Poema Infantil de Vinicius de Moraes
A brisa é aquele vento suave
que nos convida a navegar
rumo aos nossos objetivos.
Não raramente,
deixamos essa brisa passar.
E quando isso acontece,
é a tempestade
que acaba nos forçando
a sair do lugar.
Ainda mais eu que tenho crise social
Não gosto de lugares grandes, barulhentos e com muitas pessoas
Me sinto perdida
Meus olhos não sabem no que focar e acabam ficando cansados de tanto procurar
Meus ouvidos não sabem em que som se concentrar
E derepente fica difícil de respirar
Não é o que se junta, mas o que se espalha.
Não se trata de tudo que estamos dispostos a ensinar, mas o quanto estamos dispostos a aprender.
Não são os louros colhidos, mas as flores lançadas.
Não são os aplausos do público, mas os abraços dos íntimos.
Pegue suas lembranças boas
Enterre no seu coração,
pois só lá que vão continuar existindo.
Sua vaidade não tinha limites,
você vivia em seu mundinho imaginário.
Vivendo de falsas alegrias,
vivendo longe de todos,
vivendo falsos momentos.
Assim mato minhas ilusões
e volto a sorrir para um mundo verdadeiro,
onde homens matam homens para provar que são mais fortes.
Um mundo em que seus próprios habitantes o destruíram por causa de sua ganancia e totalitarismo.
Minha missão é protege-la de tudo
proteger até de si mesma.
Não posso falhar,
os humanos falham muito eu também,
mas com ela não vou falhar.
Confusas minhas que só os loucos entendem,
minhas essas loucas palavras.
Palavras as vezes que poucos loucos entendem.
''Vivo feliz neste mundo infeliz''.
Ironia da vida falar está frase entre aspas.
Exagerada toda vida, sim... sou eu, sempre fui do tipo que se ama,a ama mesmo, sabe, não consigo esconder nem ter falsos amores e valores, grito meus sentimentos, vistos que sempre puros e verdadeiros... não tive muitos amores, mais estes q me tiveram sem dúvidas foram amados e muito amados, nunca ouvi dizer que amor se acaba, quando ele é verdadeiro, continua vivo mesmo que seja só em uma lembrança, uma música, um sorriso despercebido! Eu sofro muito por gostar demais e tá hoje não encontrei quem compartilhasse esse sentimento comigo, as pessoas pra mim não são facilmente substituídas. Eu me apego demais as pessoas, e sim, sofro com isso pois vivo num mundo onde pessoas descartam pessoas, não tenho muitos amigos, mas tenho os melhores... Não sou perfeita e estou longe de ser, aliás onde mora a perfeição... sabe nem quero saber! Só quero ter a certeza de que estou seguindo meus instintos, meus princípios meus valores, amando, sofrendo e tendo forças para amar novamente, sorrir novamente... Mas sendo sempre Eu, para que no final eu não me arrependa de nada, e que eu possa dizer que valeu a pena sim, e eu nunca deixei de ser EU!
A.M.A
30 dias pros meus 22!
E daí então você resolve gritar
tão alto que ardem os tímpanos do senhoril ao lado
tão absurdamente agudo que caem vidros fragmentados
no chão você vê sangue
vê desespero e agonia
entendera agora o motivo
estava aprisionada, era assim que se sentia
Alguns a julgaram como insana
mas somente uma se preocupou em saber
não era brincadeira, queria mesmo resolver
se aproximou e com voz calma, enfim perguntou
está livre de teus medos
teu passado e tuas mentiras
está realmente livre de teus impudicos pensamentos?
Momentos passam mas tua resposta é silenciosa
sabia que ela estava certa
e ficou perplexa com essa descoberta
as palavras exatas sumiram pela atmosfera
e só conseguiu dizer "Não sei!"
pensou consigo: " Como posso enlouquecer com algo
que nunca, nem ao menos reparei?"
