Poema Nao Ame sem Amar

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Talvez foi tudo ilusão,

Talvez sim, talvez não,

Dizem que já podeis,

No entanto, nunca podes;

Nunca podes nada,

Sempre mentiram para você,

A Mãe sempre fingiu,

Foi obrigada a ser gentil,

O horizonte nunca existiu.



Do Universo das Nações,

O Brasil deixou de resplandecer

Busque amplitudes e inspirações

Ainda há tempo para vencer!



A liberdade não raiada,

Ainda está acorrentada,

Não fizemos a muralha,

Vive aqui o astuto e ardil,

Mais do que uma mão,

A Nação precisa de ti,

O Brasil precisa do seu coração

Para aprender viver livre como Nação.



As ímpias falanges de mil faces,

Em mil e umas épocas,

Com mil cantares derribaram

A nossa fibra de povo por epopeias.



Eu nem mais sei chorar,

Eu só sei cantar...,

Na esperança de um dia esse país mudar,

E fazê-lo das cinzas renascer;

Deus tenha piedade de nós,

E nos dê ânimo juvenil,

Para que tenhamos que lutar

Por nosso imenso Brasil.



Neste canto de independência,

Precisamos recuperar a excelência,

Porque Pátria é lugar de morar

E, não lugar de viver em dormência.



Ao Hino da Independência,

Ofereço este poema que é sangue

Repleto das cores do Pavilhão;

Para que o povo preste a desobediência

Reagindo por uma nova Nação

Pautada na liberdade e na decência.



O Brasil precisa entender:

Que viver em paz é desobediência.

O Brasil precisa entender:

Que nem sempre vale a pena viver

Somente por causas pequenas.

O Brasil precisa vencer:

E acabar com toda a violência

Jogando fora as miudezas...



Que venha a mão poderosa de Deus

E arranque de nós os grilhões;

Que aprendamos a viver,

Não temendo nem mil corações,

Fazendo-as entender que o Brasil é,

E também pode ser o lar de todas as Nações.

Inserida por anna_flavia_schmitt

A chuva chegou,

Eu já posso plantar!

É verdade, Padre!

Não me canso de plantar.



A chuva chegou,

Antes do direito!

É verdade, Padre!

Deus é sempre perfeito!



A chuva chegou,

Ela pode ir embora,

A vida é assim mesmo,

O ser humano não toma jeito!

A chuva chegou,

Só não chegou

- a vontade de mudar -

Desses políticos que não param,

- nunca -

De zombar da cara do sertanejo,

Não pensem eles,

Que o nosso povo desatento,

Nós sabemos à que viemos:

O sertanejo é poesia,

Não para de sonhar,

O sertanejo é um forte,

É o poeta da seca,

É o poeta da própria sorte,

O sertanejo é um forte,

- exausto -

Como disse a senadora,

Como disse o poeta,

E como canta o repentista:

- O sertanejo é um forte...

- Sobretudo! -



O sertanejo tem vontade de vencer

Quem fala o contrário:

Não conhece o sertão,

E não sabe o quê é viver...

A chuva chegou,

O ser humano continua o mesmo,

Ele não toma jeito,

Não conhece a vergonha,

Só conhece o ano eleitoral,

Zombar com a cara do sertanejo

Para alguns políticos se tornou normal!

Inserida por anna_flavia_schmitt

Não estamos sozinhos,

Temos a liberdade,

Guardada no coração,

Dentro da mente,

Revoando nas ideias,

Formando caleidoscópios,

Com tantos nomes,

Belas etnias,

Todas as crenças,

Com fé na vida,

Construindo caminhos,

Estrelas na orbe.

Todas brilhantes,

Comoventes,

Tão espetaculares,

Exatamente iguais,

Perfeitas para que nos ama,

Imperfeitas para quem não nos conhece.



Não somos solitários,

Temos a igualdade,

Estampada no sorriso,

Na gentileza,

Segura nos afetos,

Gentis e concretos,

Existimos,

Não desistimos,

Persistimos,

Insistimos,

Porque temos a arte,

De fazer,

De crer,

De amar,

Para que tudo possa,

E que um dia aconteça,

O nosso Sol aqueça esse planeta.



Racismo?

Desigualdade!

Racismo contra a própria raça,

Mal da Humanidade,

Que atenta contra si mesma,

Que se destrói,

Que se perde,

Que se desencanta,

Que se renega,

Que se exila,

Que se diferencia,

Que se aliena,

- Atentando

Contra a própria identidade,

Espezinhando a liberdade,

Se dissociando,

Matando,

Morrendo todos os dias,

- em quantidade e qualidade

Do que se vive, e como se vive,

Aprendi a resistir,

Com Martin Luther King.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Não há nada que me impeça,

E também não me detenha,

Não hei de me curvar,

Diante da voz que querem

Amordaçar, calar e queimar;



- a voz da imprensa





Começa assim:

Primeiro eles se reúnem,

Depois reunidos gritam,

Para a voz tentar abafar,

Partem para chibatar,

Cuspir, bater e pisotear;

Assim desejam a voz calar,

Para o povo se curvar,

Para o povo obedecer,

Para o povo não lutar,

Para a fé do povo se perder.





