Poema Louco Insanidade Doido
É certo que a insanidade arrastará o homem a seu estado original, pois a mente e a razão não toleram a loucura num mesmo espaço. Forca dos próprios defeitos.
Minha criatividade cresce em proporção com a minha insanidade mental ou com a minha paz de espirito. Além da minha própria e forte ansiedade.
Temos visto todo tipo de insanidade ensandecida... As pessoas em boa parte, pensam com as partes baixas, ou são manipuladas pelas suas emoções mais vis. O cérebro não é bem utilizado para o bom pensamento sadio, pois de tanta "pancada"; gelatinosos estão.
Quero sua insanidade, sua paixão desenfreada, a incontrolável loucura de me ter em seus braços, seu olhar apaixonado dizendo que está pronto para permanecer ao meu lado, seu abraço protetor, seu amor! Eu quero... E você por inteiro.
"Há um excesso de sanidade na insanidade de cada pessoa tida como louca.
Loucura é quando a sanidade resolve extravasar."
“Porque te amar se resume em uma insanidade e, te querer é bem pior que isso. Te desejar me faz abrir mão de tudo, só pra ter você por perto. Afinal qual seria a graça do amor se não houvesse sacrifícios? De uma coisa eu tenho certeza. Sacrifico tudo, tudinho, pra ter você comigo. Mora em mim?”
A insanidade é uma notoriedade dos seres humanos. E a decadência da sociedade provem de tentativas desmedidas de dissimular a essência singular de cada um deixando uma rizomatose psicótica onde deveria haver a insanidade ingênua. Se não surtamos de vez em quando, surtamos de vez!
Eu ainda prefiro a masmorra a ficar agradando todo mundo. Minha insanidade pra mim é real e me abriga.
E que no meu momento de insanidade extremamente intenso, porém, eu não perca a arte de me emocionar, de não me arrepender e de me expressar. Porém, que isso tudo não atinja as pessoas ao meu redor e nem a mim mesma. Ser louca às vezes é bom, mas quase sempre cansa. Porque quando você quer um momento de normalidade, as pessoas acham que você não está bem. E bem eu sempre estou, pois reclamo de muita coisa, mas estou bem melhor do que muita gente. Reclamo demais.
Assim como o Coringa mata sorrindo com insanidade, o Batman salva com seriedade. Nem sempre um sorriso é empatia, e seriedade é antipatia!
Pensava sobre como a vida nos encanta a cada olhar desviado da nossa insanidade. Outono em Copacabana, Maeve Phaira
A vida nada mais é que uma grande ilusão, sonhada por porcos hipócritas cheios de insanidade, uma delírio constante da mente pouco desenvolvida de um ser que se denomina humano. O imenso caos que nos rodeia, cercado pelo nosso próprio excremento, que afunda com a maioria e ao mesmo tempo faz com que os grandes prédios fiquem mais altos, colocando aqueles mesmos porcos em um patamar inalcançável.
A corda da insanidade está sendo esticada até os limites do bizarro, assim cada vez acostumamo-nos com o sórdido, o vil, o torpe, o baixo, com a total emantização e "humanização". Já colhemos os frutos disso: as pessoas cada vez menos afetuosas, clamando por carinho e atenção. Vivemos cercados de pessoas, mas em pleno isolamento, numa masmorra de solidão . A escritura diz: "A maldade aumentará de tal maneira que o amor de muitos se esfriará". Mas ainda tenho fé que no âmago do espírito humano, existe uma centelha divina que precisa ser abastecida, precisa ser acesa novamente.
As doses homeopáticas de insanidade prescritas pelo secreto ser interior de cada transeunte do universo, quando no estágio telúrico, é o que salva o ser humano que necessita de doses alopatas da sua presença mental no espaço lunar
