deste poema.


Juçara esquecida e tão cara,
que além das gentes sustenta
sabiás, periquitos, maritacas,
e cujas folhas são capazes
de cobrir com beleza as casas.


Juçara magnífica e tão rara,
que além de alimentar as vistas,
sustenta macacos-prego, cotias,
esquilos, e que aos músicos
emprestara ritmo e inspiração
para mais de uma latina canção.


Da Mata Atlântica à Amazônia,
que alimenta mais do que sabemos,
e está deixando de existir para todos:
para os catetos, tatus, capivaras e antas,
e daqui a pouco até para as esperanças!


O interesse no futuro, percebi que não existe,
e pergunto sem resposta neste quase luto:
— Será que é de fato o que queremos?
Chegamos no ponto de vivemos ou vivemos.

Do Hemisfério Celestial Sul,
sou, talvez, a mais romântica,
habitante nascida sob medida
para a tu'alma feita de tambor;
pela primeira vez descobriste,
na vida, o que é o verdadeiro amor.


Da América do Sul, sou a favorita,
que, na madrugada íntima, a tua
imaginação procura recorrente;
sei que o teu coração me pertence
com amor, paixão e desejo quente.


Sou aquela tal latina exuberante
que o teu olhar fascina e invade,
falando e sendo a própria poesia,
falando que, nas Ilhas, quem nasceu
primeiro foi o Daniel, filho da Francisca.


A sul-americana cheia de memória,
sem lapidar a própria retórica,
conta que foi Rosendo Mendizábal
que fez, para o Tango, a primeira partitura,
e te ama sob o sol e até sob a chuva.


Sou aquela que, em estado de rebeldia,
conheceu e, hipnotizado, se rendeu,
e que não permite que ninguém ouse
falar que não houve feitos afro-argentinos
a cada momento profundo da História;
e não há um só dia que não queira como glória.

Deixa que o amor e o impulso


falem mais alto, ou melhor,


cantem por nós o que tiver


de ser cantado sem se preocupar


com o que irá acontecer


para a gente nunca mais se perder.






Entrega o que o peito e o tempo


têm silenciado porque não há


motivo para manter segredado,


Embora não saiba quem é você,


de longe te sinto apaixonado.






Confia, não tens o que temer,


da minha parte só espero


o seu sinal para começar a viver.


Quero ver o seu rosto,


sentir a sua presença corpo,


e deste pertencer ter orgulho.






Não há o que ser consertado,


nada em nós foi quebrado,


apenas seguimos o curso


dos ventos, no Mataralcito,


e dançamos os ritmos bolivianos.






Não buscamos fazer planos,


nos entretemos com o tempo


e com o som da palma zunkha;


Os corações seguem intactos


não querendo viver mais


de compromissos adiados.

Pulsar binário coberto,
o desejo mais secreto,
que seja entre nós recíproco
no giro veloz do Universo.


(Amar é o destino certo.)

O fascismo se nota quando
o seu sorriso foi esquecido
em algum que você mesmo
nem sabe mais por onde procurar;
Não se permita desanimar
e tampouco se entregar.

Seria um condor
para ser cortejada
pelo meu condor,
e viver no alto
da América Austral
a mais linda
história de amor.

Um círculo parasita
pousou neste lugar,
Nunca teve história
e nem convívio,
Há mais de um iludido
capaz do próprio futuro
nas mãos dele confiar.

Sob a Aroeira-do-campo
esplendente em flor,
De ti declaro o maior
e o mais profundo orgulho.


O teu coração que é tudo,
esbanjando muito amor,
Da vida não peço ou preciso
de mais nada por onde eu for.


Na Via Láctea está escrito
que acontece também contigo
embora ainda que contido,
O rosto não consegue ocultar
tudo o que você está sentindo.

Eu me enredei nos olhos mais lindos
e poéticos que tenho notícia,
Nos olhos dessa dessa moça
que continua moça embora o calendário
teime em dizer para mim o contrário.


E terminei cantando de amor
Sozinho na praia porque não tive
coragem de me revelar,
Compus uma canção de amor
com o ritmo das ondas do mar,
e a letra de Richard Bach
com mil ideias loucas,
um pouco de Rada
e muitas outras...


Juro que por momentos
eu fui Fernão Capelo Gaivota
voando nas asas das altas horas
nas bocas dos senhores e das senhoras
nos hemisférios e em todas as auroras.


Inconfundível de todo o gênero.


(O absurdo e louco de amor por eu mesma.)

Ninguém mais sabe como
E para onde foi Lorent Saleh,
Ninguém mais ouviu sequer
Falar em devido processo legal,
Ninguém mais sabe de nada
E nem dos direitos do General.

Ninguém sequer mais sonha,
Ninguém sequer está dormindo,
Ninguém sequer mais se fala,
Ninguém está sequer cantando,
Ninguém está se alimentando,
Ninguém está mais sorrindo.

