Poema Nao Ame sem Amar

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⁠Mesmo que você não saiba quem eu sou,
e eu não saiba quem é você,
sei que o meu romantismo e a minha poesia para ti importam,
e que o restante se encaminhará quando o destino
nos colocar no evidente caminho.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Podem chamar de delírio
Pois não ligo, e assumo:
A espera de quem se prepara
Para você e o nosso amor.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Cansada de votar em quem não quero e não gosto, aproveito o embalo pelo voto impresso auditável para pedir que acabem de vez com o voto obrigatório!!!

Pagamos um fundo eleitoral muito caro para termos de ser obrigados a votar. Político que quer voto tem que conquistar!!!

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Não paro de desejar
de ser só tua desde
a primeira vez que te vi,
Não estão comigo aqui
o carinho e a volúpia
que só provém de ti.

Minh'alma Mediterrânea
em chamas florestais
sul sicilianas por tudo
o quê vem acontecendo,
A dor só vem crescendo
e vejo uns em silêncio,
Nada neste mundo
e nem o tempo apagarão
o quê sonhei para nós.

A crueldade tem levado
o tempo a dançar
em ritmo descomunal,
onde há gente alienada
e refém da cena ferial...,
alinhados a Lua e Marte
espiam a Humanidade
na senda desgraçada total.

Em sobressaltos desperto
no meio das madrugadas
desta noite longa e dura;
Em insistente busca tua,
mas a circunstância não
deixa o destino nos permitir,
e o flerte com a espera
é o quê leva a transcender.

A crueldade tem levado
a dançar em ritmo fatal,
e ainda há gente alienada
banalizando o espiritual...,
Somos reféns da cena brutal,
e a Lua e Vênus perplexos
espiam a Humanidade
na senda da desgraça mortal.

Minh'alma Mediterrânea
em chamas florestais
gregas por tudo o quê
vem se sucedendo,
A dor só vem crescendo
e vejo uns se escondendo,
Sou a dona do amor
que cresce no teu peito,
como Lua e Saturno
nos prevejo em alinhamento.

A crueldade tem nos levado
a olvidar o quê é essencial
e ainda há gente alienada
que acha tudo isso normal...,
Somos reféns da cena crucial,
e a Lua e Júpiter perplexos
espiam a Humanidade
na senda e degradação ritual.

Não paro de desenhar
rotas que levem até você,
onde o coração e a alma
livres da pressão infernal
para que a paz e o amor
estejam na bagagem universal.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Não existe Natal sem consciência social, e a imagem do presépio criado por São Francisco ilustra bem isso como uma tentativa de reiterar altos valores através da arte para uma Humanidade que menospreza o próximo em situação de vulnerabilidade, trata refugiados como marginais e menospreza a Natureza.

Seremos lembrados como uma geração que nada aprendeu vezes nada e que repetiu em até fechar os olhos para aberração dos campos de concentração que são herança viva e nefasta da 2a Guerra Mundial.

O nosso continente virou um oceano de presos políticos e uma considerável parte da nossa gente tem saído para tentar a vida nos EUA para morrer no deserto ou acabar presa em locais que podem ser chamados de campos de concentração e ser separada dos filhos, e seguimos indiferentes!

As minhas preces neste Natal seguem dedicadas a todos que estão encontrando desafios existenciais de todas as ordens, aos presos políticos, exilados, refugiados e imigrantes do nosso continente e do mundo, e segue extensiva sem dúvida aos uigures, tibetanos, hong-congues e outros povos presos no campos de concentração da China.

O melhor presente de Natal que podemos nos dar diante disso tudo é a empatia, a paz social, a solidariedade sem fronteiras e o resgate de uma cultura de vida, e sobretudo ensinar as novas gerações ao culto do pensamento autônomo e o amor a Natureza para que a vida dure.

Que o espírito de Natal inunde os corações e aprendamos a valorizar a paz mundial!

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Viver como você
não fosse imprescindível
convergindo para os valores
da paz e da vida
é viver plenamente
o Ano Novo
diariamente renovado.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Eu não sei,
Você não sabe,
Um país inteiro nada sabe
e o continente também não;
Eu e tantos queremos a verdade
que outros fingem não saber
o quê aconteceu com o Professor.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Há presos de consciência
soldados e outros não,
A luta deles é a mesma,
só não vê quem não quer,
A justiça tem feito deles
sempre o quê bem quer,
e não para de malmequer.

O quê é vejo contra eles
é o silêncio programado
o tempo correndo frouxo
e um inferno requintado;
Um fato latino-americano
que provou que nunca
o passado foi passado.

Soldados e outros não,
presos não deveriam
ter sido e nem mesmo
continuado como estão,
A liberdade deles deveria
ter sido o primeiro passo
desde o primeiro minuto
desta rodada de diálogo.