Não era isso o que a moça lisura queria escutar
mas sabia que era verdadeira
libertou de si mesma essa visão de prisioneira
não precisava de escândalos
nem loucuras ou intrigas
precisava de alguém com audição aberta
para que pudesse ser ouvida
Toda ansiedade para logo sair voando
começou a aquietar, aquietando e aquietou
foi aos poucos vencendo o que há tanto tempo, a perturbou
mas como não encontrava uma saída
decidiu por ora, se desesperar
dias e noites em claro, só planejando
o que fazer para ser livre e se soltar
Quando voltou em sã consciência
quis fazer de novo, diferente
quis limpar a alma, o coração e a mente
essa mulher, agora tem liberdade
pra dizer o que pensa e ser o que quiser ser
se antes era insegura e agia por impulso
hoje é aquela que deixa o fluxo da água, correr
“E quando me dei conta,
Estava ali parado, inquieto, calmo e turbulento...
Era só de um abraço apertado que eu precisava, ou só queria.
Era só algumas palavras que eu queria, ou precisava ouvir.
Eram tantas coisas que eu só fiquei ali, parado, calmo e turbulento!”
Dance, dance, dance
Dança é arte, é terapia, é poesia...
Momento em que o corpo e alma se encontram
Dança sem corpo não existe, corpo sem alma não é dança
Não importa o ritmo... valsa, tango...
Dança é magia que transmite o sentimento puro
Dança é mais que paixão que surge no inverno e evapora no verão
Dance, dance na chuva ao som dos trovões sem receio de molhar-se
Dance como se ninguém pudesse vê-lo
Como se o céu fosse na terra e as estrelas holofotes do palco
Dance sem medo de errar o passo Simplesmente dance para expressar o que sente
Dance só ou acompanhado, mas seja inteiro e não pela metade
Embriague-se de dança, não para esquecer a vida, mas para lembrar que ela existe
Dance, dance, dance
Mera poesias
Esse amor que consome a alma
É mais fortes que o sol ao meio dia
Suas letras alimentam minha fome
Seu ciúmes alimentam a relação
Sou o fogo que queima o seu corpo
A água que sacia a sua sede
Sua diaba fonte de inspiração
Mulher de olhar lindo e sorriso angelical
Do passado fomos despidos de ilusões
Paixões de outrora hoje mera poesias
Escritas em papel de seda
Que o tempo se encarregou de amarelar
Confidente
Da minha janela
Olho para além do céu estrelado
Contemplo a lua cheia
Linda e radiante
Estás tão distante
Ao mesmo tempo
A sinto tão perto
E não posso tocar-lhe
Lua, lua, lua
Não contes
Meus segredos
Que a ti são revelados
Sei que me compreendes
Minha eterna confidente
Que acalenta minhas
Noites inacabadas
Quem me dera
Quem me dera voar como a águia... esquecer que ao longo da vida perdi algumas penas e outras que foram arrancadas
Quem me dera contemplar a aurora do amanhecer a beira de um penhasco onde nasce a flor rainha do abismo
Quem me dera sobrevoar o oceano acima das nuvens escuras onde o céu permanece azul e o sol radiante
Quem me dera despender das velhas penas, bicos e garras curvadas e voar sem destino pré definido
Quem me dera cruzar o céu ao som da brisa suave, bailar e cantar a mais bela canção
Quem me dera alçar voo ao seu lado sem olhar para trás... pois o universo é pequeno e a vida curta demais
Quem me dera, quem me dera
Se permitir abrir suas asas
Se permitir ver a vida além do horizonte
Se permitir um novo caminho
Se permitir uma nova história
Se permitir voar ao meu lado
Quem me dera, quem me dera
Amor, amor, amor
Será que o amor existe?
Ou apenas em poesias e contos de fadas?
Se existe, porque ele é efêmero?
Porque o amor machuca?
Será que o amor é para todos?
Ou poucos para o amor?
Talvez o idealizo demais
Tipo Romeu e Julita
Amor eternizado por shakespeare
Amor, amor, amor
O que será o amor?
Tangível, intangível, louco, sublime...
