Poema Infantil de Vinicius de Moraes
E mesmo quando eu estiver irritada, chata, orgulhosa, infantil e falando coisas sem pensar... Desculpa os meus erros, é que as vezes por te amar demais acabo exagerando... É que eu apenas quero te fazer feliz!
...E a cada decepção comigo mesma no meu incansável e infantil ato de quebrar qualquer coisa que comece a brotar dentro de mim por outro alguém, eis que percebo: Talvez eu não saiba mais como amar...
Há algo de infantil na ideia de que outra pessoa tem a responsabilidade de dar objetivo e sentido a sua vida
Esse negócio que toda patricinha adora um vagabundo é uma ilusão infantil, mulheres inteligentes almejam se relacionar com pessoas que venham para somar, multiplicar.
Engraçada: “Muito infantil” Quieta: “Deve ser emo” Fofa: “Simpática demais, deve ser falsa” Sincera: “Aff, que grossa”. E aí, decide né?
Não Ignore, não seja infantil com quem quer ver o seu bem. Um dia pode ser que elas não estejam mais lá. E você ficará com a sua Ignorância como companhia.
E é esse nosso amor imaturo que está me matando por dentro, ele é infantil e egoísta, me faz tão feliz e um segundo a mais pode me fazer triste, não posso te julgar, queria poder mandar em você e dizer que quero ser amada, somente isso, sem cobranças, sem brigas, sem nada; só quero o seu amor, por que é tão difiícl assim? Vem, segura na minha mão, vamos crescer juntos, vamos aprender juntos, se você cair na longa estrada da vida eu faço questão de te ajudar a levantar, tudo bem, as tempestades vão aparecer, não vou te prometer que tudo é paz, mas vem comigo, vai passar, contigo ao meu lado tudo é paz, me faz sonhar, me faz feliz, ao menos uma vez!
Irônico é um padre gritar no meio de uma maratona infantil: "Quem chegar por último é a mulher do padre!"
Atitudes infantis todos nós temos, agora agir de forma infantil 24 horas por dia torra a paciência de qualquer um!
O ódio é tão in.gê.nuo quanto qualquer outro sentimento absoluto. O odiar é inseguro, infantil, temperamental e, acima de tudo, temporal.
Brincar com os próprios problemas, não é que eu seja infantil e não leve a vida a sério. É a vida que as vezes duvida da minha capacidade de enfrentá-la da melhor forma possível.
Meu jeito de gostar é assim, infantil, exagerado e maluco. Gosto de ponta cabeça e do avesso. De cima da nuvem e debaixo da árvore. Mesmo que o sol esteja ardendo, queimando a pele. Mesmo que a chuva seja só de lágrimas. Não se assuste, então. Se o meu gostar correr pelos labirintos da alma e te florir em poesias banais. Em versos ridículos e sem qualquer sentido.
É muito fácil para os seres humanos se tornarem adultos, mas sempre ter um coração infantil que torna tudo alegre não é uma tarefa fácil.
Se quiser pode brincar de amar, só não brinque com o meu coração pois ele ainda é infantil e acredita nos seus planos.
Violência gera mais violência, então tenha consciência.
Abuso infantil, maus-tratos a animais, como o ser humano pode ser capaz?
E lá, bem no fundo, eu sempre fui aquele medo infantil de errar, de perder as coisas por um descuido. E, talvez por ironia, eu sempre acabo perdendo mesmo, quem sabe por excesso de zelo. Olhando pra trás eu só consigo contemplar ruínas de sonhos gigantes, que nunca consegui tirar do meu sono e trazer pro mundo dos acordados.
O mais intrigante nisso tudo, é que aqueles destroços e cacos ainda brilham, como se pudessem voltar à vida em um simples estralar de dedos, e eu sorrio, um sorriso meio que triste, admito, mas sincero, e por instantes eu imagino como seria se tudo voltasse a se erguer, aí eu paro por um momento, e concluo que o que passou, passou.
Nada volta, por mais que ressuscite por alguns minutos, não pertence mais ao presente. Se passou tem que ficar no passado. Naquele cemitério lúdico de sonhos intermináveis, bonitos e felizes, mas que sempre serão sonhos, e nada mais.
Quadro infantil
Eu chorei por não ter sapatos
pra calçar,
nem brinquedos para brincar,
nem livros para estudar.
Depois eu percebi que meu vizinho -
- uma criança raquítica e triste -
não tinha mãos para os brinquedos,
não tinha olhos para os livros,
não tinha um pão para comer,
não tinha u'a mãe para afagá-lo.
Então eu recolhi meu choro,
Olhei papai, beijei mamãe,
e nunca mais eu quis chorar.
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