Ainda quero crer na sorte
justa para todos eles,
Minha poética insistente
não se esquece nunca
do General injustiçado
que ousou pensar diferente.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Só não vê quem não quer
que a lei do mais forte
sempre acaba pesando sobre
quem tem a boa fé de crer
na liberdade de se entregar
de corpo, alma e coração.

Em vez de condenar planos
de poder por covardia,
eles optam em calar vozes
como a do General que foi
preso numa reunião pacífica
e que espera sem êxito até
hoje por liberdade e justiça.

Só não vê quem não quer:
a jogatina geopolítica
jamais reconhecida
que pisoteia toda a gente,
e a roda da vida que vem
se suportando porque
quase nada está evoluindo.

Eles fingem que não
veem tal problemática
porque para eles
anda sendo conveniente,
O quê menos importa
é a dor da tropa
que também é gente.

Eles optam por gosto
com quem é conivente
com a dor famigerada
da espera gota a gota
do diálogo da rodada
em pleno México,
porém se esquecem
que Deus está vendo....

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠O vento faz os campos
de pastagem e rios
chorosos como cuatros,
o tempo não levou
a bondade do velho pai
que sofreu na pele
a perversidade e injustiça
contra o honrado filho.

Passaram mais de três
anos e o velho pai
pela força do destino
foi levado desta vida
sem ver o sol da justiça
para o filho perseguido
e injustamente preso
por um atroz enredo.

Como a testemunha
da janela vendo sempre
a maldade dos homens
só sei que tudo que
vejo tem me dado medo;
sigo mesmo assim
despedindo-me do velho
pai que se foi sem
ter visto para o filho
o raiar do sol da justiça.

Com o chapéu no peito
como o bom vaqueiro
e prece sonora erguida
misturada a Alma Llanera,
nas linhas a despedida
tão distante e próxima,
que por cada um esta
minha letra também chora.

O vento faz os campos
de pastagem e rios
em notas desmanchadas
deste meu cuatro triste,
só sei que por este filho
em memória deste Pai
agora mais do que nunca
não desistirei de rogar
pela liberdade porque
tenho quero acreditar
que a bondade ainda existe.

(In Memoriam a Don Jorge)

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠A Semana Santa vem,
mas reconciliação com
quem pensa diferente:
tragicamente não tem.

O Comandante saiu
do Cárcere de Yare
há vinte sete cattleyas,
ele está na eternidade.

A Semana Santa vem,
a Justiça que convém
de verdade não tem,
triste estou por isso também.

O General está preso
há mais de três anos
injustificadamente,
Eles fingem que nunca vêem.

A Semana Santa vem,
do original espírito 4F
eles fingem que nada sabem,
decepcionada estou por isso também.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Levaram o amado
da filha do General
mais antigo e preso,
poderia até condenar,
não é sempre que
eles estão errados.

O lúcido é esperar
e aguardar os fatos
para criticar ou não,
e para rezar que o
os direitos humanos
sejam resguardados

O diálogo nacional
para se reconciliar
com os prisioneiros
de consciência total
como é o General
preso injustamente
já deveria ter
((((acontecido))).

Aprisionam ainda
o velho tupamaro,
a minha Mãe sempre
me pergunta quando
é que vão libertá-lo,
e eu nem sei mais
a ela o quê responder.

O Carlos Lanz segue
((((desaparecido))))
e não há nada que
faça este juízo
((((convencido)))),
não há resposta
plausível para o quê
pode ter ocorrido.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Não dá para ser
plena e feliz só
de saber que o poder
na Colômbia não
se sente em dívida
com as vidas das crianças
que foram bombardeadas.

É deste continente
inundado por golpes,
desgraças existenciais,
prisões políticas, traições,
e onde se beijam
as autoproclamações:

Os meus versos
latino-americanos
têm sido escritos.

A mais frágil filha
de Bolívar levou
a autoproclamada presa,
não me dou satisfeita
porque faltam muitos
responder por crimes
e profundas ofensas:

Os meus versos
latino-americanos
ainda estão amargos.

É do continente dominado
por tramas profundas,
ondas de fanatismo
que a minha poesia
feita de insistência
e de liberdade
com toda potência:

Com audácia reclama
por uma leal tropa
injustamente presa,
e um General que
há mais de três anos
é preso de consciência.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Dizem que há um aceno
para a reconciliação nacional
na Pátria que não é a minha,
Espero que ela ocorra
com toda a justiça e poesia.

Dizem que o Capitão-de-Navio
e o Coronel pai dos cachorros
estão num estado muito mal,
Todos os dias sempre
lembro da tropa e do General.

O General está preso
injustamente há pouco mais
de três anos sem acesso
ao devido processo legal,
Ele está sofrendo como
povo e preso como povo,
numa situação infernal.

