Poema Infantil sobre Viajar pela Leitura

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Acordo com o teu nome na cabeça, antes de fixar o pé no chão, lembro do tempo em que nos procurávamos. Qualquer mensagem era um
assunto que nos aproximava.
Era uma época em que viver por miragens já não se bastava. Porque no meu deserto tu eras oásis.

Inserida por Vinischuartz

NADA SEI

Mais um dia, e de novo aqui estou eu
Tudo esta sem sentido, nada parece fazer diferença...
Sinto falta do que ainda não tive, sinto falta de ter seus braços em mim...

Mais um dia, e de novo nada está certo
Tudo parece nada e nada continua sendo nada
Sinto falta de você, sinto falta do seu respirar...

Onde esta tudo?... Onde esta o ar que me ajuda a respirar?...
Onde estão meus sonhos?... Nada sei.
Como cheguei até aqui?... Como deixei você fugir?...
Como deixei você escapar das minhas mãos que hoje nada seguram?...

Onde você esta?... Onde esta tudo?...
Nada sei... Somente sei que perdida estou...
Um grande mar de nada se forma ao meu redor que não me leva de volta até você...
Só me sinto afundar cada vez mais em suas areias...

Mais um dia, e de novo aqui estou eu...
Tudo parece sem fim, e nada parece acontecer...
Sinto falta de algo que não sei... Sinto falta de mim...
Onde esta?... Onde esta tudo?... Onde estão meus sonhos?...
Nada sei... Somente sei que não sei onde estou...

Inserida por marianadesouza

Se pudesse o menino pularia
corda
com a linha do horizonte,
se deitaria sobre a curvatura
da Terra
para sempre e sempre
saudar o sol,
encheria os bolsos
de terra e girassóis.
Mas chove uma chuva
fina

e o menino vai até a cozinha
fritar ideias

Inserida por pensador

Um Canto na Aurora

⁠Um relâmpago no céu noturno
Ilumina o caminho inseguro,
Sob o tempo mais soturno
O pensamento teme o futuro.

A espera é pela manhã chegar
Para que tal apresente algum alívio,
A esperança está na tempestade cessar
E seguir sem nenhum sonívio.

O deleterio recôndito dispensado
Já não pode aludir e contagiar,
O pássaro da aurora despertado
Fez seu canto para o céu clarificar.

Todo pretérito acuou-se na soleira
Em resultado do interlúdio ambientado,
No tempo corrente não é coleira
Apesar de arquivo a ser consultado.

No lume abastecido de percepção
Uma presença é reconhecida,
É o pássaro auroral na recepção
Que canta dando boas vindas.

William Contraponto

Existe um olhar diferente,
A tudo e á todos
Não imagino uma pessoa ínfera á outra,
Somos pedaços,
E nada nos leva a pensar
Que não exista...

Pessoas distintas a cada olhar,
Pessoas distintas a cada pensar,
Pessoas distintas a cada andar,
Pessoas distintas a cada falar,
[...]

Sem dúvidas,
realmente somos diferentes,
Por formas e pelas variáveis feições,
E ao mesmo tempo somos iguais,
Por dentro,
E essa igualdade não nos
fazem pensar que não exista...

Momentos distintos a cada pessoa,
Atitudes distintas a cada pessoa,
Personalidades distintas a cada pessoa,
Cada pessoa distinta a cada pessoa,
[...]

Nem somos forçados a existir,
Muito menos a resistir a essa oposição,
Se não consideramos o Deus
Nossa grande salvação,
Não seremos diferentes,
Não seremos distinção
[...]

Inserida por SegundoEle

A saudade é a ponte pro passado que se faz presente.
É o olhar pra trás, pra quem se fez ausente.
É o não mais ter, mas que se sente.
É o incansável buscar de boas memórias, criando novas
Que Não aconteceram antigamente.

A saudade é o sentimento das lembranças
A morada da esperança
Que de tanto pensar nela, talvez
O passado se faça presente novamente.

A saudade é o que te aproxima do amor correspondido
Do que foi dito e do que não foi.
Do que foi vivido e se foi.
Saudade do que viveu, saudade do que nem foi seu.

