Poema Nao Chora mais ele vai Voltar
Ei,
moça!
Obrigado por
suas belas palavras.
Agora, porém, guarde-as.
Você vai precisar delas para
o próximo que quiser acreditar.
Tudo o que você vai dar nesta vida
Nunca será suficiente
No final permanecerá
Um lugar vazio
Uma sepultura que ninguém visitará
Aquela simbiose que vai até o fim
do mundo,
e pede permissão da alma.
Nós somos para poucos,
porque poucos cavam fundo.
A lembrança sempre virá, para provar o quanto foi inesquecível;
A falta vai sempre doer, para mostrar o quanto o sentimento é forte;
A dor vai sempre machucar, para perceber que a presença ainda é muito forte;
A ausência vai sempre incomodar, para entender o quanto foi marcante;
A saudade vai sempre existir, para ver que o amor nunca se foi.
na solidão das desoras,
das dores envoltas de maldades,
vai escurecendo a noite tenebrosa,
e chuvas cálidas,
de lágrimas e saudades.
Das artes se pintou uma amante,
Ao som dos Beatles és a pequena sereia,
Da genética vai crescendo a estudante,
E de Alice ao antídoto perfumante,
Do amor-seixas de Carlos Vieira.
poesia "Alice".
Tudo vai passando e a amizade que oferecemos a outrem vai sofrendo uma espécie de esquecimento.
É interessante que quando um amigo que você estima e considera começar a não ter mais tempo para compartilhar momentos de lazer e recusar seus convites...
Ao começar a admirar outras pessoas, expressando sua estima e nunca reconhece o que você faz e muito menos o seu companheirismo;
Quando você ver seu melhor amigo em álbuns de fotografias com uma outra pessoa em momentos esporádicos e nunca tira uma foto com você sendo que fotografias ficam na história de uma vida;
Quando desaparecer e não ter mais papo com você, o que conversar...
É hora de aquietar e perceber que essa amizade fragilizou-se e o melhor caminho é recuar, recuar não como um covarde mas no silêncio da solidez da amizade que você carrega em seu coração....
Um dia esse seu grande amigo volta e vai precisar de você e sua obrigação é abraçar-lhes e dizer: sempre estarei aqui.
Ao contrário de tudo isso, esquece e vá viver novas amizades...
Bem baixinho vai-se ouvindo o silêncio
si-len-ci-o-sa-men-te, mente.
E diz devagar aos gritos, len-ta-mente
mente.
Pois bem baixinho o amor vai dormindo,
e vou indo na lembrança como quem ama.
Cantando poesias de ninar, sem algo de amar
amargamente, mente, silenciosamente.
E o sol entardeceu de repente,
No céu amarelado de uma aurora que se vai.
As estrelas luzindo a noite docemente,
E o aceno de quem não volta mais.
A manhã se dilui no orvalho,
As flores caídas adornam causalidades.
As águas se vão lapidando o cascalho,
E a alma se nostalgia na sau-da-de.
O sol vai nascer,
em noite estrelada.
Mas por que o sol vai nascer,
se ainda é madrugada?
Amanhece de uma vez,
não tenho sereno para você.
É? O meu cigarro ainda tem chama.
poxa, aqui não tem fósforo!
E aquela lua espreitando?
espreitando não sei o que.
Ainda é noite?
olha o vermelho, não vês o sol?
Sol?, é apenas o que você queria ver, reluzindo.
A noite é ensolarada com você.
acabou o cigarro, e já se vou.
e o eterno se vai?
Se vai, dormindo.
Vai o vento de meio dia,
soprando os restos de gentes,
jogados ao sol a fio.
E cada qual o seu lamento
vai soprando lentamente
a vida de lá pra cá.
Apanho as estrelas entre as mãos,
e apago o meu sol no meu olhar.
É tudo vil e distante,
mas tua alma são diamantes,
que ainda não brilhou.
Se deitas assim tão levemente,
feito o sol, feito o vento,
que do horizonte se esquivou.
E assim, tão pouco e livremente,
voastes para o céu sem ver-te voar.
Mas sei que para longe já voou,
pois em minhas mãos o ocaso chorou,
As lágrimas pequenas de dor.
Tudo se vai.
Eis, pois, um óbvio poetizado.
As pessoas inesgotáveis,
são finitas.
Os momentos eternos,
se acabam,
seja com o ocaso do sol
ou um novo dia que se insinua,
mas tudo de vai.
As mais belas palavras desaparecem
e quem está de seu lado?
O nosso lado são ilusões,
que se torna um passado e mais nada.
A nostalgia é um lapso de tempo,
é o reflexo do desconhecido de nós mesmos,
e a coisa boa que nos escraviza
se termina com um adeus, terminável.
E a nossa teimosia de ser eternos,
o beijo, intenções e mais intenções,
tudo se vai, tudo.
Mas se um dia o distante se estreitar,
brindarei elegantemente.
Mas nada será como se foi!
Você será um estranho e uma triste lembrança
Lembrança que já passou!
Muitas das vezes você vai precisar correr atrás para resolver, outras vezes a solução é desistir, e em raras vezes, as coisas se acertam facilmente sem esforço.
Nem sempre o que é fácil é o melhor a se fazer.
Use a razão, emoção e a intuição, dessa forma achará a solução.
Pela chuva que cai.
Pelo sol que brilha.
Pelo dia que vem, e o dia que se vai.
