Poema com mar
Dia de Ano
Barco branco no mar
no dia de ano sonhar
sorrir, fotografias na areia
brincar, nadar sereia.
Com conchas ouço o vento soprar
venta agora em algum lugar,
e lembranças na mala e no peito,
tudo junto com sonhos, desejos...
No PARALELEPÍPEDO
PARALELEPIPEDEI com os braços ABERTOS
para não cair, SONHEI que CHOVIA
GUARDA CHUVA aberto
e não tinha ninguém por PERTO
Sozinho CONTINUEI
do dia à noite passei,
Ano entra E sai
NINGUÉM VÊ MAIS...
a VIDA VOA
mas a vida ainda é MUITO BOA.
No PARALELEPÍPEDO
PARALELEPIPEDEI com os braços ABERTOS
para não cair, SONHEI que CHOVIA
GUARDA CHUVA aberto
e não tinha ninguém por PERTO
Sozinho CONTINUEI
do dia à noite passei,
Ano entra E sai
NINGUÉM VÊ MAIS...
a VIDA VOA
mas a vida ainda é MUITO BOA.
Enigma
Mar de cristais
São deles, dos faróis que brotam meus cristais....
Rolam lentamente carregando em si a forma bruta da dor, desamparo, solidão...
São cristais que brotam de meus faróis...
Ainda há luz em meus faróis, por isso nasce cristais!
Cristais frágeis e vulneráveis apesar do brilho, temo se espedaçarem…
Mantenho meus faróis voltados ao céu e assim todo cristal que deles nascerem brilham pela esperança neles contido: cristais que formados na dor, mas inundados de amor...
SolPorfirio
Armadilha em cada esquina
No ar, na terra, no mar.
Entrelaçados de astros e planetas.
A moderna maneira má.
Ultra, mega, super, magnitude maneiras de ferir, violar, escravizar.
Satélites ocultos.
Câmera e fontes milenar.
O jogo religioso, a ciência, a tecnologia, o gosto amargo do prato mais caro que se impõe a pagar.
Se Cristo diz ser fardo leve e julgo suave.
Teria uma gente, que isso desmente, colocando entrave.
Quem são e onde estão, estes que diz Cristo ser mentiroso.
Danoso, se paga dízimo o gafanho entra, se não paga ele atenta, se o desejo do coração é o bem, o homem, a vida moderna vem, induz, atraí, seduz, logo atropela como trem.
Acusadores de plantão.
Fere as crianças.
Constrói uma alienação.
Desvia e tipifica o crime.
Constrói um escravo regime.
Um sorteio.
Jogo sem freio.
Espada violenta.
Possessos meios.
Realmente nada entendo, gerar, procriar.
Vingar, humilhar.
Uma população de fatoches, zombados, manipulados.
Massacrados.
Individuos alvos.
Famílias.
Tribunal desumano, indiferença, inveja, a ganância que pede aplausos.
Giovane Silva Santos
Travessia
Eis o mar
Das águas,o espelho
Eis as águas
Águas do mar vermelho
Atrás ouvem-se gritos
Multidão saindo do Egito
Segue sem temer o revés
Guiados por Deus
Pelas mãos de Moisés
A nuvem de dia
A água da rocha
A travessia
O maná no deserto
Vara que desabrocha
Deus sempre por perto
Abra-te ,oh, Mar!
As águas formem paredes
Fenda-se oh, rocha
Sacia a minha sede
"A vida é prato recheado de peixes do mar, o homem cego pela fome, as vezes aprisionado pela mente, não resiste, traga a carne, junto o espinho que fere o homem."
Giovane Silva Santos
AUTOR : José Alves de Araújo Neto
NO MAR
Se você andou no mar
Sabe falar o segredo
Que os pássaros que voam
Sentem a sobra do medo
Quero te amar um dia
E te amar sem companhia
Para mostrar que a amo
E sempre a quero mais
Você é a minha paz
Você é quem eu queria
Quero te dizer que no mar
Onde eu ia te encontrar
Quero dizer que minha vida
Só tem sentido assim
Com você perto de mim
E os pássaros todos cantandos
numa alegria sem fim.
HÁ MAR EM VOCÊ...
Há mar em você...
No silêncio dos meus pensamentos
Comparar-te-ia ao som da noite
Sua calmaria me relaxa e me adormece
E a luz do luar me fazes sonhar.
Ilumina-me como o sol
Em cores vivas do oceano
Inexplicável tal imensidão do céu
É a vontade louca de te encontrar.
Sinto-me vulnerável como uma pluma
Na saudade desse teu beijar
Deixa-me a flor da pele
Como flecha é teu olhar.
Reticências de saudades
Condicionando-me a teus dizeres
Moras em todas as verdades
As quais quis acreditar.
Dominas-me como um decreto
Com um beijo avassalador
E nas ondas debatendo-se nas pedras
Dissolvendo-me entre espumas, desejando-te como o mar.