A saudade é tua amiga
Companheira do dia a dia
Insistente necessidade de sentir
O que o passar do tempo levou de ti.

Mas a saudade é tua inimiga
Te pega, consome e te afligia
É o que te cega pro presente
E te torna inexistente
Por só saber viver por quem está ausente.

Inserida por babibedani

PALESTINAMOR
Queremos la pAz
Uamor habitado
Quieremos
la seguridad de la vida
Humana entre ela mundo

Inserida por muiecolores

Quando eu te conquistar
Vamos pegar os passaportes
E voar

Vamos pegar nossos botes
E pelo mar de Tenerife navegar
Chegar à cidade luz
E por ela passear

Passar pelos castelos da Croácia
Na Capadócia, em Instambul
Viajar o resto do mundo
Seja no norte ou no sul

E então chegar à graciosa Itália
O melhor país do mundo
E por lá se fixar

Passar por Turim, Nápoles
Chegar à Roma, Veneza
E em todas essas metrópoles
Adimirar sua grande beleza

Inserida por pedro_almeida_5

O poema ensina a cair
sobre os vários solos
desde perder o chão repentino sob os pés
como se perde os sentidos numa
queda de amor, ao encontro
do cabo onde a terra abate e
a fecunda ausência excede

até à queda vinda
da lenta volúpia de cair,
quando a face atinge o solo
numa curva delgada subtil
uma vénia a ninguém de especial
ou especialmente a nós uma homenagem
póstuma.

Poema eterno

Te amo além de mim
Além de tudo que se vê
Sobre todas as coisas
Sobre todo porque

Amor além do fim
História sem o meio
Sobrevive ao infinito
Além de tudo creio
Que de todos é o mais bonito

Poema Sacana

E o leve toque das suas mãos sobre o meu corpo,
Causa-me arrepios...
Percebo que não tem mais jeito,
a minha instabilidade já está por um fio

É quase inevitável me entregar...
Mas se eu for...
não sei se saberia voltar!

Suas pernas se entrelaçam as minhas,
minhas mãos exploram sua anatomia,
sinto teu cheiro e a textura da sua pele macia

Tenho receio!
tenho medo de me entregar...
se me deixo levar em desejos,
não sei se saberia voltar!

O calor do meu corpo aquece o seu,
o calor do seu corpo incendeia o meu...
É fogo ardente em desejos a me queimar!

Pronto fui!
me deixei levar
agora que aqui estou
desejo nunca mais saber voltar.

O poeta e o poema

Dói meu poema em mim nos seus dois nascimentos:
sobre o papel, dentre em meu peito.
Ele me investe, á enfrentamento,
demônio feito

essa criança a quem se atira fora, ao lixo,
com tanta raiva e rejeição!
Rapta meus versos, só capricho:
São meus ou não?

Dói meu poema em mim no curso da escritura
pois que não quer minha lição.
Para ele eu sou escória pura:
lesma do chão.

Eu me pergunto quando irei compreendê-lo,
trazendo o ritmo seu comigo.
Tenho rigores ou desvelo
de um cão amigo.

Trata-me qual vilão: para que serve o poeta
se é bom sem ele o verso e a rima?
Eu sou a presença indiscreta:
Risque-se em cima!

Dói-me menos o poema uma vez instalado,
definitivo, bem nutrido,
e o meu humor fica acalmado
ao tê-lo lido.

Aceito-o, ele me aceita: uma doce harmonia
deverá, creio, vir à cena.
Tudo de ambíguo se esvazia:
Que paz serena!

Temos de juntos ir à conquista da meta,
deste vasto universo, ousados
pois o poema e o poeta
estão vedados.