Pela nossa liberdade, pela nossa amizade.
Pela nossa união e pela nossa salvação.
Pelos meus amigos e os seus, glória a Deus.
Que todas as gentes, de todos continentes,
se alimentem de Deus; de corpo alma e mente.
Eu só quero saber, como vai você meu bebê,
Eu só quero saber, como vai você meu bebê,
Com coração a sofrer com saudade de você,
Eu só quero saber, como vai você meu bebê,
Nossa amizade é para valer, não vai perecer,
Eu só quero saber, como vai você meu bebê,
Espero um dia te encontrar, abraçar te beijar,
vou te beijar pra valer, e você vai estremecer.
Eu só quero saber, como vai você meu bebê.
Gostaria de pedir uma coisa:
Ao falar comigo, selecione bem o que vai falar.
Que suas palavras sejam justas e sinceras do tamanho exato dos seus sentimentos.
Se você me disser chega, pra mim é chega.
Se disser que sim, para mim é sim.
Se me chamar de amor, para mim será amor.
V. O que permanece quando a luz se vai
Quando todas as luzes se apagam, o que resta? O vulto das memórias? O eco das escolhas? Ou a presença de algo que nunca dependeu da claridade para existir?
Há um ponto da noite que não é mais medo, é entendimento. Um estado em que a ausência de luz externa deixa de ser falta e passa a ser convite. A visão não se perde, ela se transmuta. Deixa de buscar fora e passa a revelar dentro. E nesse instante, descobrimos que a verdadeira iluminação não vem do que vemos, mas do que suportamos sentir quando nada nos distrai de nós mesmos.
A luz, por mais pura que seja, tem começo e fim. A chama vacila, o sol se põe, o clarão cansa os olhos. Mas a escuridão é contínua. Não como ausência, mas como permanência. Nela, tudo repousa, tudo retorna, tudo aguarda o instante certo para voltar a nascer.
Aprendemos, com o tempo, que não é preciso iluminar tudo. Que nem toda verdade precisa ser dita sob refletores. Que há beleza em sussurros. E que a alma, para crescer, precisa germinar longe da pressa e da exposição.
Assim, quando a última luz se vai, resta o que somos sem aplausos, sem testemunhas, sem nome. E talvez seja aí, justamente aí, que começa a centelha que nos sustenta. Porque no fim, toda luz que importa vem do escuro que tivemos coragem de atravessar.
Vai mentir para si mesmo com a intenção de enganar a si mesmo, ou aceitar a verdade e fazer o que é certo.
Podem chorar, precisamos de consolo,
Podem gritar, precisamos te ouvir,
Podem correr, precisamos nos exercitar,
Podem se esconder, precisamos procurar,
Só não podem desistir, pois precisamos de vocês !
SE VAI TER LEITOR...
.
NESTE EXATO MOMENTO
escrevo sem rumo. Faço isto de caso pensado. Talvez queira me pôr à prova. Até onde sou capaz de escrever de improviso?
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LEMBRO AGORA
do mestre Machado de Assis quando diz: palavra puxa palavra. Sem querer querendo vamos espichando as palavras e quando dar-se fé... o texto está pronto.
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UMA COISA EU SEI:
a escrita de improviso fica muito mais próxima da fala.
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MEU PROFESSOR DE TEATRO DIZIA:
o corpo puxa a fala.
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E DIGO EU:
se o corpo puxa a fala, a fala puxa a escrita.
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NESTE EXATO MOMENTO
percebo que o meu escrito tem rumo. O texto tá bem arrumadin.
.
SE VAI TER LEITOR...
... aí são outros quinhentos!
....
02.05.2024
ⁿᵒᵗ𝐀𝐒
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O tempo é um apagador de memórias. O habitat vai se modificando - como é o seu `costume´- e claro, nós, uma vez que somos parte deste.
Mas, pra quase tudo tem um jeito. Nos apegamos com unhas e dentes à saudade. Ela – essa dorzinha gostosa - “é o que faz as coisas pararem no tempo”, diz Mario Quintana.
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Ontem, vasculhando meus guardados, encontrei um amarelado talão de cheques do saudoso BEC – Banco do Estado do Ceará, onde trabalhei quase16 anos. Antes, passei 2 anos na Credimus.
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“Incontinenti”, lembrei dos nomes famosos dos cheques. Cito alguns:
Cheque Peixe - Bate no banco e ... nada.
Cheque Boemia - Aqui me tens de regresso.
Cheque Bailarino - Quem apresenta no caixa, dança.
Cheque Cowboy - Só recebe quem saca primeiro.
Cheque Denorex - Parece bom, mas não é.
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Quando aparecia um novo nome – que não passava muito tempo para se tornar famoso – era motivo de brincadeiras entre os colegas.
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Hoje – quase desaparecido – o talão virou Pix. É Pix pra lá, é Pix pra cá... Meu temor é que num Pixcar de olhos, nos transformemos em `Pixcopatas´. Oxalá isto não aconteça!
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Dizem que voltar ao passado com postura nostálgica é doentio, mas voltar ao passado com o fito de aprendizagem é super-hiper-must-plus importante!
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Mas sabe de coisa, amigos: foi-não-foi, não me furto em querer voltar a esse passado, ainda que me tachem de doente. – Ainda vai querer renascer canceriano? – Vou!
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Aᶦʳᵗᵒⁿ Sᵒᵃʳᵉˢ 20.08.24
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