Poema com mar
Nunca será fácil atravessar o mar da indiferença para enxergar o lado do outro, mas é imprescindível.
Nunca será fácil atravessar o mar da indiferença para enxergar o lado do outro, é mais fácil se afogar durante a travessia.
O mar é lindo, é do tamanho da generosidade divina é o abraço do pai em todos nós o mar é vida. É a dádiva maior do senhor diante do mar ninguém é infeliz ninguém sente dor
"Assim como uma mulher que se lança ao mar, abraçando suas ondas, ela navega pela vida com coragem, encontrando força em cada desafio."
Os desejos constantes pelo pecado são como o mar bravo, somente o poder de Deus é capaz de acalmar.
Estou olhando para a imensidão do mar neste momento e imaginando tantas coisas a nosso respeito, nem sei dizer em palavras o quanto será bom, te reencontrar meu amor.
Perde quem esconde seus sentimentos, que não os deixa correr como um rio que anseia o mar, pois amarga a falsa pretensão de ser " forte ", quando na verdade é fraco e covarde.
Atenho-me aos que tem o sorriso sincero e a alma navegando no mar da paz, quanto ao resto me blindo com a compreensão e a fé inabalável.
Vivemos ainda na infância emocional, navegando num mar de certezas inexistentes e dúvidas ignoradas, entre vãos e chão firme, oscilando.
Vou escrever um conto; ando sem inspiração, mas tenho o mar e todos os seus mistérios; toda essa coisa grandiosa e o que inventam; as sereias, os tesouros, as ilhas misteriosas, os mundos perdidos... Vou escrever um conto... eu invento um amor; uma grande paixão... algo digno de Shakespeare; alguém que renunciou a não sei o que e se entregou de corpo e alma e me espera não sei onde... vou falar desse amor, olharemos o arco-íris e a neblina primaveril acinzentando a lagoa e o corcovado. toda a melancolia dos anos dourados que repousa no passado, mas nos incomoda como uma farpa entre a unha e a carne. Vou escrever um conto... eu invento um álien meio ianque, meio soteropolitano, dançando despido na calçada de Copacabana; lembrando o hit do Caetano, ''sem lenço sem documento"; dançando um axé, um xaxado, um samba-rock... qualquer coisa entre a preguiça baiana e a esquisitice americana. Vou escrever um conto sobre amores inesquecíveis, paixões impossíveis; gente que se jogou da ponte, se revolve nas águas e seus espíritos perambulam nas praias em noites de lua cheia... quem pode entender o amor? Vou escrever um conto sobre o que não conto pra ninguém, esse pavor, esse momento delicado, que expande o pânico com o terror de chacinas e ameaça eminente que nos torna refém de milícias e nos tortura com funk de apologia à droga, à prostituição e à violência. Toda essa violência propriamente dita e a violência estarrecedora da corrupção que nos venda à qualquer possibilidade de uma luz no fim desse túnel.
És como uma Onda do Mar que chega á areia da praia e trás toda a essência para a embelezar, e depois recua devagarinho para recuperar as energias e trazer de volta todo esse encanto de ir e voltar. Como ela me ama como ela me deseja, SÓ ELA SABERÁ EXPLICAR.
"A tempestade da ansiedade ruge dentro de mim, trazendo ondas de tristeza e um mar de desânimo. Mas, mesmo no meio da tormenta, há um refúgio de calma e serenidade que me espera. Vou encontrar meu equilíbrio, acalmar meu coração e seguir em frente, sabendo que a paz está ao meu alcance."
"" O mar absorve as águas de um rio, mas não o extingue. Um dia as águas do mar serão adocicadas pela insistência do rio...""
"" Sol, mar, juventude e poesia, essa é a formula para à felicidade, ainda que a idade seja um mero detalhe...""
