Poema Infantil de Vinicius de Moraes
Poema
Eu era apenas admirador das estrelas da lua até do sistema solar
Só que quando vi ela pela primeira vez minha mente veio admirar apenas a beleza dela, ela não andavam ela desfilava quando mas lá andava mas o perfume dela fica exalado no ar.
E o pequeno admirado da natureza e dos sistemas solares, passou admirar a beleza daquela simpatica moça .
Poetas e poesias
Quero ouvir Vinicius,
Sentir Castro Alves,
Pensar, Augusto dos Anjos e Tomé Varela,
Quero ver Camões, Márcio Catunda,
Ver pensamento ouvir sentimentos.
Poetas anônimos, poetas sem pseudônimos,
Quero ver o coração e a razão.
Eloquente indecente.
Quero ouvir, quero sentir.
Poetas consagrados, poetas desolados.
Quero ouvir seu coração.
Onde está a literatura?
Fernando Pessoa, Francisco Carvalho.
Onde esta o cordel?
Poetas desolados por falta de poetas.
Anônimos e sem pseudônimos.
Falta poesia para a falta de poeta.
Tenho Alma de Artista
O lírismo de Vínicius me Seduz
Morreria ao ter que escolher entre o Jazz e Blues
Me embriagaria de vinho discutindo Tarantino
Possuo a ironia de Chaplin
E a irreverência de Piaf
Construo imagens irreais como Van Gogh
E Pinto cenas de Almodóvar.
Sou inconstante como Morrison
E eterno como os Beatles.
Tenho sonhos intangíveis como Clarisse
E inovadores com Bowie
Sou surpreendente como Hitchcock
E apaixonante como shakespeare.
Eu queria ser Vinícius
Com a inspiração do haver,
Poemas, sonetos e baladas
E sem nunca perder o tom
Falando sobre idílios e exegeses,
Fazendo samba, falando de amor
Com toda a antologia poética
Pela luz dos olhos teus
Me entrego ao amor total
E de te amar assim, muito e amiúde
Vivo a conjugação da ausente.
Ah, se todas fossem iguais a você...
Te busco sempre e tanto,
Para viver sob os teus auspícios,
E, de repente, não mais que de repente,
Eu queria ser Vinícius
Desabafo
Faço varias frases legais para todos os momentos, mais ninguém as usa...
Vinicius Leal M da Silva
01/10/12
Manha de Sabado
Escrevi um poema nunca
tinha escrito antes
escrevi-lo na areia para que o mar
apagasse num instante
Toda saudade de voce
Subi pedras, ralei joelhos
mas nao esqueci o apelo
que vi em seus olhos
nas ondes em espelho
Pisei conchas ásperas
a espera de esquecer
nao teve jeito
tive que parar e escrever
Poema de Pandemia
Quem dera fosse pandemia de poema
pra que tudo fechasse de saudade
e reabrisse em alarde
pra comigo te receber
Quem dera o onibus parasse
na despedida, no beijo de saída
coração em furor
Quem dera fosse minha essa
Essa falpandemia
Contaminaria em beijos
transmitiria em abraços
todos os meus desejos viraria um virus pra te
matar
te enfebrar
de amor
Soneto de Intimidade
Nas tardes de fazenda há muito azul demais.
Eu saio às vezes, sigo pelo pasto, agora
Mastigando um capim, o peito nu de fora
No pijama irreal de há três anos atrás.
Desço o rio no vau dos pequenos canais
Para ir beber na fonte a água fria e sonora
E se encontro no mato o rubro de uma amora
Vou cuspindo-lhe o sangue em torno dos currais.
Fico ali respirando o cheiro bom do estrume
Entre as vacas e os bois que me olham sem ciúme
E quando por acaso uma mijada ferve
Seguida de um olhar não sem malícia e verve
Nós todos, animais, sem comoção nenhuma
Mijamos em comum numa festa de espuma.
Assim como o oceano
Só é belo com luar
Assim como a canção
Só tem razão se se cantar
Assim como uma nuvem
Só acontece se chover
Assim como o poeta
Só é grande se sofrer
Assim como viver
Sem ter amor não é viver
Não há você sem mim
Eu não existo sem você
APELO
Ah,
Meu amor não vá embora,
Vê a vida como chora,
Vê que triste esta canção.
Não, eu te peço não te ausentes
Pois a dor que agora sentes,
Só se esquece no perdão.
Ah, minha amada me perdoa,
Pois embora ainda doa
A tristeza que causei.
Eu te suplico não destruas
Tantas coisas que são tuas,
Por um mal que eu já paguei...
Ah, minha amada se soubesses
Da tristeza que há nas preces
Que a chorar te faço eu,
Se tu soubesses num momento
Como arrependimento
Como tudo entristeceu.
Se tu soubesses como é triste
Em saber que tu partiste
Sem sequer dizer adeus...
Ah, meu amor tu voltarias
E de novo cairias
A chorar nos braços meus
Perder tempo em aprender coisas que não interessam priva-nos de descobrir coisas interessantes.
Se você sabe explicar o que sente, não ama, pois o amor foge de todas as explicações possíveis.
Nota: Autoria não confirmada. Possível paráfrase de trecho do livro "O Avesso das Coisas - Aforismos", de Carlos Drummond Andrade.
...MaisEterno é tudo aquilo que vive uma fração de segundo mas com tamanha intensidade que se petrifica e nenhuma força o resgata.
Ah o amor... que nasce não sei onde, vem não sei como, e dói não sei porquê.
Nota: Trecho adaptado de soneto de Luís de Camões.
O sucesso nasce do querer, da determinação e persistência em se chegar a um objetivo. Mesmo não atingindo o alvo, quem busca e vence obstáculos, no mínimo, fará coisas admiráveis.
Costumamos dizer que amigos de verdade são os que estão ao seu lado em momentos difíceis... Mas não! Amigos verdadeiros são os que suportam a tua felicidade! Porque em um momento difícil qualquer um se aproxima de você. Mas o seu inimigo jamais suportaria a sua felicidade!
Sentimos saudade de certos momentos da nossa vida e de certos momentos de pessoas que passaram por ela.
Nota: Trecho adaptado do livro "O Avesso das Coisas - Aforismos", de Carlos Drummond Andrade.
Você é quem decide o que vai ser eterno em você, no seu coração.
Deus nos dá o dom de eternizar em nós o que vale a pena, e esquecer definitivamente aquilo que não vale...
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