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Poema na minha Rua Mario Quintana

Cerca de 94445 frases e pensamentos: Poema na minha Rua Mario Quintana

⁠Meus Zord, cadê você?
Vamos dançar ao som da nossa música de madrugada no meu da rua, vamos rir , vendo propaganda política, vamos pedir uma pizza?
Vamos ?

Inserida por Renatamorsou88

⁠Há 14 anos, fui adotado por um cachorro de rua. Ele entrou em nossa casa, ficou debaixo da mesa e não saiu mais. Comeu a comida da Fedoca e da Pirenta (Valeska Poposuda). Adivinhem por que elas se chamavam assim?

Neste momento, tínhamos três cachorros: Fedoca, Pirenta e Marley. Chute por que o Marley se chamava assim. Ele foi trocado por um papelote de droga na boca de fumo. Neste momento, o Cuequinha entrou em nossas vidas e ficou. Ele nos amou com todo o seu amor.

Mas a vida é um mistério. A vida não, a morte é o mistério. Será se há algo depois deste mundo? Para alguns sim, para mim, não existe mais nada.

Acredito que meus cachorros, papagaios e tartarugas vivem. Vivem em minhas lembranças. Eu que morri para eles...

Amo-te meu Cuequinha, Fedoca e Pirenta.

Agora só nos resta a lembrança.

Inserida por TarinMichael

⁠Falar de ti é similar ao calor da chuva
Deitar e me conectar a lua
Caminhar de noite na rua
E mesmo assim não me sentir maluca.
Sentir tua presença é como estar completa
Me sentir tão delicada quanto uma pétala.
Ser educada por ti é igual voltar a infância
Como se todos os problemas existissem
Mas fossem de baixa relevância
Porque afinal de contas
Lidar com o teu ser me faz renunciar
Tudo que sou e aprender a ter o que tu és
Que me posiciono a transmitir
A tua imagem e semelhança
Ensinar e praticar amor
Com a mais brava onça.
E mesmo que tudo isso retorne ao pó
Que tudo se ressignifique
Voltaremos ao extremo nada
Com toda certeza
Que vivemos tudo.

Inserida por luaraujoreal

⁠Uma tontura no meio da rua, a vista turva, o corpo molhado.
Valei-me, Deus! Morre-se!
Passou.
Uma reza comprida, outra tontura!
Menino, que você tem?
Nada não, passou.
Um café, uma parede, outra pessoa, outra tontura.
Menino, tonteou?
Foi, mas já passou.
Um médico, um sorriso amarelo, um diagnóstico.
"Moço, é só coisas do coração, não mata não".

Inserida por DiegoLelis

em uma rua escura,
⁠aguardo com um olhar vazio,
não espero mais luz,
apenas o fim;

no fundo de tudo, vejo apenas a lua...

finalmente paz.

"arrivederci e non aspettarmi"

Inserida por 5O5

Flagelo

Nascer sozinha no túmulo de uma rua fria.

sem colo, sem beijo, sem leite;

flácida, pálida e enrugada;

grata por ter um chão a quem lamber.

Sem pássaro no ar,

sem cão na terra,

nem ventre para voltar.

Nascer sozinha no fim da vida não dói, apenas cansa.

T

Inserida por TerezaDuzaiBrasil

⁠Os dias tem sido escuros, caminhei de rua em rua e voltei para o mesmo lugar. Tentei ir direcao contraria caminhei depressa e te encontrei em tudo que habitava ali, é fracassei!
Querido amado eu estou percorrendo essa correnteza de incertezas procurando resposta para nossa historia e tudo leva para o mesmo lugar, o fim.
Eu nao quero ter que seguir esse caminho ao te lado, caminho de dor, eu aceito esse fracasso que me venceu.
Querido amado eu ja nem sei mais, quem eu sou! Os dias tem sido tao longos para nos dois estamos indo em direcao contraria e se encontrando, continuar doi em mim como nunca doeu antes, o ar ao te lado me sufoca mais aceito esse fracasso nosso fim.
Voce nao sabe o que ficou pelo meu caminho para que eu chegasse ate aqui por nos dois, e de mim hoje nao resta mais nada voce ja sabe eu aceito esse fracasso.

