Poema na minha Rua Mario Quintana
Meus valores e principios valem mais do que a minha própria vida, porque viver sem eles, não valera a pena
Não luto para libertar um povo que ama a escravidão com a vida
Mas lutarei para manter a minha liberdade porque vivendo ou morrendo serei livre do mesmo modo.
Sou grato a todos os tipos de pessoas que passam por minha vida. As boas, por seus valorosos exemplos, e as ruins, por me mostrarem como eu não devo ser.
Quando percebi na minha caminhada passos trôpegos, falta de ânimo e as forças se esvaindo, a minha fé foi o meu baluarte. Asseguradamente, Deus tem um poder infindo e sua misericórdia e graça nos sustentam e conduzem pelos melhores caminhos, sobrepujando quaisquer dificuldades que porventura apareçam.
A minha pequenez, fraqueza e incompletude enquanto ser humano me fazem clamar a Deus, Todo-Poderoso, que me protege, abençoa e conduz por caminhos aprazíveis!
Já me perguntaram como eu consigo conciliar a minha fé e o meu enaltecimento da ciência. Acredito que a sabedoria humana é fruto da capacidade que Deus nos dotou. A Bíblia nos diz claramente que somos concebidos à imagem e semelhança de Deus. A mesma escritura sagrada nos diz que a ciência se multiplicaria no transcorrer das eras. Portanto, o conhecimento avançado percebido hodiernamente é fruto do potencial que o Senhor nos deu. E seguirei admirando o progresso humano, desde que ele não entre em contraposição aos mandamentos divinos.
Nos reencontramos novamente. Depois de milhares de anos a sua espera minha alma te viu , te sentiu, abraçou a sua, mas, sinto que o medo nos afastou. Não tive sorte, voltei, mas meu corpo não veio comigo e eu não consigo me sentir completo. Sei que serei eternamente um andarilho andando de um lado para o outro procurando o que não está neste mundo. Minha maldição é não conseguir parar em lugar nenhum. Sempre indo atrás do impossível
Não volto, não sei como . Há muito tempo perdi parte de mim , minha memória falha não me permite lembrar onde. Desde então, não parei de me decompor. Todos os dias, a todo momento me deixo nos lugares por onde passo buscando me esvaziar de mim. Tive a ilusão que me espalhando por todo canto eu desapareceria juntamente com o vazio que me preenchia e fui me dividindo, de tanto me dividir me tornei indivisível, e o vazio, o vazio não desapareceu. Foi no meu último segundo que percebi que nem mesmo virando cinzas o vazio em me desapareceria, o vazio não estava em mim, o vazio era eu.
Minha Ansiedade me causa medo, medo do oculto, medo do inexistente. Medo que paralisa meu corpo e minha alma. Em questão de milésimos de segudos encontro-me entre a vida e a morte. Confesso que há dias que não luto, permaneço estático enquanto minha mente me destrói por dentro e por fora.
Em momento algum serei telespectadora de minha própria vida. Faço tudo o que acredito ser certo e assim seguirei, pois minha consciência limpa não me permite o trajeto.
Bom dia! Levante-se, diga pra você mesma, estou de pé e assim seguirei, pois minha fé é maior do que as dores de minhas feridas.
Ter confiado em Deus foi minha maior decepção, porque ele não é da forma como me apresentaram na minha infância. Cresci acreditando em um Deus misericordioso e bondoso, hoje, adulto, quando realmente precisei dele percebi que ele não se importava com as dores que eu sentia, mas infelizmente minha cultura familiar, me faz carregar a sensação de que ele existe e que algum dia ele olharia para me mesmo que por 40 anos ele não tenha olhado. Se eu não tivesse confiado todos estes anos em um Deus, não teria acumulado tantas decepções dentro de mim.
Lembro-me da frase da minha avó quando criança: 'Cresce para ver'. Hoje, vivencio a rigorosidade da vida, especialmente para as pessoas honestas. É notável como, muitas vezes, a balança parece pender para o lado dos desonestos. Observo que, nos relacionamentos familiares e amorosos, o dinheiro se tornou um alicerce, e o valor das pessoas é frequentemente medido pelo seu nível financeiro. Esta é a dura realidade para muitos que se encontram na média baixa."
Minha mãe já dizia que eu tenho um defeito pouco apreciado: teimosa para caramba. Mas se eu não fosse perseverante, eu não teria coragem de chegar onde eu sempre quis.
