Poema na minha Rua Mario Quintana
Explica-me, que às vezes tenho medo que o sol luarento não dissolva a minha vidraça. Que deixe de ter, como agora, quando o vento que cessa e o sol que se revolta e se vai. Explica-me, que medo é esse de voltar à amar. Explica-me, porque os campos não são mais tão verdes, as ondas não são mais tão misteriosas e o amor não é mais um porto tão seguro. Mesmo sem compreender, quero continuar por aqui onde constantemente o orvalho se envolve ao chilreio trazendo o amanhecer. Por mais que pareça que o mundo conspira a não se amar vejo como o rigoroso inverno estende seu tapete gélido de neve por sobre às montanhas como presente para a primavera que esta por surgir além da próxima nuvem.
Se até mesmo o inverno com toda a sua magnificência saí do palco para deixar um novo espetáculo começar, talvez com o amor também seja assim: às vezes ele saí do palco para que possamos amadurecer e depois ele regressa para o seu grande ato triunfal.
Se o amor é tudo, porque valorizamos mais os bens materiais do que o amor,porque não valorizamos as coisa mais simples mas que pode mudar o mundo: Tipo um olhar sincero, um beijo verdadeiro,uma atitude de amor ou como dizer simplesmente uma palavra(Eu Te Amo).
"O certo é que sigo vivendo e chegarei ao fim de minha vida sem conhecer sequer "o mínimo" do ser humano, suas ações, interesses próprios e exacerbadas auto-proteções." (Mettran Senna)
Muita gente diz que fez Administração por falta de escolha, eu fiz para ter escolha. Poder ser múltiplas, atuar em diversas áreas e seguimentos, tentar e aprender. Agora é uma etapa vencida, a formatura traz o peso do crescimento, o desafio de ser gente grande, sem poder chorar por tudo e nem passar confiança pelo "juro que prometo". Agradeço primeiramente ao meu Sr. DEUS, aos meus pais, que me deram forças nessa caminhada. Pai tenho muito orgulho de você. Mãe, obrigado por estar SEMPRE,SEMPRE presente me incentivando, sentindo as minhas dores e alegrias, o seu colo é o melhor de todos e os seus conselhos são o meu rumo.
E em todos os dias de minha vida, buscarei, levarei e silenciarei o meu coração na busca incessante pela minha paz!
Te separei como pétala de Margarida que sinto admiração, por tua causa o meu beijo é conduzido com lisonjas, nenhuma outra razão retirará o teu sorriso, este é o aviso de toques de cada ribombar dos meus sentimentos.
Te Separei como pétala de Margarida que sinto admiração, de carinho me espanto sempre que olha para mim, hoje vou conduzir um beijo que não ameaça a tua razão. Tu és meu amor, meu chá de Damiana.
Teve uma época que parei minha vida para escrever um conto. Mas pensei, como parei minha vida se isso está se tornando a minha vida?
Se um menor se desviar do caminho, a responsabilidade não é só dele. A responsabilidade é nossa. Dele e minha.
Deus caprichou quando me presenteou com você, porém também deu a dificuldade para saber se somos capazes de suportar obstáculos e viver eternamente, Deus não erra ele sempre capricha, por você sou capaz de mudar de mundo, minha prometida.
Você surgiu em minha vida como um livro, a capa me encantou e às páginas deram vida aos meus sonhos.
A minha alegria não está aqui, ela está no céu a minha espera, o banquete está sendo preparado, o Rei vai me servir.
A distância agora se tornou a minha aliada em prol da minha tristeza,que me atormenta pelo os kms de distância que nos impedem de sermos felizes!
Em minha cama solitária estou só e sem a sua companhia, só o barulho do vento batendo em minha janela. E em meus pensamentos a imagem do nosso primeiro beijo, presa entre quatro paredes a sua ausência me faz chorar. Lembranças quentes ficaram em baixo do lençol em nossa primeira noite de amor guardada em minha memoria, tempos que não voltam mais, estou assustada e com medo. Estou distante de você apenas ouço a sua voz. Preciso sentir as suas mãos me tocar, a minha alma grita pelo seu beijo, volta meu amor antes que a solidão me mate!
É por esses e muitos outros motivos que me pergunto, como um ser tão belo pode viver entre meros humanos? Pois não me refiro a uma humana, mas sim, a uma deusa desfaçada de princesa.