Andas por entre meus desejos
Despertando-me em minhas dormidas
Tentas descrever o meu despir
Sem jamais se despedir.
By Joelma Antunes.
Mundo paralelo
Aparente, latente.
Rosto, pranto.
Coração, mente.
No ar, no mar, na terra e em todo canto.
Quem vê, quem sabe, quem participa, quem sente.
Fogueira santa.
Elo sobrenatural.
Quem revela.
Quem rebela.
Quem aviva.
Quem mata ela.
Mecanismos singelo.
Luz, som, energicamente repleto.
Vozes, emoção, confusão.
Seu doutor, seu computador, diga qual a razão.
Pânico, um teatro real.
Esquizofrenia e tal.
Depressão geral.
Ansiedade quando se ativa o canal.
Quem é, quem são, onde está o laboratório desse elo.
Moderna programação.
Controle mental.
Mundo paralelo.
Giovane Silva Santos
A-mar
Amar é viver e deixar ser livre
O ódio destrói tudo ao redor
Aceitar alguém como ela é
Ser perfeito, em sua imperfeição.
Brilho de Jade
Ontem olhei o mar e lembrei de teus olhos
Uma iluminação intensa como o brilho de jade
Os sussurros que ouvia quando as águas abraçavam a praia ou tocavam nas rochas,
me faziam recordar sua voz em meu ouvido
Um tom suave
Quando sua vida se entrelaçava em meus braços,
mergulhava num manancial de vida
e adormecia no calor do sol
Sua Vida aparece num tom de jade
nas mais calmas e límpidas correntes deste mar que me faz amar...
deste sol que faz a brisa acalmar
Deste vento que faz teu sabor chegar.
Mar
Não sou o que vê
Sou o que sente
Quem busca por fora...
Não é capaz de sair da areia
Sou verso, às vezes verbo
Inverso, talvez reverso
Sou o grito em silêncio
Sou o olhar que confessa
Aprendi com o mar, a não
mostrar as minhas profundezas
Sou amiga íntima da lua
A gente brinca de dar nomes às estrelas
Sou da noite, mas acendo o dia
esperando a tarde
Me mostro, me escondo
Mar calmo, me revolto
Eu espero a noite chegar trazendo a lua
Às vezes é a lua que traz a noite
num saquinho de sonhos
Poema autoria de #Andrea_Domingues ©️
Todos os direitos autorais reservados 18/10/2021 às 09:00 hrs
Manter créditos de autoria original _ Andrea Domingues
Meu gostar da natureza
Sou das flores, assim como são os passaros. Sou do mar, assim como são os peixes, amar algo que da infinita mata dense e tropical se reveste, nada mais intristeçe se não a destruição.
Sou do campo de onde vem as culturas macondes, e da espiral e o ventre do mundo, venho do infinito que ninguem conheçe ondd nada pode ser tirado e nem perdido.
Sou uma sombra no meio da tantos arbustrus frondosos, que venha o gostar da s plantas.
Sou aquele que vive nas plantas que da planta da vida se alimenta.. Não seja incredulo a ponto de dar a natureza feito mercadoria aos comerciantes, e sim seja dele para se a sua beleza
Pra tirar de vez o mau olhar
Banho de sal grosso
Na água fria do mar
Correndo descalço a natura conecta
Sai pra rua meu parceiro
Olha a lua como é que tá
Vou cair no mar
pra energizar hoje eu vou espairecer
Essa vibe nunca vai baixar
do jeito que tá o sol vai favorecer
Vou pedir as bençãos de Iemanjá
As ondas do mar vem pra me fortalecer
Surf skate som pra somar
Uma só vibração pra geral se envolver
Poema:
Praia.
Sol radiante em meio a mañana,
com o mar e ventos que nos faz relaxar sem pressa de voltar.
Correr livremente mesmo que o suor escorra pelo corpo depois de um dia tão intenso e alegre uma queimadura na pele é só momento que esqueceremos.
Crianças a sorrir e construir castelos de areia,tentando criar um império antes mesmo de aprender com a vida a ter compromissos com o destino.
Momentos únicos que a vida simplesmente nos deixa encantados pelo tempo e encontros que nos faz pensar que cada momento se torna único.
Autor: Jefferson Almeida
"Quem nasce em terra e tem alma de mar
por mais que se nega não nega amar
as ondas se entrega,o azul lhe carrega
pro fundo do mar"
Ventos da orla
Cheiro de mar
Olhares distantes
Sem pestanejar
Se me deito eu sonho
A areia é um aconchego
O vai e vem da maré
Na ponta dos meus dedos
Passam senhores e meninos
Mulheres e meus ais
Imagino o que se pode
E o que não se pode mais
Breves anos eu passei
Suspirando a beira mar
Mas eu nunca encontrei
Um ideal pra eu amar
Só o mar me corresponde
Mas coragem eu nunca tenho
De ir lá onde se esconde
O prazer e me abstenho
Se eu réles e covarde
Se eu fraco e perdedor
Não encontro a mim mesmo
Que dirá um grande amor
