Poema na minha Rua Mario Quintana

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“Toda vez que enfrento um dilema pratico o exercício de minha morte.
Na minha cabeça só assim se é possível enxergar as próprias vísceras.
A morte, ainda que encenada, me garante esse distanciamento necessário para não me deixar corromper com o objeto ou assunto por mim observado.
Só morto consigo ser imparcial.”

Inserida por Epifaniasurbanas

MINHA SAUDADE

"Ninguém é um saudosista da dor, a saudade só atesta o que foi bom.
A saudade é o território dos meus sentidos!
Ela é como escada rolante que me carrega imóvel, é a parte de mim que nunca será palavra."

Inserida por Epifaniasurbanas

“Deturpei meus sentidos.
Chamei de amor os meus exageros e de paz minha surdez. Tudo em mim era mentira...
Exceto pela dor, essa nunca me traiu.
Sofrer foi a única prova de que mesmo delirando eu estava existindo.”

Inserida por Epifaniasurbanas

"Construí minha casa na areia, desde então deixei de existir. Fui ludibriado pela beleza do mar. Quis tornar o transitório permanente, ter o imponderável todo dia a minha frente. Não cogitei que o mar não aceitasse concorrentes.

Notei que o mar na areia apagou meu passo. E qualquer rabisco ou rastro que faço, num toque das águas desfaço.

O desenho só durou até ser tocado. O castelo se desfez quando foi alcançado. Meu pedido de socorro foi encoberto ao ser encharcado. E nada que não existiu pode ser contado.
No mar é onde hoje jaz o meu legado.
O mar não perdoa ninguém."

Inserida por Epifaniasurbanas

A beleza da alma

"Toda vida busquei por coisas que embelezassem e nutrissem minha alma. Preferi registrar o perfume da flor do que sua foto. Um registro verdadeiro precisa mexer com todos os sentidos, não só o visual. Procurei viver, mas, viver a eternidade do momento presente. Me pareceu o correto a fazer.
Acreditei que um dia, talvez, depois de uma boa conversa com algum estranho ele diria:

- Nossa! Mais que bela alma você tem aí!

Tolo, hoje com essa necessidade visceral de viver e de registrar que se viveu, só para provar que se está vivendo, ninguém liga pra isso.

Daí pensei: Como me tornarei popular, se a alma não dá pra fotografar? Infelizmente não dá.

A beleza da alma só pode ser vista, quando observada atentamente, por olhos fechados e ouvidos abertos.

Talvez o problema não seja eu, talvez, seja culpa da dificuldade que a maioria das pessoas tem de fechar os olhos para o todo, e assim concentrar toda sua atenção apenas em quem está. Talvez o problema seja calar e abraçar quem está perto com os ouvidos.

A beleza da alma pode ser vista somente com o olhar pra fora de si. O espelho da alma é o outro. Talvez isso mude quando considerarmos o terreno alheio como sagrado, já que é na relação com o outro que vemos a nós mesmos."

Inserida por Epifaniasurbanas

⁠Morta, acabada
É assim, que minha alma,
Vaga desesperada.
Na esperança de um dia,
Encontrar a tal sonhada felicidade.

Inserida por Wallace78

Já pensei em desistir de tudo
Fiz as pazes com minha mente
E renasci como a fênix ⁠

Inserida por Cjjdm019

[Anúncio do seu sorriso]

Do anúncio ao anunciante
Um sorriso belo e contagiante!
Em minha mente, um pranto
de regozijo ao anunciante.

Olho para uma cor...
Seu anúncio aparece
Olho para uma flor
Novamente o resplandece.

Um anúncio bem planejado.
Em lugares aleatórios;
aparece nos olhos ou na mente
umas 300 vezes, literalmente.

Aparece "do nada" em mim;
Como se eu precisasse para sobreviver. Realmente eu gosto de ver.
Seu anúncio. Nunca me canso de ver.

Inserida por LucasCoelhu

Tenho um desejo insano.
É meio conturbador;
Em, querer sem poder.
Afeta minha alma.
Me faz enlouquecer.