Inserida por PietraS

⁠Flagelo

Nascer sozinha no túmulo de uma rua fria,
Sem abrigo, sem paredes,
sem cama, sem colo, sem amor.
Grata por ter um chão a que lamber?
Nascer sozinha no túmulo de uma rua fria,
sem pássaro no ar,
sem cão na terra, nem ventre para voltar.
Nascer sozinha no fim da vida não dói,
apenas cansa.

Inserida por TerezaDuzaiBrasil

⁠Selvagens
Na rua, tanta gente
a procurar a gente sua
nada fácil
nas metrópoles
selvagens
sonhos enfileirados
na distância
saudade de casa
gritando solitária
juntar as mãos
manter a fé
quem sabe amanhã,
se Deus quiser!

Inserida por MoacirLuisAraldi

⁠Engrandecer o encontro, o olhar, a vida
Enegrecer a rua, a cidade, o mundo
Enriquecer de abraços, de histórias, de afetos
Enlouquecer os donos do poder, os padrões, as regras
Fortalecer as mulheres, as crianças, o outro
Florescer os dias, os meses, as periferias
Crescer com as lutas, com os erros, com as perdas
Reconhecer os meus, os nós, a ancestralidade
Renascer a força, os sonhos, a esperança

Inserida por CarinaSBarros

O Mendigo

Na calçada fria, ele se estende,
navegante só, sem porto, sem cais,
veste a rua como manto e abrigo,
sem nome, sem rumo, sem nunca ter paz.

Olhos perdidos, sem brilho, sem cor,
mãos que tremem na busca de pão,
a vida escorre como chuva no rosto,
levando esperanças ao chão.

Um passado, quem sabe, o levou até lá,
talvez sonhos partidos, talvez um amor,
mas hoje é silêncio, poeira, e as horas
passando, sem rastro, sem calor.

E ele segue, invisível à cidade,
nas sombras, no frio, no vão do alvorecer,
como folha caída que o vento desfolha,
esperando apenas o nada acontecer.

Inserida por UbiataMeireles

⁠TRÊS GATINHOS

Na esquina da rua
Três gatinhos
Miavam de fome
Eram tão lindinhos.

Alguém sem piedade
Deixaram abandonados
Procurasse quem queriam
Seriam adorados.

Dois eram pretinhos
Os olhos arregalados
Orelhinhas em pé
Os pelos arrepiados.

O outro era pintado
Os três sempre juntinhos
Bem sossegados
Os lindos gatinhos.

Irá Rodrigues.

Inserida por Irarodrigues

⁠⁠╔❝O sol apaga a luz na rua
Com ele me deixo ir
Me traz de volta a lua
Que sempre me faz sorrir
É a noite meu regalo
É meu aconchego
Sei nela encontrá-lo
Num caminho cego
Você que me aquece
Num olhar ao chegar
Logo meu corpo estremece
Cheio de vontade de o amar...
encontrar.❞╝
Tc.16122019isab12.44

Inserida por Ana_Isabel_Bugalho

⁠Amor carente

Quando olho para a lua,
Vejo-me como estou na tua,
E no silêncio da noite na rua,
O meu pensamento flutua.

E nessa noite de luar,
Fui hipnotizado pelo teu olhar,
E logo, logo,comecei a lhe amar,
E com isso tive que me entregar.

Me entregar em uma noite fria,
Ao som de uma linda melodia,
Nossos beijos quentes em sintonia,
E preso em teus braços, tenho minha alforria.

Quando vejo essa noite enluarada,
Lembro-me dos teus abraços de madrugada,
Onde posso fazê-la sentir-se amada,
Porque sou louco por você,minha namorada.

Quando vem a noite em sua essência,
Os teus beijos libertando-me da inocência,
Então me entrego a você como na adolescência,
Sem medo e sem prudência.

Vem o amanhecer gelado,
Você me prendendo em teus braços,
Entre beijos e abraços,
Me regozijo e me desfaço.

Eu te amo tanto,infinitamente tanto,
E esse sentimento ecoa por todo canto,
Minh'alma se embriaga em um triste pranto,
De pensar em perdê-la tanto....

