Poema Falado em Lacos de Familia
O presente
Não veio embrulhado, tão pouco com laços vermelhos.
De relance não dava para considerar como um presente.
Passou-se o tempo e ele ainda estava intacto. Ali,
Esperando ser aceito, desvendado. Mas ali também
Permaneceu. E como numa epifania compreendi;
Aquele mimo era pra mim. Eu era a destinatária,
Deus, o remetente. Desde então meu riso é constante.
Humanidade tola,
prefere criar inimizades
do que criar laços verdadeiros
e garantir futuros apertos de mãos.
ANGOLA
A (Angústia é a marca que sente-se na pele dos teus filhos)
N (Nossos laços sentem o balouçar das tuas emoções)
G (Ganância ainda é visível nos olhos de quem nos governa)
O (O orgulho que temos por ti, nos faz vencer a cada dia)
L (liberdade conquistamos em cada acordar da esperança)
A (Apesar das injustiça, nós te amamos Angola)
"Desfiz os nós para criar laços e descobri que a vida é mais gostosa quando se tem a liberdade de fazer suas próprias escolhas."
-Aline Lopes
Natal é presença e não presente
é reunir-se com sua gente
trocar abraços, reatar laços
transmitir paz e alegria em abundância, ser a própria esperança
é ser presente sem preço, que tem muito mais apreço por ser repleto de valor
não há custo a ser pago, pois é simplesmente amor.
Amor, solução de todos os conflitos
Por quem tendes vós afinal
Laços feitos, nós engasgados?
Das roseiras do vosso quintal
Perdoais aos espinhos os pecados?
Que passarinhos do vosso beiral
Saciais de braços cruzados?
O amor que se dá, é o que fica
Do que se partilha e abdica.
Tempo, esse devorador avarento
Do amor baptizado de intemporal,
Que os anos tingem de cinzento
O que já foi da cor da cal.
Para remediar tal desalento
E a cor da neve ser a final,
Candeias iluminem o que definha
A branca neve, a vossa e a minha!
Amor de mãe, pai ou conjugal,
Do estranho ao parente,
Amar o próximo é igual
A concertar o gemido doente,
A arrancar qualquer mal
E a fortalecer a fraca gente.
Solução de todos os conflitos,
Dores, desamores e gritos!
"Aquele que por causa do dinheiro despreza as leis de Deus, indubitavelmente caiu nos laços do inimigo ".
Anderson Silva
Eu gosto das palavras(...)
Inda que enfeitadas de laços,
fitas,e papel dourado; produzem
o mesmo efeito das embrulhadas
em papel de pão...
Haredita Angel
23.02.2023
"Eu gosto das palavras (...)
Daquelas inda que enfeitadas
de laços, fitas,e vindas em papel dourado;produzem o mesmo efeito
dasembrulhadas em papel de pão..."
Haredita Angel
23.02.2023
Numa instituição onde a produtividade a priori é o foco, não existe amizade ou laços familiares...
Há simplesmente negócios!
100723
Armadilhas e tramas aos servos do Rei Jesus.
Em terríveis laços são induzidos os servos de Cristo Jesus, por este mundo...
Em tramóias é que os inimigos emboscam armadilhas para aqueles que seguem ao Rei Jesus...
É de se notar que o próprio Cristo Jesus passou por isso...
É admirável aquele que anda em oração e vigilante, não pelos homens, mais por Deus que vê do alto, que muitos estão desapercebidos...
Estão inertes as vontades divinas...
Estão sem compromisso com a obra de Cristo Jesus...
Mais aqueles que querem seguir cabalmente ao Rei Jesus devem acima de tudo ter fé e ser prudentes como as coladas deste tempo presente.
Poesias Líricas ao Rei Jesus
O inimigo tenta laços e embaraços
Pra me envergonhar, mas não vai
Porque eu não estou sozinho nessa guerra
Está comigo o braço forte do Senhor
LAÇOS QUE DÃO NÓS
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Todo agora é um aviso do depois;
É o início que fala sobre o fim;
Uma vida que tende a ser a dois
Requer muito critério antes do sim...