Porque tem que ser assim?
Distâncias e medos
Não fazem sentido.
É um embaralho entanto.
Conturbado? Sim! Fico.

Inserida por LucasCoelhu

(…) Peço-te perdão pela
minha incompreensão.
Sei que havia dito para parar.
Meio que não a compreendi.

Inserida por LucasCoelhu

⁠Mais uma vez você se foi.
Como água escorre pelos dedos;
Por falta de cuidado da minha parte
Você se foi…

Inserida por LucasCoelhu

Vou seguir a minha estrada.
De mãos dadas com esperança.
Vou à procura de paz.
Aquela que perdi, ao conhecer-te.

Inserida por iolandabrazao

⁠Por favor, siga seu caminho...Tem que ser assim.
Vou guardar-te na minha memória.
E visitar-te quando sentir saudade.
Perdão!

Inserida por iolandabrazao

⁠Ai! Minha vez chegou
Hoje choro e canto
Minha vez chegou
Agora sonhei e me espanto

Hoje meu dia de solidão
Amanha acordarei em depressão
Quem sou eu!
Quem sou eu!

Inserida por ValerianoNgonga

Sentado á mesa, de frente para um prato de fava com farinha, minha tia me olha e diz: O menino come de tudo! e eu à respondo: Mas tia se eu for escolher eu vou ficar com fome!

Meu sertão.

Inserida por jorge_araujo_1

E assim vou vivendo...
Se um sonho não me cabe no momento,
guardo ele de volta na minha Caixinha de Sonhos
e pego outro para vestir.
Lá dentro é cheio deles,
e sempre tem algum que sirva.
Nem sempre realizo todos,
mas nunca ando despida de sonhos.
Sonhos são tão essenciais como roupas,
sem eles é impossível sair de casa!
Sonhe!

Inserida por AnaRottini

Há um mar alto, em minha volta!
E ventos tempestuosos, elevam suas águas,
As quais, formam ondas de mágoas,
Qu´eis qu´alma esta, querem ver morta...


E o meu barco, esta-se partindo,
Com estas altas e rugentes ondas.
O meu espírito, se vai com dores consumindo.
Por estas correntes velozes, nestas do mar alto, zonas...


Mas, mas ainda que eu desça ao fundo dos abismos!
Oh tu mar revoltoso e impiedoso!...
E também vós outros arrogantes cataclismos!...


Sabei, sabei, vós, vós: Todos...
Que virá tempo, em que a águas mansas, e porto piedoso,
Morto por vós, mas vencedor, meu barco, ancorará neste porto, mais alto que vós, sois altos.

Inserida por Helder-DUARTE

Minha aldeia e dique!
Em ti fui criança!...
Sem ter, infância.
Quando, aos seis anos, vim de Monchique.
Meus amigos, oh Montes de Alvor!
Não foram, teus meninos, que me batiam,
Sem a Deus, terem temor!
Nessa escola, onde os gritos de Maria Emília, entoavam.
Mas meus amigos, foram:
As hortas, com as batatas…
E o milho, que meus pais, semeavam.
Montes de Alvor! Montes de Alvor!
Foram ainda, as tourinas vacas.
Sim tu aldeia! Dos meninos sem amor!

Inserida por Helder-DUARTE

Minha Senhora! Canto-vos,
Trovas de amor! Amor!
Em minha voz de tenor!
Sabeis porquê?! Por amar-vos.


Eu cavaleiro andante!
Em cavalo branco!
Vou adiante! Adiante!
Até, que os lirios do campo,


Tenham flor e cor.
Para eu, vo-los dar!
Sim a vós, meu amor!


Porque eu, vos amo!
Com verdadeiro amar.
Minha Senhora! Ai pois! Só eu sei como!

Inserida por Helder-DUARTE

Minha alma não se cala,
De do bem ter mensagem,
Por isso disto muito fala,
que os tristes tenham coragem!

Eu tenho boa palavra,
Para os tristes de coração.
Invoquem a Deus na aflição.
Pois só ele nos salva!

Deus vive e nos ama,
Com amor eterno.
E por todos chama.

É dia de Salvação.
No Deus tão terno,
Há ainda solução!

Inserida por Helder-DUARTE