Não há como dizer
que tudo isso é normal,
tem gente que não
consegue conviver
com quem pensa diferente,
A cada dia que passa andam
deixando mais preso o General:
evidenciando claramente
que não conseguem conviver
com quem pensa diferente.

(Para saber disso não precisa ser vidente).

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Satyagraha: você sabe
que isso não se faz,
eles prenderam
o teu General injustamente.

Satyagraha: você sabe
que a Justiça desapareceu
ali em plena reunião
pacífica simplesmente.

Satyagraha: o teu General
foi caluniado e teve o nome
usado indevidamente.

Satyagraha: você sabe
que eles levaram
o teu General brutalmente.

Satyagraha: deixaram
o teu General isolado
algumas vezes e com
a vida degradada
(covardemente).

Satyagraha: de muito longe
percebi a história e você
parece que está indiferente.

Satyagraha: hoje fazem
três anos de prisão ilegal,
lenta e sem acesso
ao devido processo
(cruelmente).

Satyagraha: nem carta
posso enviar
para ajudar o tempo passar
porque sou estrangeira;
você sabe que a verdade
não se represa
nem poeticamente.

Satyagraha: o teu General
não merece tamanha
indiferença e ingratidão
de uma gente sem coração.

Satyagraha: cada latino-americano
verso é para pedir
que tenha compaixão
tirar ele da prisão,
um continente da escuridão.

Satyagraha: o General é teu filho
e mesmo que uns se calem,
está escrito em oito estrelas
na história do movimento e no destino.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Peço perdão
à Venezuela
por tudo, tudo,
aquilo que não
tem perdão,
eles pisotearam
o meu coração.

O teu ar que
é o teu amor,
que é a tua
própria vida
pôde entrar,
e inúmeros
teus ainda não.

Não há mais
o quê esperar
a não ser
o tempo,
a tempestade passar,
e pedir pela tropa
e o teu General
a justiça libertar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Versos sul-americanos...

No Rio Mapocho
o inesquecível ocorrido,
As peças do malabaris
não giram mais no sinal,
O Chile e o continente
não se esquecem mais
do fatídico repetido.

Dor sul-americana...

Todo perdão a ser pedido
é ainda muito pouco
Onde o passado virou vício.

Lamento sul-americano...

A frágil filha de Bolívar
ainda vive sob ameaça
de quem não aprendeu
com os mesmos erros,
O fardo da oligarquia
golpista pesa nas costas
e espalham tantos medos.

Chaga sul-americana...

Versos sul-americanos...

Na pequena Veneza,
o General continua
injustamente preso,
Não há notícia de libertação,
e segue da mesma forma
a tropa em igual situação,
Há sussurros de reconciliação...

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Ninguém se recorda
do poeta do Brasil,
Dele não me esqueço
e ainda me inspiro.

Ainda por enquanto
há lindas palmeiras
acariciando o anil,
a lucidez de muitos
tem andado por um fio.

Ainda sobrevivem
algumas aves,
Os sabiás resistem
as gaiolas do destino,
e tudo tem me dado calafrio,

As árvores são
as que sobraram,
e não é mentira
onde a ofensa
fixou de vez residência.

De ti Gonçalves Dias
eu ainda lembro,
Em mim tu está vivo
em teu movimento
neste coração latino e brasileiro;

Que pergunta pelas libertações
da tropa, e do General,
e ao mesmo tempo sabe agradecer
à Venezuela pelo generoso oxigênio.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠⁠Permita-me chamar
de minha Venezuela,
porque não esqueci
o quê em Pacaraima
te fizeram passar,...

Permita-me chamar
de minha Venezuela,
porque só com o teu
amor foi permitido
ao meu povo respirar;

Permita-me chamar
de minha Venezuela,
porque não me canso
de agradecer por tanto
amor bonito mesmo
sem a gente merecer,...

Permita-me chamar
de minha Venezuela,
porque não canso
de pedir para o General
e a tropa a injustiça acabar.

Permita-me chamar
de minha Venezuela,
porque para ti quero
ver cada bloqueio cessar
e o sol da liberdade no Esequibo raiar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠O sabor do destino
não tem sido doce
para nenhum de nós
na Pátria do Condor,
Para muitos ainda
o ar está faltando,
Dos presos da revolta
e dos presos que
derrubaram o golpe
maldito na Bolívia,
já deveriam
ter recebido anistia.

Só quem é do povo
sabe o quê é
viver sem notícias,
com privações,
ser por falta de apoio
morto na Colômbia
por ser ativista,
E pela consciência
suportar as prisões.

Do General preso
injustificadamente
nada se sabe,
Do velho tupamaro
preso nada se sabe,
Da tropa e outros
presos de consciência igualmente.

Sigo em círculos
na mente até a última libertação,
não se pode tornar convenção
viver eternamente na escuridão,
Precisamos de uma divina
luz para o nosso continente.

Inserida por anna_flavia_schmitt