Poema na minha Rua Mario Quintana
Que meus olhos retratem sempre o amor que devoto a ti e que minha boca mesmo em silêncio te confidencie os meus segredos.
Munto em meu cavalo e sigo galopando sem preça, na minha viagem em busca do seu coração sou parados na estrada por cavaleiros querendo me barrar, cada um deles representam os abismos que você deixou dentro de mim, essa tropa e liderada pela solidão, eles me rodeião fico perdido sem saber oque fazer,fecho meus olhos e me ponho a pensar, porém a solidão me pergunta: por que quer seguir em frente, não foi ela que te deixou? e eu respondo: sim, mas meu amor nunca a deixou, e eu ainda consigo olhar ela como eu a encheguei um dia, como a mulher da minha vida, e por isso solidão que vc esta do lado de fora, pois a esperança mora aqui dentro
mim!
Talvez minha loucura seja resultado da normalidade do mundo.
perdido numa selva de pedras caminhando por uma estrada sem rumo, buscando uma forma de acordar e sair de um pesadelo profundo... talvez este mundo em que vivemos seja apenas uma ilusão... Uma dimensão onde não sabemos se oque vemos é real ou mais uma peça pregada pela nossa imaginação.
Deixo minha essência feminina trascalar, através da dança, onde valorizo minha identidade africana e minha consciência, reafirmo minha atitude de resistência.
Confio nos meus dentes, e os mesmo dentes em que confio, são os que me mordem a minha língua!.... Como dizia o poema de Augusto dos Anjos: A boca que me beija é sempre a mesma que me escarra, a mão que me apedreja é a mesma que me afaga!.
Debocho dos meus problemas, das minhas tristezas...danço com as ilusões, fantasias, vivo a minha loucura sem medo do que vão dizer, pensar...a mim não importa olhares maldosos, pequenos, inúteis...olhares de pessoas que não aprenderam a viver, a amar.
Quando alguém quiser minha ajuda, com sinceridade peça que tentarei de todo coração ajudar, mas não tente me induzir a complexos de culpas pelas suas perplexidades, não tente roubar minha paz, porque dela não abro mão
Então, descobri que a cidade de São Paulo, diferente da minha Poconé, é um aglomerado de pessoas de linguagem diferente, esquisita, principalmente quando estão zangadas.
Ainda que meu corpo padeça em dores mil, ainda que meu coração se torne amargo, e se ainda minha mente se transformar em um ninho de pensamentos confusos, ainda assim minha alma estará viva e bem guardada em Deus, nenhuma dor será grande o suficiente pra me abalar pra sempre pois Deus é meu refúgio e vida para minha alma.
Assim também somos nós seres humanos: dos milhões de espermatozóides do meu pai lançado na minha mãe, somente eu é quem vim ao mundo, portanto, devo me amar e me valorizar muito, porque sou fruto de um milagre divino. Abraços fraternos.
Você inesperadamente apareceu na minha frente, no meio deste inferno...Foi um sonho passageiro, como um lírio.Apenas sua língua pronunciará o julgamento final.
[...] Minha vida esta tão monótona que estou sempre me plagiando. Estou sempre me nocauteando, antes que eu caia de maduro.