Ninguém sabe que a vergonha
Tem mais de um endereço certo,
E que vai além do Helicóide;
Envio esse poema como o céu
Envia para a Terra um OVNI
Para quem os maltrata à toa.

Ninguém resolve mais nada,
Ninguém mais sabe da tropa,
Ninguém possui mais fé,
Ninguém procura mais a saída,
Ninguém está contente com tudo,
Ninguém imagina uma alternativa.

De ninguém para ninguém
É assim que também me sinto,
Porque ninguém está me ouvindo;
Que ninguém se sinta ofendido,
Pois é assim que um povo se sente
Quando não tem mais governo,
E nenhum apoio: NINGUÉM.

A observação mais irônica da vida é que, às vezes, você serve de escada para os outros subirem enquanto achava que estava apenas tentando não cair.


Quando decidi vender lanche, eles foram lá e fizeram igual. Quando criei minha própria marca de blusas, copiaram. Quando criei o meu caminho para conseguir manter um carro rodando na Uber, copiaram o trajeto.


Na empreitada de vender apartamentos, perguntaram o passo a passo e tentaram o mesmo caminho.


Nos momentos em que estive no fundo do poço vendendo motos, carros e até repasses para respirar ,eles vieram perguntar como eu fazia, só para irem lá e tentarem fazer também.


O detalhe curioso é que eles não sabem o que tudo isso me ensinou.


Enquanto eles olhavam para o lucro ou para a tentativa, eu aprendi sobre resiliência, sobre o peso de carregar um plano sozinho e sobre a facilidade com que as pessoas consomem a sua coragem porque não têm a própria.


Hoje, vejo todos eles acreditando e se encontrando em cada um desses ramos de negócios.


Continuam lá, firmes, e até hoje me encontram dizendo: "Cara, você foi minha inspiração. Você me deu coragem."


E ironicamente, é verdade. Eu dei. A diferença é que enquanto eles precisavam ver o caminho desbravado por mim para dar o primeiro passo, eu precisei inventar o caminho no escuro, sem ter ninguém para chamar de inspiração. Apenas a força e a vontade que Deus sempre me enviou. Sou grato a Deus por tudo. Cada ideia cada passo cada pessoa que deu a mão e o abraço que eu preciso...


Em nome do Cristo vivo amém


By Evans Araújo @EvansJ_oficial

⁠A cada dia que passa as relações humanas tornam-se mais complexas - até as ALMAS GÊMEAS estão
se tornando
ALMAS ALGEMADAS.

⁠A minha namorada,
É a mais bela da rua.
A mais bela da quadra.
A mais bela do bairro.
A mais bela da cidade.
A mais bela do estado.
A mais bela do país.
A mais bela do mundo,
O meu amor caiu nas suas mãos e então
é bem zelado.
Muito obrigado só por existir e ter me mudado.
Viveria eternamente te amando do outro lado desse mundo!

238 🙏🌹A gente precisa de mais poesias, mais gentileza, sorrisos de crianças, cheiro de terra molhada, pétalas de rosas orvalhadas, manhãs banhadas de sol, noites de lua com aroma de jasmim, pessoas de alma alegre, e principalmente de gente que goste de gente assim, que acreditam no bom, no simples, no respeito, no perdão, na compaixão, na gratidão, pessoas que aceite o outro do jeito que o outro é, que não despreze o valor da gentileza. Bom dia! Paz e luz para todos... AUTORIA DESCONHECIDA.
♥️🙏BOM DIA FAMÍLIA.
Ayache Vidal.

O QUE ACONTECE QUANDO A DOR FALA MAIS ALTO


​Você guarda tudo isso porque o silêncio parecia mais seguro do que aceitar o fim.
E não é fraqueza, nem exagero.
​É porque você acreditou na promessa do que poderia ser.
Desistir parecia destruir o futuro que você desenhou sozinho.
​É por isso que você continua:


​justificando o que não tem defesa
​aceitando migalhas de afeto
​recalculando rota para caber onde não há espaço
​culpando a si mesmo pelo que deu errado


​Tudo para não admitir que o barco já afundou.


​Mas a verdade é simples e inevitável: você não chora pela falta que o outro faz.
Você chora pelo desperdício de tanto amor entregue a quem não soube segurar.
​Quando essa ficha cai, a dor muda de lugar.


​O DIA EM QUE A ESPERANÇA CANSA


​Apesar de toda a resiliência, chega o dia em que o peito simplesmente… desiste.
E quando desiste, a esperança cessa.
​Isso acontece quando você finalmente enxerga:


​que a balança do afeto sempre esteve desregulada
​que você mendigava a atenção que antes sobrava
​que o seu melhor nunca foi o suficiente para quem só sabia receber
​que continuar insistindo era uma forma lenta de se destruir