Essas pedras da estrada vão pro rim,
Quem amamos se torna o nosso algoz,
Quando amar é doer; e mesmo assim
Persistimos em laços que dão nós...
Viva cada episódio vendo além;
Não apresse uma prece, o seu amém
Só é sábio no justo fechamento...
Nem deguste uma sopa não servida;
Um olhar adequado sobre a vida
Pode até decifrá-la num momento...
NÓS, LAÇOS E NÓS
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Bem sei que tenho minhas variações de humor. No entanto, são variações de pessoa para pessoa, porque lido com diferentes personalidades ou naturezas humanas. Se gosto muito de algumas e de outras nem tanto, ou se detesto aquelas e sou indiferente a estas, é natural que revele, a depender da pessoa, um indivíduo diferente. Que outra pessoa desconhece.
Se neste contexto sou assim, minha natureza muda, individualmente. Para o mesmo indivíduo, tenho sempre a mesma temperatura; o mesmo grau de humor. Sorriso ou cara feia; empatia ou apatia; proximidade ou distanciamento; limite ou intimidade. Sou previsível para quem me conhece. Alegre ou triste, assoberbado ou vago, preocupado ou não, manterei cumplicidade ou sigilo; serei formal ou desinibido, avexado ou sem pudor como fui ontem, hoje ou no ano retrasado, conforme a relação interpessoal.
De vez em quando me distancio de alguém bem próximo, depois de relutar muito, internamente. Sei que deixo interrogação, mas isso ocorre quando me sinto na iminência de mudar a natureza da relação: estabelecer novos critérios, diminuir a cumplicidade ou burocratizar os laços. Transformar quem ponho acima de qualquer cuidado, cerimônia, suspeita ou intenção, numa pessoa impessoal, por suas variações de humor que me deixam inseguro e apreensivo sobre como deverei me comportar no dia seguinte. Muitas vezes, até na hora seguinte.
A desbotar os laços mais estreitos, os afetos mais íntimos e pessoais, prefiro apagá-los totalmente. Não tenho nenhuma disposição para tanto, nem é de minha natureza operar um processo de abatimento nos valores afetivos, até que sejam negociáveis conforme a conveniência de quem já não pode acompanhar o meu jeito fixo, definido e previsível de ser.
NÓS, OS LAÇOS E OS NÓS
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Ao perceber que o carinho, a preocupação, a devoção e a presença incondicionais que você tem dedicado a uma pessoa começam a gerar desconforto, indagações oculares, e a ser recebidos como excessos, não se equivoque. Não retire os excessos. Retire tudo.
Relações freadas tendem a se tornar decrescentes, e as relações decrescentes agonizam... viram mortes lentas e silenciosas. Não vale a pena transportar o peso de um moribundo que, se dependesse do seu afeto, viveria plenamente até que a morte física impusesse o fim a uma trajetória que teria valido a pena.
Jamais implore recíprocas. Não peça esmolas de amores nem de amizades. De cumplicidade ou de confiança. Se uma das pontas de uma relação se torna esquiva, monossilábica e, principalmente, armada, quanto mais cedo a outra se render ao basta, menor será o sofrimento e mais breve a cicatrização.
Aprenda, você também, a não causar frustrações: se é para fazer esfriar, distanciar ou inibir depois, nunca deixe aquecer, estreitar nem criar empatia. Não cative, para não ser responsável. Você pode ser forte, marmóreo, blindado, inoxidável, mas muitos não são assim.
CONTO SEM FADA
(Um apelo pós-eleitoral)
Demétrio Sena, Magé – RJ.
Reatemos os laços com nossos afetos;
com o próximo aos olhos; ao toque da mão;
há um breve perdão que restitui a vida
sobre todas as mágoas que o peito acumula...
E deixemos os deuses em seus tronos tristes,
em seus céus infernais entre anjos de araque,
sob ternos e fraques ou fardas e faixas
que não cobrem vergonhas expostas em atos...
Somos nossas verdades; eles não são nada;
só um conto sem fada que ainda seduz
quem não sabe ceder nem despertar do sonho...
Reolhemos pra nós pelo prisma de antes
do inferno de Dante ao qual fomos expostos
por escravos de postos que nos escravizam...
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