Amor que nos eleva
Ao céu e ao inferno
A confiança e a dúvida
Amor que as diferenças atraem
Com o tempo as diferenças
Questionam o amor
Mesmo com tantos questionamentos
Me pergunto o que seríamos de nós
Se não existisse o tão questionável amor
O amor que nos eleva
Ao céu e ao inferno
A confiança e a dúvida
Amor, amor, amor
Será?
É madrugada
A lua sussura-me algo
Porém o vento dispersa as palavras no ar
Não permite que eu as ouça
Será que a lua também conversa contigo?
Diz-lhe o quanto te amo...
Diz-lhe que nas madrugadas corro para a sacada imaginado que está vindo ao meu encontro...
É madrugada
A lua sussurra-me algo
O vento já não se importa
Meu coração chora ... chora a sua ausência
Me diz
Reamente existe ou será fruto da minha imaginação?
Nos meus sonhos és tão real
Do nada invade minha mente, meu coração, minha alma
Por onde andarás ... sinto que existe em algum lugar
Quem sabe vagando em algum relacionamento vazio e exausto de me procurar
Tenho te procurado a cada segundo, dias, meses e anos
Meus dias e noites são longos e vazios
Despertar é doloroso e adormecer traz um breve descanso da procura implacável por você
És tão real quanto o vôo de uma águia
e abstrato como a brisa do mar
Nos meus sonhos, sinto que está chegando...
Reamente existe ou será fruto da minha imaginação?
Me diz
Sentimentos adormecidos
Antes da estrela do dia acordar
Abri asas em voo solitário
Rasguei penhascos e oceanos
Em busca do tudo em busca do nada
Alimentei-me de outrora esquecida entre nuvens escuras
Bebi o cálice amargo do abismo entre nós
Seu nome ecoou através de gritos sentidos
Acordando lembranças de outros tempos vividos
Solitária como águia fiz do deserto morada
Icebergs aqueceram minha alma gelada
Sonhos guardados deslizaram entre os dedos
Caíram sem chance de serem alcançados
No peito coração partido batia o pranto da dor
Nos lábios o canto cinzento sufocou o canto da fonte
O véu que abraçava o silêncio dissolveu com a voz do trovão
Acordando raios que iluminaram sentimentos adormecidos
BR 232
Nessa BR dois três dois
Muita gente vai e vem
A estrada tem saudade
E quem passa nela também
Pois quem fica sente falta
E quem vai deixa em alguém
(Jefferson Moraes)
Arcoverde, Pernambuco
07/07/2014
Quase dez horas da noite
Num sítio perto do Ambô
No chão, sanfona e forró
No céu, a bela lua de hoje
No peito, a força do coice
Que a saudade vem dando
Só me resta ir lembrando
De quem não está comigo
No frio, falta-me o abrigo
Do abraço de quem eu amo.
Dor(mente)
A dor que guardo na mente
Debruça-se sob meu peito
Com tanta força dum jeito
Que já ficou foi dormente
Mas meu medo, tão perene
Não é que venha formigar
Mas que de tanto esperar
Ele se acostume parado
E meu fim chegue calado
Antes mesmo d'eu te beijar
(Jefferson Moraes)
01/08/2014
Olinda, Pernambuco.
Gaveta
Qual fim levou as lembranças que em ti deixei?
Talvez jogaste-as na primeira gaveta
E trancando-as com duas voltas e meia
Vislumbrastes esquecer-me por escassez...
Seja sincera, achastes mesmo, desta vez
Que expulsar-me-ia desse teu coração?
Tire-me da gaveta e guarde a solidão
Porque ela sim merece o esquecimento!...
E pra nós dois, que tal o renovamento
De tudo isso que ainda será recordação
(Jefferson Moraes)
Olinda, Pernambuco
26/08/2014
Açude
Lembro-me daquele açude
Lá no sítio de tia Maria
Onde a água refletia
Meu rosto com plenitude
Lá estava a juventude
Que nunca mais revivi
Só me restou, por fim
A pior das crueldades
Me banhar com a saudade
Que a gente sente de si
(Jefferson Moraes)
10/09/2014
Olinda, Pernambuco
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