Não adianta negar,

E muito menos ocultar,

A voz da imprensa,

Eles querem exterminar,

O Governo já deu a sentença:

A IMPRENSA É A OPOSIÇÃO!

Inserida por anna_flavia_schmitt

A meu ver não é apenas um sino,

Espia! Existe outro ao lado,

É verdade, que são dois sinos,

Sinos são vozes feitas para escutar,

São vozes anunciadoras do tempo,

Sabem ao seu jeito dar o recado,

- e a escuta despertar

Assim anunciam os sinos,

Que daqui para frente vou contigo.



Seguirei para Isla Negra,

Para qualquer lugar,

Desde que eu volte

- sempre -

para a casa do poeta.

Haja visto, de que a moça

- admirável -

e que ele gosta,

- sou eu

Por uns passou desapercebido,

Que o nosso amor chegou

é despercebido,

Faz parte, foi por obra do destino,

- destarte

O amor hoje é fruto ainda proibido.



A meu ver o tempo sempre inflige,

A pena dessa espera,

A espera sempre vale a pena.

Os sinos sinalizam, abrem a alma

Para aprender a ter calma,

- e se concentrar

No tempo que tem o seu próprio tempo,

Espera com paciência,

Que a oportunidade irá chegar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Nenhuma religião autoriza a matar. Muitos não comentam, mas existem grupos terroristas em todas as religiões com mais adeptos no mundo.

Rezemos pelos cristãos e por todos aqueles que estão sendo perseguidos e assassinados por causa da sua fé pessoal.

Inserida por anna_flavia_schmitt

I

Dear Moon Poetry,
no Nova Brasília
que não é a Capital,
é recanto e caminho,
dois destinos
estão interligados;
Em breve nós dois
seremos namorados.

II

Dear Moon Poetry,
lá no Glória mora
a calma de olhar lindo,
onde a Lua se enamora
e a vontade de ir seguindo...

III

Dear Moon Poetry,
na Festa do São Pedrinho
sei que vou encontrar
o amor mais lindo.

Inserida por anna_flavia_schmitt

I

Toque de recolher
é evitar de circular
pelas cidades,
Só não entende
quem não
quer entender,
Não seja teimoso,
se permita a obedecer.

II

Distanciamento social
não é o seu final,
É apenas se manter
com dois metros
de distância um do outro,
Ou deixar de estar
onde muita gente há,
porque tudo passa...

III

Quarentena é para
ver quem está
ou não com a doença,
É necessária para
quem quer se cuidar
e continuar a viver,
E nada tem a ver
com tempo a perder.

IV

Afastamento seja
obrigatório
ou voluntário,
nada têm de impossível,
para quem
quer ficar livre
ou curado da doença.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Não sei o quê
será de nós
daqui para frente,
Caiu a noite
profunda e lenta
neste continente.

No meu infinito
és a deidade
sereníssima
do dia e da noite,
nada em mim
apaga a tua
virtuosa existência;

Não sei o quê
será da Terra
daqui para frente
Caiu a noite
profunda e lenta,
e ando com pressa.

No sentir-te com
todas as tuas
estrelas nos teus
ombros e olhos,
O destino te fez
Urano com teus
anéis e Luas por
um prazo ainda
indeterminado,
O Universo uniu
os vértices
dos sentimentos
em escalas
e todos os tempos.

És minha canção
em noites de Lua
nos meus lábios
animando os oceanos
e as florestas austrais,
Não permito-me
desistir de você jamais.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Em todas as religiões o jejum é recomendado que se faça com alegria e que não te cause desconforto, e se você estiver doente, for idoso, se sua alimentação é muito modesta ou você desempenha um trabalho muito intenso, o jejum é proibido.

Em muitos mosteiros e conventos que comem carne a semana toda, em todas as sextas-feiras a carne vermelha é substituída por ovo ou peixe, mas não se faz jejum como a maioria das pessoas pensam que eles fazem.

A melhor recomendação de jejum que li na minha vida foi escrita pela Santa Teresinha do Menino Jesus (a Padroeira das Missões), que mesmo dentro da clausura carmelita nunca fez nenhum jejum.

Reflitam, e se vocês acharem este texto valioso, peço que passem adiante.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Nos últimos 20 anos, o Brasil não saiu do topo dos países mais perigosos para uma mulher viver, as minhas prezadas colegas feministas se sentem agredidas quando defendo o resgate do romantismo e os machistas inveterados o ignoram
como um caminho de pacificação desta guerra dos sexos que não está levando ninguém a lugar nenhum.

