Poema na minha Rua Mario Quintana
Se você permitir, eu sangro teu nome em cada linha da minha pele. Deixo que a dor vire alívio e o amor, penitência. Porque amar você, nesse estado febril, já não é escolha — é instinto. E instinto não se cura, apenas se obedece.
A beleza que deixo no mundo não vem da minha presença, mas da forma como permaneço mesmo depois de ir.
Aceita minha carne como tua penitência. Me mastigue com a calma de quem saboreia o fim. E quando eu não for mais nada além de memória no fundo da sua língua, ainda assim, que meu gosto te assombre por uma eternidade.
" A minha vida é algo que eu não tenho limites tenho fé pois aquele que nos ama a todo instante observa nossos passos cuidando de todos nós."
Setembro é o mês da felicidade e da expectativa para outubro, que vai colorir minha vida!
Setembro que me trouxe uma ligação linda, da pessoa linda, para escutar coisas lindas e me encher de ternura.
As vezes a paixão minha cara amiga, pode deixar chagas que levarão uma eternidade para se fechar, mas sem duvida alguma é indiscutivelmente algo que deve ser vivido, um momento de êxtase, um verdadeiro momento de entrega, mesmo que esse momento tenha ou não um fim.
"Ainda que eu seja subjugado, desacreditado, continuarei em meu caminho, porque minha convecção do correto não pode ser devorado e dominado pelas mazelas do mais fácil e do conveniente a mim ou a outrem, uma vez que o justo sempre será justo mesmo onde impera a escuridão da injustiça"
"O que dói é saber que a mim sempre seria ofertado as sobras, de alguém que sempre foi minha prioridade"
"Impressionante a capacidade que algumas pessoas têm em desejar ter a minha casa, sem ter ideia de quantos tijolos precisei para construir, quantos vergalhões utilizei para manter a estrutura de pé, e olha que nem estou falando de casa"
"Existe momentos em minha vida que a resignação chega atingir 99%, mas aquele um 1% que me faz desconvir, me torna resoluto na convicção de está trilhando o caminho lidimo"
Sou o improvável dentro das minhas capacidades nativas, faço do impossível minha morada e do utópico meu alimento.
Que não saia de minha boca, meias palavras e inverdades. Que eu seja autêntica e sincera, porém usando a sutileza.
Que eu nunca desacredite do ser humano e nunca mude minha essência. Que eu emane e receba amor por onde eu for.
A minha vida é regada de amores esquecidos, amores envolvidos, amores lembrados, amores celebrados, amores guardados e amores bem amados.