Lourival Alves

Inserida por Diariodeumcravo

⁠Onde vivo

Vivo numa casa, rua, cidade e pais,
Mas logo mudarei pelo tédio que há ali á
a chance de prosseguir ali não há
Liberdade sem saber, é necessário procurar
Eu preciso me desvincular
Dessa forma de me enxergar
Entre esse abismo de desinteresse
Por esse lugar
Encontrar, procurar me perder sem me
Achar, acredito que em algum lugar
Longe ou perto do mar na tranquilidade
Vou me refugiar

Inserida por nicksilvaz057

⁠Mulher
Somos tantas
Algumas tontas
Joias raras
Somos gênios
Largadas
De rua, de cor...
Somos fortes
Guerreiras
De luz
Que reluz
Feras
Sofridas
Mulheres de risos
Leoas, leais...
Mulheres perdidas
Donas, donzelas
Levadas
De danças
De fogo, marcadas...
De dor
Mulheres de rosas
Mulheres vividas
Amadas
De amor
08/03/2025

Inserida por LeoniaTeixeira

⁠SERTÃO.

Shopping aqui não tem
não tem rua asfaltada
nunca vi metrô e trem
e nem casa conjugada
aqui nosso maior bem
é orar e dizer amém
pela terra abençoada.

Inserida por guibsonmedeiros21

Na rua Garay, a criada me disse que tivesse a bondade de esperar. O menino estava, como sempre, no porão, revelando fotografias. Junto ao vaso sem flor, no piano inútil, sorria (mais intemporal que anacrônico) o grande retrato de Beatriz, em pesadas cores. Ninguém nos podia ver; num desespero de ternura, aproximei-me do retrato e disse-lhe:

– Beatriz, Beatriz Elena, Beatriz Elena Viterbo, Beatriz querida, Beatriz perdida para sempre, sou eu, sou Borges.

Carlos entrou pouco depois.

Inserida por joao_candido_martins

⁠Lembranças de Infância

Ah, que saudade da rua encantada,
Onde o tempo corria sem pressa ou temor,
Nos pés descalços, a poeira dourada,
E no peito, a alegria em seu mais puro ardor.

Bolas de gude brilhavam no chão,
Como estrelas num céu de cimento,
Pipas no alto, riscando o azul,
Guiadas por sonhos ao sabor do vento.

O futebol era a lei do momento,
Traves marcadas com chinelos jogados,
Um grito de gol rasgava o silêncio,
E o mundo parava, nossos olhos brilhados.

Brincadeiras sem fim, risos soltos no ar,
Amigos, irmãos de uma vida inventada,
Cada esquina guardava um lugar,
Onde a infância deixava sua marca sagrada.

Hoje, adulto, caminho sozinho,
Levando comigo o que ficou pra trás,
Mas no coração ainda há um cantinho
Que guarda pra sempre aquele tempo de paz.

Inserida por UbiataMeireles

⁠O Bicho

Na rua estreita, o breu fazia morada,
as lixeiras reviradas em estranha balada.
Passos cautelosos, silêncio a pairar,
o mistério na noite me fez hesitar.

Que ser seria aquele, que ali remexia?
Um animal furtivo em busca de energia?
Talvez um gato, um cão em desespero,
no lixo, seu banquete, um sonho tão efêmero.

Mas ao me aproximar, tremi de assombro,
o que vi não era fera nem monstro do lodo.
Era um homem, dobrado, retorcido de fome,
o "bicho" era humano, sem nome, sem sobrenome.

Olhos vazios, um grito calado,
pele marcada, um destino estragado.
Vi nos seus gestos o peso do mundo,
um eco que grita num abismo profundo.

Meu Deus, pensei, que ironia tão fria,
a cidade dormia, mas sua dor fervia.
O bicho é um homem, e o homem é o bicho,
um ciclo cruel, um abismo sem nicho.

Voltei ao silêncio, mas nunca esqueci,
do rosto marcado que ali descobri.
Que futuro nos resta, que mundo sem chão,
onde homens viram bichos na escuridão?

Inserida por UbiataMeireles