Poema na minha Rua Mario Quintana
Você já não reflete mais nesse espelho. Sua imagem sumiu da minha mente, seu perfume ninguém mais sente. Eu já entendo o que significa esse vazio, já entendo o porque do mundo estar lento, e meu coração sofrendo. Você foi embora, e esqueceu do adeus. Você foi embora, e esqueceu de mim aqui. Eu não entendo seu coração, nunca entendi. E agora, cadê toda aquela paixão? Porque você foi embora, e eu nem tive tempo de te provar? Porque vou foi caminhar em outro lugar? Eu preciso tanto de você aqui, eu sinto falta do seu abraço. Eu sinto falta de você, sinto falta de tudo aquilo que me fazia te ter.
As pessoas costumam dizer com maior orgulho que suas vidas é um livro aberto.A minha não,é fechada e com acesso restrito.
Posso te dar o melhor de mim, um pedaço da minha alma, da minha vida, mas nunca poderei me doar por inteira, pois assim existe uma deusa instalada em meu corpo e minha alma, ela pode morrer e deixarei de existir ,acabarei com o meu mellhor!
Não se tem mais o brilho de antes, a cor dos meus olhos se apagou a minha voz não é mais a mesma, não existe mais uma melodia nela, nem existe se quer um canção dentro de mim, minha risada nunca é mostrada e quando solta pra fora só são por palavras em desnecessarias. É como se tudo fosse forçado para não haver lágrimas, os sorrisos são o rémedio para meus dias ruins.E eu me sinto com uma fraqueza e um desanimo de andar por esse mundo vazio sem nada construtivo e meu coração é como se tivesse parado de bater, não o sinto mais, é como se o sangue corresse em minhas veias de uma forma neutra quase não sentida, só esperando uma hora que houvesse de parar, e fico apenas pensando introduzindo uma forma de ter um sentido nessa tal vida obscura e embaraçosa, faltando uma peça em seu lugar certo. E me vêem na mente nesse exato momento um pensamento distânte se eu tivesse uma razão pra viver , um proposito pra tudo isso talvez eu teria um pouco de vontade, sentimento e força pra recomeçar de novo.
Estou perdido e já não sei pra onde ir. A minha vida está em pedaços. Eu me perdi quando tentei me encontrar, foi então que eu me perdi de você.
Você perdeu sua luz, a sua luz se apagou? Não era sua a LUZ, era o foco do meu brilho, a minha luz que ILUMINAVA VOCÊ!!!
Tenho raiva dessa minha ESPERANÇA,ela sempre rouba de mim O DESEJO DE TE ESQUECER, e o pior de tudo é que não consigo prendê-la. Quando penso que ela desapareceu, fico sabendo que está escondida bem onde você mora, no íntimo do meu CORAÇÃO, aliáz, esse CORAÇÃO, está me dando muito trabalho, é o maior cúmplice da ESPERANÇA, e cuida muito bem dela, alimentado-a todos os dias.
Sei que tenho um grande problema, porque por mais que eu despedace o meu CORAÇÃO para tira-la dele, fiquei sabendo que de nada adianta, pois a ESPERANÇA é a ultima que morre!
Mesmo sendo o tempo tão senhor, mesmo sendo eu tão pequena em minha magnitude humana, mesmo tendo aqueles a quem chamo de amigos, tenho a vida e a controlo, tenho um Deus, tenho um sonho, e posso ser o deus da minha história.
Minha conduta arma ,nas palavras no pençar,
pro curo não atingir as pessoas diretamente, mais ataco o mundo com mira e todo poder de fogo pois mim armo com o saber,e não tenho medo do que não pode me ofender.
Essa doença que corroi minha alma e deixa ela imunda,doença essa que nunca passa pois e da minha natureza, doença que me faz sentir mal, só depois de muito relutar essa doença que me destroi é o pecado mas isso não posso apagar !!!
Meus olhos sorriem mais do que minha própria boca, e quando prendo o riso, meu corpo ri sozinho. Talvez nem eu me entenda. Nem ninguém. Talvez o que eu escreva seja um monte de palavras pintadas de sonhos junto com um monte de sentimento e vontade; afinal, é o que sou, é do que estou cheia, e é o que levo pra perto de quem amo.
Eu queria apagá-lo da minha memória, porque eu me lembrava das coisas lindas que passamos, mas os que marcavam que deixavam cicatrizes, que doíam mais, esses sentimentos que se instalavam em mim, como formigas no açúcar.
Sou meu movimento, meu vôo, meu Deus. Minha pátria, meu partido, meu clã. E vivo a delícia dessa incerteza dançante que se faz presente.