Alain Bosquet
Um dia após a vida, 1984

Fazia eu ao Senhor a minha oração
Deus, por seu anjo, pediu-me
um poema sobre as Belezas
de toda a Criação

Quando escrevi falando do Sol,
Senti Suas mãos me aquecendo

Ao falar da lua
senti Sua ternura me envolvendo

Falando eu dos animais
sentia-O me embalar como a uma criança

Falando das árvores e das flores,
senti Seu sopro de esperança

Falando das águas,
senti Seu mergulho em mim
com Seu mistério a me proteger

Falando do céu
senti Seu azul a me acolher

Falando do fogo
senti Sua chama purificando-me o ser

Falando do ar
senti Seu sopro divino a renovar meu viver

Terminado o breve poema
Apresentei-Lhe tudo quanto escrevi
Ouvi-O então dizendo:

"Prossegue, Tu não falaste de Ti"

(D.A)

Pequeno poema sobre você

Quando Deus criou a flor
Deu teu nome e a chamou de amor,
Roubou de teu perfume para compartilhar,
E assim do teu encanto fez a beleza rara da pétala.
E assim toda vez que respiro o jardim da vida,
Lembro de ti, do teu amor, que me conquistou.

⁠UM POEMA SOBRE UM LUGAR

Como eu odeio você
desde quando eu cheguei
como eu odeio você
todo dia quando acordo
lembro que odeio você
e vou dormir todos os dias
ciente de que odeio você

você nunca me deu valor
desde quando eu cheguei
você não me quer aqui
todo dia quando acordo
eu não pareço com você
e vou dormir todos os dias
ciente de que odeio você

Me expulse de imediato
você nunca me deu valor
eu não sirvo pra sua mitificação
você não me quer aqui
na verdade é recíproco
eu não pareço com você
como você lidará com isso
ciente de que odeio você

se a geografiaé um acaso
me expulse de imediato
eu não penso como você
eu não sirvo pra sua mitificação
Seu pensamento é oblíquo
na verdade é recíproco
Como você lidará com isso
ciente de que odeio você

⁠Tema

És oTema sobre o tema;
És o meu campo florido.
Então, monto para ti esse poema.
Tua imagem inspira-me as mais doces canções.
Não sou semente,
Mas faço brotar flores em tua alma.
E quando elas desabrocham,
As pétalas caem sobre o teu corpo.
Saibas que és o meu alento, o meu estímulo,
A ilusão que germina sobre mim.
Adoro quando passeias em meu corpo, levando-me a um frenesi de desejos.
Pétalas de jasmim, odor que exala de teu corpo.
Amo-te como o beija flor ama as rosas.
Por você,
Minha vida se tornou esse imenso e colorido jardim.....


Autor:Ricardo Melo
O Poeta que Voa

⁠Fado pecador

Sobre as asas de um poema sedutor
Uma sensação voando da inspiração
Trazendo em seu canto tanto primor
Paixão, agrado e a sorte no coração
Sobre as asas de um poema maior
A poética tão enroupada de emoção
Prosa que leva seu cântico de amor
Desbotando a saudade e a solidão

Ah! fado pecador: - perdão na falha!
Aquele escasso que sonhei e secou
Tal a aridez do cerrado acinzentado
Fez-se craquelado, versos na palha
Quebráveis, dum pouco que sobrou
Agora, sonhos se foram. É passado!

© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
26 fevereiro, 2024, 19’51” – Araguari, MG

⁠Sobre amores, poemas e vinho...

O amor é como um poema impossível de explicar;
O poema é como um vinho com aroma peculiar;
O vinho é amor e poema engarrafado, basta saber apreciar.

Diversidade das Cores


"A vida se torna um poema, escrito com as tintas da alma, sobre um papel velho e manchado."


Frases

🌿 Poeminha Fresco


Bolo de chocolate no dedo,
levo à boca em segredo,
ouvindo o poema sobre
a cadela da Priscila.


Risos ao redor, conversas em paralelo.
Onde estou?


Buscando palavras
para descrever o que vivo esta noite.


Os grilos cantam, os pés do José balançam,
pessoas aplaudem timidamente
o poema de Rubem Alves.
Afinal, não era sobre
a cadela da Priscila.


A Márcia conta como foi
o primeiro dia em que recebeu Serena —
que tem nome e sobrenome de gente!


A música... o mar serenou na areia,
começou a ser entoada,
e Clara Nunes lembrada.


Barbatuque em Maringá,
e a Márcia querendo trazê-los pra cá.
O FETACAM está chegando,
e todos já ansiando.


Assuntos diversos compõem,
com músicas e poesias,
uma linda noite de sarau.






_KM_






Karina Megiato
22h32 • 11/10/25