No romantismo muito diferentemente do machismo e do feminismo, não há apenas um lado, mas sim dois lados comprometidos com a satisfação de uma relação.

Estamos em plena pandemia e vejo pelas redes algumas adeptas ao feminismo e adeptos ao machismo investindo numa carga desnecessária num momento que homens e mulheres deveriam estar sendo motivados a buscar o fortalecimento do envolvimento e dos laços afetivos.

Neste momento muito ruim é que temos que buscar os mais altos valores morais para fortalecer os nossos sonhos, pois um Brasil mais respirável começa por nós.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Homens e mulheres andam precisando angariar educação afetiva para uns não matarem os outros.

Uma pessoa educada afetivamente não entra e choque com a pessoa amada, e nem fica numa relação onde é ignorada.

Uma pessoa educada afetivamente simplesmente tenta sem choque cultivar uma relação, e quando não há mais como parte para outra com discrição e sem conflito.

A lei ajuda. A punição ajuda. O quê deveria mesmo é ser pensado é numa estratégia de educação afetiva da sociedade não só aqui, mas em todo o país.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Não precisaria nem escrever isso, mas tem muita gente
que gosta de confundir as pessoas, não faço parte
e nem farei parte de antologias. Ainda não editei o meu livro.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Não sou poetisa antiga
nem sou poetisa nova,
sou poetisa eterna
tal como a primavera.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Não que eu seja

da prepotência

mais uma filha,

Cada linha escrita

na existência

não necessita

de terceiros

para serem arautos,



(Tem gente que

olvida que o seguro

morreu de velho).



Não que eu seja

orgulhosa,

Cada linha escrita

apenas necessita

das pausas estranhas

da minha cidade,

Porque a minha

poética tem vida própria,



(Ela mesmo só

precisa dos olhos

e dos teus sonhos).



Não que eu seja

ostracista,

Cada linha escrita

nasceu do convívio

como noiva eterna

do Pablo Neruda,

e que hoje conta

com os beijos da Lua,



(Que não se permite

fazer parte nunca

de antologia nenhuma).

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠As editoras não deveriam permitir que autores que têm livros publicados usarem textos de outras pessoas para fazer propaganda do livro que desejam vender.

Eu ainda não tive condições de fazer o meu livro e tem gente espertamente usando poema meu para fazer propaganda.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Vendo uns comentários tipo olha lá a "ficha do anjo", mas alguém tem que lembrar
que não estamos na Idade Média e que a Constituição Federal não autoriza pena de morte e a justiça com as próprias mãos.

Militar pela legalização da pena de morte ou da justiça com as próprias mãos é estender tapete vermelho para os fofoqueiros.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Se não conseguirem ser amigos entre vocês, apenas sejam tolerantes entre si num dos piores momentos da História da Humanidade.

A paciência, a tolerância, a reconciliação com a Natureza e entre as pessoas é a trinca mais importante para a nossa travessia.

Para mudar a História devemos avaliar os nossos desejos, possíveis atitudes e evitar agir por impulsividade.

Uma cultura de crítica construtiva e bondosa é um exercício diário, necessário e urgente; mas o entendimento com o quê é divergente no momento e nos exige grandeza é o quê nos faz gente e muito gente.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Tenho a urgência
de viver com você,
Faça destas mãos
o cósmico bambolê,
Não vou parar de pedir
para te pertencer,

Vem dançar comigo
a música do destino,
o tango intuitivo
E zombar da lucidez,
num incauto beijo
de amor doido amor;

Fica parado na minha
frente porque não
canso de te querer,
Em junção mais próxima
que Júpiter e Saturno,
me recusarei arrefecer,

Levo você em segredo
mais misterioso que o Universo,
as minhas letras e luas são
sinais da Galáxia do Cometa,
porque vão muito longe
e para que ninguém esqueça.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠É noite ancestral de Lua
do resiliente Lobo-Guará,
a tua boca vadia pela
minha ainda não está
com beijos de guaraná.

Destino fatal sem avisar
que cortejou os ponteiros
do tempo das Américas
para dançar na escuridão,
quero colo e o teu coração.

É noite paranormal de Lua
em ares sinistros de rua
vazia e silêncio estranho,
mas pensar no envolvente
e tão lindo olhar castanho:
distrai e me põe no colo.

No rio suspenso da noite
o girino cósmico desafiou
as vitórias régias do céu
da nossa América do Sul,
o atroz e o mundo nos parou.

De ti não vou desistir
mesmo sem previsão
do que possa acontecer,
pelo siderado condão
mais do que deveria ser:
indômita em inundação.

Inserida por anna_flavia_schmitt