Poema Instantes
O eclipse é a demonstração de como a lua pode ter seu brilho ofuscado por alguns instantes, mas logo ofusca os olhos de quem duvidou do seu triunfo!
Busco a quietude da alma no vazio de uma mente confusa onde a natureza me acalma e por instantes o meu olhar perdido consegue ver esse mundo que desconheço.
Somos instantes efêmeros na imensidão da existência, um sopro que se desfaz como a névoa ao amanhecer; mas, enquanto o tempo apaga pegadas, o amor verdadeiro permanece eterno na memória de quem cativamos. Por isso, ame sem medidas, viva com intensidade e deixe marcas que se perpetuem para sempre.
As dificuldades não permanecem o tempo todo, os instantes se renovam e inauguram oportunidades. Deus nos presenteia com mudas pra gente florir o jardim da vida, o que nos faz levantar com vontade de florescer. E o plantio para melhor colheita é o amor.
" Momentos...apenas instantes perdidos no tempo...silencio profundo...escolhas e arrependimentos...vagas certezas...incertezas...caminhos...encruzilhadas...começo...recomeço...ilusões...sonhos...espectativas...realidades...imperfeição...dualidades...contradições...profundidade...superficialidade...momentos...movimentos...direcionados ou sem direção...sem noção...confusão...tempo perdido...momento esquecido...momentos...vagos e confusos...abstratos...momentos...pinturas de um tempo...cores de um momento...pincel nas mãos confusas...pessoas sem estrutura...falta de caráter...momento...triste...momento..desolado...alienado...pelado...nudez de sentimento...atordoado...acabado...humilhado...momento...final."💥
Fazer de pequenos instantes obras-primas do ser ontológico, requer base para se tentar alcançar no seu íntimo o ser máximo, o dito invisível, o suprassensível
Eu cometi a loucura de ser normal por alguns instantes, não gostei,voltei a ser quem sou,por isso danço sozinho,a música que eu ouço, e ninguém escuta.
Quando minha mente se perde, ainda que por breves instantes, os pensamentos se tornam lâminas que cortam por dentro. No silêncio que a noite veste, o tribunal interno desperta, cada lembrança de derrota, uma acusação sussurrada, condenando meu valor, pedindo que me renda à sombra. É um ciclo que me aprisiona, uma dança de espectros onde a vigilância torna-se escudo e lança, uma vigília eterna para deter o veneno antes que ele corrompa o último lampejo de luz.
"... nos instantes de volúpia quando, no êxtase do g0zo, o homem perde consciência do mundo exterior e, na expressão popular, "morre no outro". Isso significa que a morte e o amor têm uma estreita semelhança."
